Recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de Manaus – Amazonas



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vol. 39(3) 2009: 505 - 518

Recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão 

(Apidae, Meliponinae) em um fragmento de floresta 

na região de Manaus – Amazonas

1

Francisco Plácido Magalhães OLIVEIRA

2

, Maria Lúcia ABSY



3

, Izildinha Souza MIRANDA

4

RESUMO


O  recurso  polínico  coletado  por  operárias  de  Melipona  seminigra  merrillae  Cockerell,  Melipona  fulva  Lepeletier,  Trigona 

fulviventris (Smith) e Cephalotrigona femorata Guérin, no Campus da UFAM, Manaus (AM) foi estudado no período de 

março a outubro de 2001. Noventa tipos polínicos foram coletados pelas abelhas, distribuídos em 31 famílias, 67 gêneros 

e 10 formas Tipo. Trigona fulviventris diversificou mais suas coletas, utilizando 58 fontes no período. O tamanho do nicho 

polínico utilizado pelas abelhas ficou assim distribuído: T. fulviventris (58), M.s. merrillae (41), C. femorata (34) e M. fulva 

(25). Dos tipos determinados, os que mais contribuíram para a dieta das abelhas, apresentando as maiores freqüências nas 

amostras de pólen, foram Miconia myriantha (12,91%), Leucaena leucocephala (9,52%), Tapirira guianensis (6,53%), Eugenia 



stipitata (6,22%), Protium heptaphyllum (6,17%) e Vismia guianensis (5,93%). As abelhas de modo geral concentraram suas 

coletas em um número reduzido de espécies vegetais e com um grau diferenciado de uso para cada uma das fontes. Tipos 

polínicos com freqüência acima de 10% ocorreram em pequena proporção na maioria dos meses, sendo responsáveis por mais 

de 50% do total do pólen coletado em cada mês. A utilização das fontes de pólen variou conforme a espécie. T. fulviventris teve 

uma dieta mais ampla e diversificada, enquanto M. fulva foi a que menos diversificou suas coletas. T. fulviventris apresentou 

maior uniformidade no uso das fontes polínicas e a sobreposição de nichos polínicos foi maior entre M.s. merrillae M. fulva 

e menor entre T. fulviventris e C. femorata.

PALAVRAS-CHAVE:

 plantas, pólen, abelhas sem ferrão, Amazônia.

Pollen resources collected by stingless bees (Apidae, Meliponinae) in a 

forest fragment in the Manaus region, Amazonas

ABSTRACT


The objective of this study was to characterize the resources used by Amazonian bees Melipona seminigra merrillaeMelipona 

fulvaTrigona fulviventris and Cephalotrigona femorata, in an urban Forest patch at Manaus city from March to October 2001.  

The pollen analysis determined 90 pollen types, distributed in 31 families, 67 genera and 10 palynologycal types unidentified. 



Trigona fulviventris was the bee species that presented the most diversified pollen types, using 58 sources in that period. The 

size of pollen types used were distributed as follows: T. fulviventris (58), M.s. merrilae (41), C. femorata (34) and M. fulva (25). 

Plant species contributing the most for the diet of the bees and presenting the highest frequencies on the pollen samples were 

Miconia myriantha (12,91%), Leucaena leucocephalla (9,52%), Tapirira guianensis (6,53%), Eugenia stipitata (6,22%), Protium 

heptaphyllum (6,17%) and Vismia guianensis (5,93%). Generally the bees concentrated their collections on a reduced number 

of plant species and with a differentiated degree of use for each source. Pollen types with frequency above 10% occurred in a 

small proportion for most months, being responsible for more than 50% of all the pollen collected every month. Pollen source 

used varied according to the species, T. fulviventris had a more broad and diversified diet, whereas M. fulva was the bees species 

that least diversified its diet. T. fulviventris presented higher uniformity on the use of pollen sources and the pollen niches 

overlap was higher between M.s. merrillae and M. fulva and lower between T. fulviventris and C. femorata.

KEY WORDS: 

Amazon, plants, pollen, stingless bees, 

1

  Parte da Tese de Doutorado (INPA/UFAM, Botânica) do primeiro autor



Universidade Federal do Pará, Campus de Altamira - Av. Cel. José Porfírio, 2515, São Sebastião, CEP 68372-040, Altamira, PA - E-mail: placido@ufpa.br.

3

  Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA, Coordenação em Botânica, Caixa Postal 478, CEP 69011-970, Manaus, AM - E-mail: luciabsy@inpa.gov.br



Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA, Av. Tancredo Neves, 2508, Caixa Postal 917, CEP 66077-530, Belém, PA – E-mail: izildinha.miranda@ufra.edu.br.



 

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recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (apidae, 

Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de 

Manaus – amazonas

INTRODUÇÃO 

Acredita-se que o surgimento e a proliferação das abelhas 

na  superfície  da  terra  aconteceram  em  íntima  relação  com 

o  aparecimento  das  Angiospermas  a  milhares  de  anos 

(Imperatriz-Fonseca  &  Kleinert-Giovannini,  1993).  As 

relações entre visitantes florais e Angiospermas estão baseadas 

numa troca de recompensas onde o pólen e o néctar são os 

principais recursos oferecidos pelas flores, destes o pólen é o 

alimento essencial à vida das abelhas por ser a única fonte de 

proteína para as larvas e operárias jovens, fornecendo ainda 

lipídios, vitaminas e sais minerais (Pesson, 1984).

As  abelhas  da  subfamília  Meliponinae  (Hymenoptera, 

Apidae)  conhecidas  como  “abelhas  indígenas  sem  ferrão”, 

destacam-se  dentre  os  principais  grupos  de  polinizadores, 

por constituírem o maior componente de biomassa de insetos 

que se alimentam de pólen e néctar em muitas áreas tropicais 

(Johnson & Hubell, 1974) e podem ser manejadas de modo 

racional para a produção de mel, pólen e para o incremento 

e  a  manutenção  da  polinização  de  espécies  silvestres  e 

cultivadas.

Para  Kerr  et  al.  (1996)  as  abelhas  sem  ferrão  são 

responsáveis, de acordo com o ecossistema, por 40 a 90% da 

polinização das espécies silvestres de ambientes tropicais e de 

acordo com Wille (1983) essas abelhas visitam freqüentemente 

as flores nas altas copas e na sua ausência, as comunidades 

de  árvores  da  floresta  tropical  pluvial  podem  ser  bastante 

modificadas.

Um  dos  passos  para  o  entendimento  da  biologia  de 

meliponíneos é conhecer a sua alimentação, o que demonstra 

a importância do levantamento das plantas que são utilizadas 

tanto  para  pólen  como  para  néctar,  que  são  os  elementos 

essenciais à sua sobrevivência (Marques Souza, 1999).

A fonte de alimento das abelhas é conhecida por meio 

de observações das campeiras forrageando nas flores, ou pela 

análise polínica do alimento transportado para ninhos (néctar 

e pólen) permitindo um melhor conhecimento da relação da 

abelha com a flor.

Por meio da identificação do pólen coletado pelas abelhas 

e  deste  presente  no  mel,  pode-se  saber  quais  são  as  fontes 

alimentares  preferenciais  das  diversas  espécies  de  abelhas, 

além das fontes alternativas e casuais. Esse método é bastante 

eficaz porque mostra todo o raio de ação das abelhas, que pela 

observação direta nem sempre é possível, como é o caso das 

árvores altas e floradas curtas ou muito distantes das colméias 

(Imperatriz-Fonseca & Kleinert-Giovannini, 1993).

Por outro lado, oferece também alternativas de utilização 

de  recursos  da  flora  silvestre  pouco  conhecida,  auxilia  no 

planejamento da produção de mel pela apicultura migratória, 

permite o controle da origem floral e geográfica do mel, além 

de ser utilizada nos estudos de preferências florais, estratégias 

de comportamento de coleta e competição entre espécies de 

abelhas (Bastos, 1996)

Preferências  alimentares  existente  nos  meliponíneos 

têm sido mostradas em vários estudos, tais como os Absy & 

Kerr (1977), Absy et al. (1980), Carreira & Jardim (1994), 

Marques-Souza (1993, 1999), Marques-Souza et al. (1993, 

1995, 1996, 2007). 

Informações  adicionais  a  respeito  das  abelhas  nativas  e 

coleta de pólen podem ajudar a compreender as interações 

que existem entre planta e polinizador e, ao mesmo tempo é 

mais um parâmetro que poderá ser utilizado nos estudos de 

preferência e competição por alimento em florestas tropicais 

(Johnson & Hubell, 1974; Roubik, 1980; Marques-Souza, 

1999), visto que o desmatamento da floresta tropical nesta 

região  tem  ocorrido  de  forma  intensiva  e  desordenada, 

destruindo os locais de nidificação dessas abelhas. Esse processo 

poderá provocar a extinção de muitas espécies, antes mesmo 

que se tenha acumulado maiores informações sobre a riqueza, 

a biologia e o possível uso dessas abelhas economicamente 

(Oliveira et al., 1995, Kerr et al, 1996). 

O presente trabalho tem por objetivo analisar os recursos 

polínicos  utilizados  e  avaliar  a  extensão,  sazonalidade  e 

sobreposição  do  nicho  polínico  das  espécies  Melipona 

seminigra  merrillae,  Melipona  fulva,  Trigona  fulviventris  e 

Cephalotrigona femorata em uma floresta urbana no município 

de Manaus, Amazonas. 



MATERIAL E MÉTODOS

ÁREA DE ESTUDo

O estudo foi realizado no Campus da Universidade Federal 

do Amazonas (UFAM), no Município de Manaus, Estado do 

Amazonas, Brasil, localizado entre as coordenadas 03°04’34’’S 

e 59 °57’50”W, a uma altitude de aproximadamente 60 m.

Um  dos  fatores  característicos  desta  região  é  a  elevada 

pluviosidade compreendendo limites de médias anuais entre 

1750 e 2550 mm. O período chuvoso inicia praticamente 

em  outubro,  prolongando-se  até  maio  ou  junho.  Os 

dados climáticos observados para o ano de 2001 quanto a 

temperatura média, pluviosidade e umidade relativa média e 

máxima foram respectivamente: 25,4-29,9 ºC, 2.016mm e 

71-87% e 86-98% (Figura 1).

O Campus da Universidade possui aproximadamente 594 

hectares  e  apresenta  floresta  ombrófila  densa  (262,79  ha), 

floresta ombrófila aberta (259,24 ha), campinarana (15,01 

ha), areias quartzosas (13,09 ha), área de cultivo (6,53 ha) e 

área de ação antrópica (14,35 ha) (Izel & Custódio, 1996). 

Representa aproximadamente 25% do total das áreas verdes 

públicas da cidade de Manaus e compreende uma Unidade 

de Conservação do município de Manaus. No entanto, por se 

tratar de um fragmento de floresta urbana, vem sofrendo fortes 


 

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recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (apidae, 

Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de 

Manaus – amazonas

pressões antrópicas, provocando a diminuição da cobertura 

vegetal pela crescente urbanização (Rebouças, 1999).

As  colméias  foram  instaladas  em  um  meliponário 

próximo das áreas de floresta secundária, onde se verifica a 

predominância  das  famílias  Melastomataceae,  Myrtaceae, 

Malpighiaceae  e  Clusiaceae;  e  de  áreas  de  floresta  pouco 

alterada e de baixio (planícies aluviais ao longo dos igarapés) 

onde se verifica a presença de inúmeras espécies arbóreas e de 

palmeiras como Oenocarpus bacaba Mart., Astrocaryum spp. 

Mauritia flexuosa L.f. Nas áreas mais alteradas encontram-

se com freqüência, espécies ruderais como Turnera ulmifolia 

L.  (Turneraceae),  Stachytarpheta  cayennensis  (Rich.)  Vahl. 

(Verbenaceae) e Borreria verticillata  (L.) G. Mey.(Rubiaceae). 

Há também um pequeno plantio de pupunha (Bactris gasipaes 

Kunth.) e araçá-boi (Eugenia stipitata McVaugh). 

ESPéCIES DE ABElhAS 

Para  o  estudo  foram  selecionadas  quatro  espécies  de 

abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponinae): Melipona seminigra 

merrillae Cockerell, 1919; Melipona fulva Lepeletier, 1836; 

Cephalotrigona femorata (Smith, 1854) e Trigona fulviventris 

Guérin, 1835.

As  espécies  em  questão  são  de  ocorrência  nas  áreas  de 

floresta  próximas  a  Manaus  (Oliveira  et  al.,  1995).  M.  s. 



merrillae é uma abelha muito promissora para a produção de 

mel e polinização (Gondim, 1984). C. femorata M. fulva 

têm  sido  domesticadas  recentemente  por  meliponicultores 

da  região  e  T.  fulviventris  ocorre  naturalmente  na  área  de 

estudo. 

ColETA DE MATERIAl E ANÁlISE PolíNICA

O período de obtenção das amostras de pólen foi de oito 

meses, de março a outubro de 2001, considerando os meses 

mais chuvosos e mais secos do ano. O horário no qual foram 

obtidas  as  pelotas  de  pólen  das  corbículas  das  abelhas  foi 

entre 6:30 e 9:00 horas, com exceção para C. femorata que 

apresentou pico de coletas às 11:00 horas. 

Para a obtenção das amostras, foram aprisionadas cinco 

abelhas de cada espécie que retornavam com cargas de pólen. 

Para  isso,  foi  fechada  a  entrada  das  colméias  e,  capturadas 

as abelhas aleatoriamente com o auxílio de um saco plástico 

pequeno, e a sua carga retirada por meio de uma leve pressão 

na corbícula da operária, que em seguida era libertada.

Nas amostras de pólen foi adicionado 1 ml de ácido acético 

glacial, e após um período de 24 horas, as amostras foram 

preparadas pelo método de acetólise de Erdtman (1960), sendo 

que de cada uma foram montadas duas lâminas.

Ao  mesmo  tempo,  foram  coletados  botões  florais  das 

espécies  vegetais  que  estavam  florescendo  em  um  raio  de 

2 km a partir das colméias, para confecção de uma coleção 

de  referência  da  área  de  estudo.  O  material  vegetal  foi 

incorporado ao Herbário do Instituto Nacional de Pesquisas 

da Amazônia – INPA. 

A identificação dos tipos polínicos foi realizada por meio 

de comparação com as lâminas de referência da área de estudo, 

com  a  coleção  de  pólen  recente  da  Palinoteca  do  INPA  e 

consultando literatura especializada.

De cada amostra foram contados 500 grãos de pólen e 

o  resultado  da  contagem  expressos  em  percentagem.  Essa 

contagem foi adaptada de Vergeron (1964), que recomenda 

que  se  contem  1000  grãos  em  amostras  de  mel,  para  se 

calcular os parâmetros e a evolução dos nichos tróficos das 

abelhas, sendo que esta metodologia apresenta estabilidade na 

ocorrência de tipos polínicos a partir de 500 grãos de pólen.

MéToDoS DE ANÁlISES

Para  análise  dos  dados  foram  utilizadas  as  freqüências 

mensais dos tipos polínicos coletados pelas abelhas nos oito 

meses de coleta; os valores de freqüência foram categorizados 

em três intervalos de representatividade: >10%, de 1 a 10% 

e <1%. A extensão do nicho polínico foi calculada por meio 

do  índice  de  diversidade  (H’)  de  Shannon-Weaver  e  da 

equitatividade (J’); a sobreposição do nicho polínico (PS) por 

meio do índice de similaridade de Jaccard e confirmado através 

da análise de agrupamento, utilizando o método hierárquico 

e aglomerativo. A distância euclidiana relativa foi usada como 

medida  de  dissimilaridade  e  o  dendrograma  foi  produzido 

através do método de Ward´s (Brower et al., 1998; Ludwig 

& Reynolds, 1988).

RESULTADOS E DISCUSSÃO 

TIPoS PolíNICoS

No período de março a outubro de 2001, foram coletadas 

177  amostras  de  pólen  das  espécies  Melipona  seminigra 



Figura 1 - Características do clima do Município de Manaus, Amazonas no 

período de 2001. Fonte: INMET/AM



 

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recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (apidae, 

Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de 

Manaus – amazonas

merrillae  (Msm),  Melipona  fulva  (Mf),  Trigona  fulviventris 

(Tf) e Cephalotrigona femorata (Cf).

Foram identificados 90 tipos polínicos distribuídos em 32 

famílias, 67 gêneros, 81 espécies e nove tipos indeterminados. 

O  tipo  de  hábito  das  plantas  para  a  coleta  de  pólen  pelas 

abelhas contou com árvores (68%), ervas (10,9%), arbustos 

(9,5%), palmeiras (9,5%) e lianas (1,3%). Algumas fontes 

foram fornecedores potenciais de pólen às abelhas e a maior 

parte foram fontes ocasionais e/ou complementares (Tabela 

1). 


O número total de fontes utilizadas pelas abelhas ficou 

assim  distribuído  em  ordem  decrescente:  T.  fulviventris 

(58), M.s. merrillae (41), C. femorata (34) e M. fulva (25). 

T. fulviventris diversificou mais as visitas às fontes de pólen e 

também coletou maior número de tipos polínicos (21) num 

único mês (Figura 2). 

As famílias vegetais mais visitadas quanto ao número de 

tipos polínicos foram Caesalpiniaceae (9%), Fabaceae (8%), 

Mimosaceae (8%), Myrtaceae (8%) e Palmae (8%) (Figura 

3)  e  quanto  à  freqüência  mensal  foram:  Melastomataceae 

Familia


Tipo polínico

Meses


Espécies de Abelhas

Mar


Abr

Mai


Jun

Jul


Ago

Set


out

Msm


Mf

Tf

Cf hábito



Amaranthaceae

Alternanthera tenella Colla

+

x



x

erva


Anacardiaceae

Tapirira guianensis Aubl.

x

x



x

x

árvore



Spondias mombin l.

+

x



árvore

Araliaceae



Schefflera morototoni (Aubl.) 

Maguiere,Steyerm. & Frondin

+

o

o



o

o

+



x

x

x



árvore

Asteraceae



Eupatorium sp.

o

x



árvore

Mikania sp.

x

+



+

x

x



erva

Wedelia paludosa DC

+

+



+

x

erva



Bixaceae

Bixa orellana l.

x

+



o

x

x



árvore

Bombacaceae



Bombax munguba Mart. & Zucc

+

x



árvore

Burseraceae



Protium heptaphyllum (Aubl.) 

Marchand


x

x

o



o

x

o



o

x

x



x

x

árvore



Caesalpiniaceae

Caesalpinia sp.1

x

x



o

x

x



x

x

x



x

árvore


Caesalpinia sp.2

o

x



árvore

Cassia sp.1

o

o



o

o

o



x

árvore


Cassia sp.2

o

o



o

x

x



x

x

x



árvore

Cassia quinquangulata Rich

o

o



x

liana


Cassia multijuga Rich

o

x



árvore

Cenostigma tocantinum Ducke

x

o



+

x

x



árvore

Sclerolobium sp.

+

+



x

x

x



árvore

Cecropiaceae



Cecropia sp.

+

o



o

x

x



x

árvore


Clusiaceae

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

x

x



x

x

x



árvore

Cucurbitaceae



Gurania coccinea Cogn.

o

x



liana

Cyperaceae



Cyperus sp.

o

o



x

o

x



erva

Rhynchospora pubera (Vhal.) 

Boeck


o

x

erva



Euphoorbiaceae

Alchornea castaneifolia (humb. & 

Bompl. ex Willd.) A. Juss.

o

o

o



x

x

árvore



Fabaceae

Aeschynomene sp.

o

x



erva

Clitoria racemosa Sessé & Moc.

o

x



árvore

Erythrina sp.

o

o



x

erva


Stykisanthes sp.

+

x



-

Vataireopsis sp.

x

x



x

-

Fabaceae 1



o

o

o



x

-

Flacourtiaceae



Casearia grandiflora Cambess

x

x



x

x

árvore



Tabela 1 - Tipos polínicos coletados por abelhas no período de março a outubro de 2001, com freqüência por mês (>10% (x), de 1-10% (o), <1% (+)) por 

abelhas e hábito da planta. (Msm – Melipona seminigra merrillae, Mf – Melipona fulva, Tf – Trigona fulviventris, Cf – Cephalotrigona femorata). 



 

509 


vol. 39(3) 2009: 505 - 518  

  oliveira et al.



recurso polínico coletado por abelhas sem ferrão (apidae, 

Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de 

Manaus – amazonas

Tabela 1 - Continuação

Familia


Tipo polínico

Meses


Espécies de Abelhas

Mar


Abr

Mai


Jun

Jul


Ago

Set


out

Msm


Mf

Tf

Cf hábito



Graminae

Andropogon sp.

o

x



x

erva


loranthaceae

Phthirusa micrantha Eichl.

o

x



o

x

x



x

x

epífita



Malpighiaceae

Byrsonima ciliata Cuatrec

o

o



x

x

x



árvore

Byrsonima chrysophylla Kunth

x

x



x

x

x



x

x

x



árvore

Byrsonima crassifolia (l.) Kunth 

x

x



árvore

Malpighia punicifolia l.

o

x



árvore

Malvaceae



Urena lobata l.

+

x



arbusto

Melastomataceae Bellucia grossularioides (l.) Triana.

o

x

o



+

o

x



x

árvore


Miconia myriantha Benth

x

o



x

x

x



x

x

x



x

x

x



x

árvore


Miconia poeppigii Triana

x

x



árvore

Miconia sp.

+

+



x

x

-



Mouriri sp.

o

x



árvore

Mimosaceae



Dinizia excelsea Ducke

+

x



árvore

Inga alba (SW.) Willd.

x

o



o

+

x



x

x

árvore



Inga edulis var. edulis

+

o



x

x

árvore



Leucaena leucocephala (lam.) 

de Wit.


o

x

x



x

x

o



x

x

x



x

árvore


Mimosa guilandinae var. 

spruceana (Benth.) Barneby

+

x



liana

Mimosa pudica l.

+

o



+

x

x



x

x

arbusto



Stryphnodendron guianense 

(Aubl.) Benth.

x

x

x



x

x

x



arbusto

Moraceae


Antocarpus sp.

o

x



x

árvore


Ficus sp.

+

x



-

Morus sp.

o

o



o

x

x



x

árvore


Pourouma acuminata Mart. ex Miq.

o

x



-

Myristicaceae



Virola venosa (Benth.) Warb.

o

x



x

x

x



árvore

Myrtaceae



Eucalyptus sp.

+

x



árvore

Eugenia stipitata Mc. Vaugh.

o

o



x

x

x



o

+

x



x

x

árvore



Myrcia amazonica DC

o

x



árvore

Myrcia fallax (Rich.) DC

x

x



x

x

x



árvore

Myrcia sylvatica (G. Mey.) DC

o

x



x

x

x



árvore

Syzigium malaccensis l.

x

x



x

x

x



árvore

Psidium sp.

o

o



x

árvore


oxalidaceae

Averrhoa carambola l.

x

o



x

árvore


Palmae

Astrocaryum aculeatum G.Mey.

+

x



x

x

x



palmeira

Attalea maripa (Aubl.) Mart.

o

o



+

x

o



o

x

o



x

x

x



x

palmeira


Euterpe oleracea Mart.

x

o



+

o

x



x

palmeira


Euterpe precatoria Mart. 

o

o



x

x

palmeira



Mauritia flexuosa l.f.

x

o



o

o

+



x

x

palmeira



Maximiliana martiana Karsten

o

x



x

palmeira


Palmae 1

o

o



x

palmeira


Piperaceae

piper sp.

+

+



x

x

arbusto



Rubiaceae

Borreria latifolia (Aubl.) K. Sch.

o

x



arbusto

Diodia sp.

+

x



arbusto

 

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Meliponinae) em um fragmento de floresta na região de 

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