Fertilizantes e Corretivo da Acidez do Solo em Pimenta-de Cheiro (Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas



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Fertilizantes e Corretivo da 

Acidez do Solo em Pimenta-de- 

Cheiro (Capsicum chinense

Cultivada no Estado do 

Amazonas (1ª Aproximação)

82

ISSN 1517-3135

dezembro, 2010

Adônis Moreira

Paulo César Teixeira

Rean Augusto Zaninetti 

Cristóvão Gomes Plácido Júnior

Embrapa Amazônia Ocidental

Manaus, AM

2010


Documentos 82

ISSN 1517-3135

Dezembro, 2010

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Embrapa Amazônia Ocidental

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Fertilizantes e Corretivo da 

Acidez do Solo em Pimenta-de-

Cheiro (Capsicum chinense

Cultivada no Estado do 

Amazonas (1ª Aproximação)

Fertilizantes e corretivo da acidez do solo em pimenta-de-cheiro (Capsicum chinense

cultivada no Estado do Amazonas (1ª aproximação) / Adônis Moreira ... [et al.]. – 

Manaus: Embrapa Amazônia Ocidental, 2010. 

18 p. - (Embrapa Amazônia Ocidental. Documentos; 82).

ISSN 1517-3135

1. Pimenta-de-cheiro. 2. Acidez do solo. I. Moreira, Adonis. II. Teixeira, Paulo Cesar. 

III. Zaninetti, Rean Augusto. IV. Plácido Júnior, Cristóvão Gomes. V. Título. VI. Série.

CDD 633.84

© Embrapa 2010

Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na:



Embrapa Amazônia Ocidental

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Comitê de Publicações da Unidade

Presidente: Celso Paulo de Azevedo

Secretária: Gleise Maria Teles de Oliveira

Membros: Aparecida das Graças Claret de Souza



José Ricardo Pupo Gonçalves

Lucinda Carneiro Garcia

Luis Antonio Kioshi Inoue

Maria Augusta Abtibol Brito

Maria Perpétua Beleza Pereira

Paulo César Teixeira

Raimundo Nonato Vieira da Cunha

Ricardo Lopes

Ronaldo Ribeiro de Morais

Revisor de texto: Maria Perpétua Beleza Pereira

Normalização bibliográfica: Maria Augusta Abtibol Brito

Diagramação: Gleise Maria Teles de Oliveira

Capa: Gleise Maria Teles de Oliveira

Fotos da Capa: Adônis Moreira



1ª edição

1ª impressão (2010): 300



Todos os direitos reservados.

A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte,

constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610).

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação.

Embrapa Amazônia Ocidental.


Autores

Adônis Moreira

Engenheiro agrônomo, D.Sc. em Solos e Nutrição 

de Plantas, pesquisador da Embrapa Amazônia 

Ocidental, 



Paulo César Teixeira

Solos e Nutrição 

de Plantas

Rean Augusto Zaninetti

Cristóvão Gomes Plácido Júnior

Manaus, AM, 

adonis.moreira@cpaa.embrapa.br

Engenheiro agrônomo, D.Sc. em 

, pesquisador da Embrapa Amazônia 

Ocidental, 

Engenheiro agrônomo, M.Sc. em Ciência do Solo,

Doutorando em Agronomia Tropical, Universidade 

Federal do Amazonas (Ufam), bolsista da Capes, 

Manaus, AM, reanaugusto@yahoo.com.br

Engenheiro agrônomo, M.Sc. em Agronomia 

Tropical, bolsista pós-graduando da Fapeam, 

Manaus, AM.

paulo.teixeira@cpaa.embrapa.br



Apresentação

A falta de orientações consistentes para o uso eficiente de fertilizantes e 

corretivos, com base em experimentos locais bem conduzidos, é 

amplamente reconhecida como um dos principais fatores da baixa 

produtividade dos cultivos de hortaliças no Estado do Amazonas, 

particularmente nos solos de terra firme.

Embora apresentado como primeira aproximação, considerando o que 

ainda resta ser elucidado pela pesquisa, este documento vem suprir 

grande parte das necessidades de orientação para adubação e calagem 

da cultura de pimenta-de-cheiro (Capsicum chinense) em áreas de terra 

firme, fornecendo instrumentos para adequada interpretação das 

análises do solo e foliar, de modo a evitar desequilíbrios nutricionais, 

desperdícios de fertilizantes e consequentemente reduções da 

produtividade.

Aproveitamos esta apresentação como uma oportunidade para estimular 

os usuários da pesquisa a incorporarem em sua rotina profissional as 

instruções contidas no presente trabalho.

Luiz Marcelo Brum Rossi

Chefe-Geral



Sumário

Fertilizantes  e  Corretivo  da  Acidez  do  Solo  em  Pimenta-de- 

Cheiro (Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas 

(1ª Aproximação)

...............................................................................9



Introdução

...........................................................................................9



Clima e solo

.......................................................................................10



Semeadura e plantio

........................................................................10



Amostragem de solo

.......................................................................11



Calagem e adubação

.......................................................................12

Calagem

...........................................................................................12



Determinação da necessidade de calcário...........................................13

Adubação de plantio

........................................................................14



Adubação de manutenção

.............................................................15



Análise  foliar

.....................................................................................15



Referências

........................................................................................18



Introdução

A pimenta-de-cheiro (Capsicum chinense Jacq.) pertence à família 

Solanaceae. Seu nome deriva do cheiro peculiar e muito agradável e do 

sabor característico. Muito apreciada na culinária do Norte e do 

Nordeste, é utilizada como ingrediente de pratos típicos dessas duas 

regiões. 

Em razão da grande variabilidade, algumas pimentas-de-cheiro 

apresentam pungência ou picância, devido à presença da capsaicina. 

Essa substância química que dá o caráter ardido é a mesma que possui 

propriedades benéficas à saúde. A capsaicina tem propriedades 

medicinais comprovadas, atua como cicatrizante de feridas e 

antioxidante, auxilia na dissolução de coágulos sanguíneos, previne a 

arteriosclerose, atua no controle do colesterol, previne hemorragias e 

aumenta a resistência física. Além disso, influencia a liberação de 

endorfinas, causando sensação de bem-estar (FRAIFE FILHO, 2010).

Fertilizantes e Corretivo da 

Acidez do Solo em Pimenta-de-

Cheiro (Capsicum chinense

Cultivada no Estado do 

Amazonas (1ª Aproximação)

Adônis Moreira

Paulo César Teixeira

Rean Augusto Zaninetti 

Cristóvão Gomes Plácido Júnior


10

No Estado do Amazonas, o consumo de pimenta-de-cheiro é elevado. 

Apesar dos problemas de clima e solo, busca-se incremento na 

produtividade, a fim de abastecer o mercado local.



Clima e solo

O cultivo da pimenta-de-cheiro é feito em regiões de clima tropical, com 

precipitação pluviométrica variável de 600 mm a 2.000 mm e 

temperatura média anual em torno de 25 ºC (FRAIFE FILHO, 2010). Em 

áreas onde as temperaturas são inferiores a 15 ºC, o desenvolvimento 

vegetativo da planta é severamente prejudicado, influenciando a 

produção. Em cultivo protegido, sob condições controladas, pode ser 

cultivada em qualquer região do Brasil.



Semeadura e plantio

Nas condições edafoclimáticas do Estado do Amazonas, o plantio pode 

ser feito em qualquer época do ano, desde que não haja limitação 

hídrica. A semeadura em viveiro deve ser realizada, preferencialmente, 

com sementes com alto valor cultural (VC), sendo usados de dois a três 

gramas por metro quadrado, distribuídas em sulcos com espaçamento 

de 10 cm. 

A germinação normalmente ocorre de 15 a 20 dias após a semeadura, e 

as plantas somente devem ser transferidas para o local definitivo 

quando apresentarem de dois a três pares de folhas ou com 20 cm de 

altura, o que normalmente ocorre de 50 a 60 dias após a semeadura. O 

plantio no campo deve ser feito no espaçamento 3 m x 3 m (1.111 

-1

plantas ha ).



Fertilizantes e Corretivo da Acidez do Solo em Pimenta-de-Cheiro

(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

11

Amostragem de solo

A amostragem de solo é a primeira fase para começar o plantio de 

qualquer cultura. Por melhor que seja o laboratório, ele não pode corrigir 

falhas quando da retirada das amostras. Portanto, para que a retirada 

seja bem feita, são necessários alguns critérios descritos em Moreira et 

al. (2005 e 2007):

!

Dividir a propriedade em talhões homogêneos [topografia, tipo de 



solo, vegetação anterior (pastagem, floresta, capoeira, etc.)].

!

Em plantios já instalados, levar em consideração variedade e idade das 



plantas.  Áreas  com  mesma  cultivar  e  idades  semelhantes,  mas  com 

produtividade diferente, devem ser amostradas separadamente.

!

Em cada talhão uniforme, devem ser retiradas de 10 a 15 



subamostras na profundidade de 0 cm-20 cm em zigue-zague, 

homogeneizadas em balde plástico limpo, retirando-se uma amostra 

composta (cerca de 300 g de terra).

!

A coleta pode ser feita com enxada, pá reta ou preferencialmente 



com trado.

!

Evitar pontos próximos a cupinzeiros, formigueiros, leiras, currais e 



estradas.

!

Utilizar somente sacos de plástico limpos e identificados com o nome 



do proprietário, nome da propriedade, número do talhão, município e 

data da coleta.



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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

Calagem e adubação

Calagem

A correção da acidez e a recomendação de adubação devem sempre ser 

feitas com base na análise química do solo, que é considerada o 

“insumo mais barato” no manejo da adubação. Os resultados da análise 

devem ser repassados a um técnico da extensão rural para que faça as 

recomendações de forma adequada (OLIVEIRA et al., 2000). 

Para se obter máximo potencial de produção, o solo deve ter boa 

drenagem e, consequentemente, não estar compactado. Na correção da 

acidez com base na análise do solo, utilizar preferencialmente calcário 

dolomítico (MgO > 13%) para elevar a saturação por bases (V) a 70%. 

O calcário, quando aplicado em área total, deve ser empregado da forma 

mais homogênea possível e incorporado ao solo. Na aplicação em cova, 

recomenda-se calcular a quantidade de calcário total por hectare para o 

volume da cova considerando que a recomendação feita para 1 ha 

3

refere-se a um volume de 2 mil m  de solo. 



Exemplo: Para uma cova de 40 cm x 40 cm x 40 cm, que corresponde 

3

a 0,064 m , recomenda-se aplicar 80 gramas de calcário para cada 



tonelada indicada para aplicação em área total, ou seja, se na 

-1

recomendação para área total indicou-se a aplicação de 4,0 t ha , 



colocam-se 320 gramas na cova. 

Na interpretação da análise de solo, são necessários os seguintes 

procedimentos:

a) Calcular a soma de bases (SB):   K  + Na  + + Ca + Mg;

-3

-3

em que K e Na estão em mg dm  e Ca e Mg em cmol  dm .



c

391


203

13

b) Calcular a capacidade de troca de cátions (CTC): SB + (H+Al), em 

-3

cmol  dm .



c

c) Calcular a saturação por bases (V%):  

-3

em que SB e CTC estão em cmol  dm .



c

Determinação da necessidade de calcário

A necessidade de calcário (NC) deve ser definida para elevar a saturação 

por bases do solo de um valor atual (V ) para um valor maior (V ), que 

1

2



no caso da pimenta-de-cheiro é de 70%, sendo calculada pela seguinte 

fórmula:


NC = (V2 - V1) x CTC

PRNT


Esse  valor  é  recomendado  considerando-se  aplicação  em  área  total  e 

incorporação até a profundidade de 20 cm.

Supondo que o calcário utilizado na correção da acidez do solo tenha PRNT 

(Poder Reativo de Neutralização Total) de 95%, capacidade de troca de 

-3

cátions (CTC) de 10,2 cmolc dm  e o V1 igual a 4%, a recomendação seria: 



NC = (70 - 4) x 10, 2 = 7 t/ha

95

A aplicação do calcário deve ser feita antes da gradagem.



Observação: Quanto maior o PRNT, maior a reatividade do calcário e, portanto, 

menor a quantidade necessária a ser aplicada. Observar o custo do calcário 

aplicado (PRNT é uma medida de neutralização).

SB  x 100;

CTC

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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)


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Fertilizantes e Corretivo da Acidez do Solo em Pimenta-de-Cheiro

(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

Tabela 1. Recomendação de adubação para P O  e K O na cova de plantio de 

2

5



2

pimenta-de-cheiro em função dos resultados de análise de P e de K no solo

respectivamente.

Teor de

argila

Teor de P no solo

-3 1/

(mg dm )

Teor de K no solo

-3 1/

(mg dm )

> 120


< 5,4

5,5 – 12,0

> 12

< 40

40 – 120


Superfosfato simples

Cloreto de potássio

-1

g cova  

-1

g kg  

<35

35 - 60


> 60

200


160

120


100

80

60



30

-

-



80

80

80



60

60

60



40

40

40



1/

Extrator Melhich-1.



Adubação de plantio

No plantio definitivo (pelo menos trinta dias após a aplicação do 

calcário), utilizar, por cova, 4 litros de esterco de gado curtido ou 2/3 

dessa quantidade quando for usado esterco de galinha poedeira curtido. 

-1

As dosagens recomendadas (g cova ) de P O  e de K O estão citadas na 



2

5

2



Tabela 1 e variam em função da classe textural e da fertilidade do solo 

(baixa, média ou alta) (RIBEIRO et al., 1999). Na adubação fosfatada, 

quando possível, dar preferência ao superfosfato simples [20% de P O  

2

5



– fonte de fósforo (P), ao cálcio (Ca) e ao enxofre (S)].

Na adubação com micronutrientes, em solos de baixa fertilidade natural 

-1

-1

(primeiro cultivo), devem-se aplicar: 3,0 kg ha  de boro (B); 2,0 kg ha  



-1

-1

de cobre (Cu); 3,0 kg ha  de manganês (Mn); e 3,0 kg ha  de zinco (Zn) 



-1

®

ou 60 kg ha de FTE BR12  (Zn – 9%, B – 1,8%, Cu – 0,8%, Mn – 2%, 



Fe – 3,5%, Mo – 0,1%. Dividir as quantidades pelo número de covas 

usadas por hectare.



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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

Adubação de manutenção

Até a fase de florescimento, as adubações de cobertura são feitas com 

adubo nitrogenado; e durante a frutificação, com uma mistura de 

nitrogenado (N) com potássico (K), em intervalos de 30-45 dias. A 

colheita pode prolongar-se por mais de um ano, e as adubações de 

cobertura devem ser feitas até o final do ciclo com base em observações 

no crescimento ou aparecimento de sintomas de deficiências 

-1

nutricionais. Normalmente utilizam-se 20 a 50 kg ha  de N e 20 a 50 kg 



-1

ha  de K O de acordo com a idade da planta. Para aumentar a eficiência 

2

do fertilizante, estes devem ser aplicados (com o solo úmido) logo após 



uma chuva, ou antes da irrigação. Outra opção é aplicar esses dois 

fertilizantes por meio de fertirrigação. Devido à alta exigência por 

-1

magnésio, aplicar 40 kg ha  do elemento na forma de sulfato de 



magnésio (MgSO ).

4

Quando utilizar adubos concentrados como fonte de nitrogênio (N) e de 



fósforo, como a ureia (40% de N) e o superfosfato triplo (40% de P O ), 

2

5



-1

aplicar 100 kg ha  de gesso (CaSO ), que é uma excelente fonte de 

4

enxofre (S) disponível no mercado.



Análise foliar

A adubação a partir do segundo ano deve ser realizada mediante o uso 

da análise foliar e de solo. A folha amostrada para realização das 

análises é a terceira, a contar do ápice, no início do florescimento 

(MALAVOLTA, 1992). Recomenda-se coletar de 15 a 30 plantas por 

hectare (amostra simples), misturar bem e retirar uma amostra 

composta. Cada cultivar, tipo de solo, relevo, idade devem ser 

amostrados separadamente. A escolha da folha para amostragem usada 

para análise foliar está exemplificada na Figura 1. As folhas devem ser 

secas até peso constante e guardadas em lugar fresco em sacos de 



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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

papel limpos. Posteriormente, levá-las a um laboratório credenciado para 

determinação dos teores. A faixa dos níveis tidos como adequados 

estão listados na Tabela 2.

Fotos: Adônis Moreira

Figura 1. Folha usada como diagnóstico para pimenta-de-cheiro.


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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

Tabela 2. Faixa dos teores foliares tidos como adequados para a 

pimenta-de-cheiro.



Nutriente

-1

g kg  

N

P



K

Ca

Mg



S

B

Cu



Fe

Mn

Zn



35,0

2,5


25,0

25,0


7,4

4,0


50 – 70

10 – 15


500 – 700

250 – 400

60 – 70

Fonte: Adaptado de Malavolta et al. (1997).


FRAIFE FILHO, G. A. Pimenta. Ilhéus: CEPLAC/CEPEC, 2010. 2 p.

MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo: 

Agronômica Ceres, 1992, 124 p.

MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado 



nutricional de plantas; princípios e aplicações. Piracicaba: Potafos, 

1997. 319 p.

MOREIRA, A. et al. Recomendação de adubação e calagem para 

a

bananeira no Estado do Amazonas (1  Aproximação). Manaus: Embrapa 

Amazônia Ocidental, 2005. 18 p.

MOREIRA, A. et al. Diagnóstico nutricional, adubação e calagem para o 

a

citros cultivado no Estado do Amazonas (1  Aproximação). Manaus: 

Embrapa Amazônia Ocidental, 2005. 18 p.OLIVEIRA, A. B. et al. 



Capsicum; pimentas e pimentões. Brasília, DF: Embrapa Hortaliças, 

2000. 113 p.

RIBEIRO, A. C.; GUIMARÃES, P. T. G.; ALVAREZ V., V. H. (Ed.). 

Recomendação para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais

a

5  Aproximação. Viçosa: Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de 



Minas Gerais, 1999. 359 p.

Referências

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(Capsicum chinense) Cultivada no Estado do Amazonas (1ª Aproximação)

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