Santa cruz, lavras, mg



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Sociedade de Investigações Florestais



ESTUDO DA VEGETAÇÃO COMO SUBSÍDIOS PARA PROPOSTAS DE

RECUPERAÇÃO DAS NASCENTES DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO

SANTA CRUZ, LAVRAS, MG

1

Lilian Vilela Andrade Pinto

2

, Soraya Alvarenga Botelho



3

, Ary Teixeira de Oliveira-Filho

3

 e Antonio Claudio Davide



3

RESUMO – Os objetivos deste estudo foram conhecer a composição florística do estrato arbóreo e regenerativo

das nascentes da bacia hidrográfica do ribeirão Santa Cruz e selecionar espécies para serem utilizadas na revegetação

das nascentes degradadas e perturbadas da bacia. Os levantamentos florístico e estrutural foram realizados

em 12 nascentes. Para a comparação do perfil florístico entre as nascentes, empregaram-se a análise de correspondência

retificada (DCA) e a análise de agrupamento de Cluster. A vegetação do estrato arbóreo apresentou maior

diversidade nas nascentes perturbadas em relação às degradadas, assim como nas nascentes pontuais em relação

às difusas. A similaridade florística do estrato regenerativo entre as nascentes de mesma categoria permitiu

inferir que se devem utilizar espécies preferenciais em cada estado de conservação (perturbado ou degradado)

e condições do ambiente (solo úmido ou bem drenado) nos programas de recuperação das áreas de preservação

permanente das nascentes da bacia hidrográfica do ribeirão Santa Cruz.

Palavras-chave: Nascente, mata ciliar, composição florística e recuperação e ambiental, regeneração natural.



STUDY OF THE VEGETATION AS SUBSIDY FOR RECLAMATION

PROPOSALS FOR THE SPRINGS OF THE SANTA CRUZ RIVER WATERSHED,

LAVRAS, MG BRAZIL

ABSTRACT – The objectives of this study were to survey the floristic composition of the arboreal and regenerative

stratum of the headwaters of the Santa Cruz River watershed and to select species to be used for reforestation

of degraded and disturbed headwaters of the watershed. The floristic and structural surveys were carried out

in twelve headwaters. Detrended correspondence analysis (DCA) and cluster analysis were used to compare

the floristic profile among the headwaters. The vegetation of the arboreal stratum presented higher diversity

in the disturbed than in the degraded headwaters, as well as in the punctual than in the diffuse springs. The

floristic similarity of the regenerative stratum among the headwaters of the same category allowed to infer

that preferential species should be used for each state of conservation (disturbed or degraded) and environmental

condition (humid or well drained soil) in reclamation programs of  permanent preservation of headwaters

in the Santa Cruz River basin.

Keywords: Headwater, riparian forest, floristic composition, environmental reclamation and natural regeneration.

1

 Recebido em 1º.09.2003 e aceito para publicação em 10.08.2005.



2

 Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de

Lavras – 37200-000 Lavras-MG.  Caixa Postal 37. E-mail: .

3

 Departamento de Engenharia Florestal da UFLA – Lavras- MG. Caixa Postal 37. E-mail: ; ; .



R. Árvore, Viçosa-MG, v.29, n.5, p.775-793, 2005

776

PINTO, L.V.A. et al.

1. INTRODUÇÃO

A mata ciliar ocupa as áreas mais sensíveis da

Bacia Hidrográfica do Ribeirão Santa Cruz, ou seja,

localiza-se às margens da rede hidrográfica, ao redor

de nascentes e em áreas saturadas, desempenhando

influência direta sobre a hidrologia da bacia (ZAKIA,

1998). Segundo Lima (1989), sua presença contribui

tanto para diminuir a ocorrência do escoamento

superficial, que pode causar erosão e arraste de nutrientes

e sedimentos para os cursos d’água, quanto para

desempenhar um efeito de filtragem superficial e

subsuperficial dos fluxos de água para os canais.

Essas formações vegetais são sistemas

particularmente frágeis em face dos impactos promovidos

pelo homem, pois, além de conviverem com a dinâmica

erosiva e de sedimentação dos cursos d’água, localizam-

se no fundo de vales (Van Den BERG, 1995), que

correspondem às áreas de uma bacia hidrográfica onde,

comumente, ocorrem os solos mais férteis e úmidos.

Por isso, as matas ciliares são tão propensas a derrubadas,

dando lugar às atividades agrícolas (BOTELHO e

DAVIDE, 2002; OLIVEIRA FILHO et al., 1994a).

Ao longo dos anos, essas formações vegetais têm

sido submetidas a impactos antrópicos devastadores.

Como conseqüência, várias regiões do Brasil estão

hoje reduzidas a fragmentos esparsos, a maioria

profundamente perturbada (CARVALHO et al., 1999),

colocando em risco a diversidade das faunas aquática

e silvestre (Van Den BERG, 1995).

Para Simões (2001), a recuperação da zona ripária

constitui um dos fatores que, conjuntamente com outras

práticas conservacionistas, compõem o manejo adequado

da bacia hidrográfica, para fins de garantir a quantidade

e qualidade da água e a biodiversidade.

Na caracterização física da bacia hidrográfica do

Ribeirão Santa Cruz, Pinto et al. (2003) constataram

que 85,31% das 177 nascentes perenes se encontravam

em desacordo com o que é estabelecido na alínea c

do artigo 2º do Código Florestal/65, a qual determina

preservação permanente: “as florestas e demais formas

de vegetação natural localizadas nas nascentes, ainda

que intermitentes, e nos chamados olhos d’água, qualquer

que seja a situação topográfica, num raio mínimo de

50 (cinqüenta) metros de tal forma que proteja a bacia

hidrográfica constituinte” (BRASIL, 2002ab). Essa

situação aponta a necessidade de recuperação e

conservação dessas nascentes.

Assim, o objetivo deste estudo foi conhecer a

composição florística dos estratos arbóreo e regenerativo

das nascentes da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Santa

Cruz, bem como selecionar espécies a serem utilizadas

na revegetação das nascentes degradadas e perturbadas

da bacia hidrográfica.

2. MATERIAL E MÉTODOS

As nascentes estudadas estão localizadas na Bacia

Hidrográfica do Ribeirão Santa Cruz, em Lavras, MG.

O município de Lavras apresenta clima do tipo Cwa,

temperatura média anual de 19,3 ºC, precipitação anual

normal de 1.530 mm e umidade relativa média anual

de 76% (BRASIL, 1992). A formação florestal característica

da região é a floresta estacional semidecidual montana

(VELOSO et al., 1991).

As nascentes foram classificadas quanto ao tipo

de reservatório a que estavam associadas, ou seja,

como os lençóis freáticos dão origem às nascentes

(CASTRO, 2001), em pontuais ou difusas e, quanto

ao grau de conservação em que se encontravam, em

perturbadas e degradadas. Como nascentes pontuais

foram classificadas aquelas que apresentavam a

ocorrência do fluxo d’água em um único local do terreno;

como difusas, aquelas que não possuíam um ponto

definido no terreno, ou seja, apresentam vários olhos

d’água; como perturbadas, aquelas que não possuíam

50 m de vegetação natural no seu entorno, mas exibiam

bom estado de conservação, e como degradadas, aquelas

que se encontravam com alto grau de perturbação,

muito pouco vegetadas, solo compactado, presença

de gado e com erosões e voçorocas.

Visando conhecer as espécies mais adaptadas ao

ambiente degradado e perturbado das nascentes, foi

realizado o sorteio de três nascentes, levando-se em

conta cada uma das seguintes categorias de nascentes:

perturbada pontual (PP), perturbada difusa (PD),

degradada pontual (DP) e degradada difusa (DD).

Nas 12 nascentes amostradas, a avaliação florística

do estrato arbóreo foi feita a partir de quatro parcelas

de 500 m


2

 (50  m x 10  m) demarcadas acima (R1), abaixo

(R2), à direita (R3) e à esquerda (R4) da nascente (Figura

1). Deve-se salientar que a parcela no sentido R2 seguiu

o leito do curso d’água, para melhor conhecimento

das espécies de ambiente úmido. Em cada parcela foram

registrados e identificados todos os indivíduos arbóreos

vivos com DAP (diâmetro a altura do peito) > 5 cm.



R. Árvore, Viçosa-MG, v.29, n.5, p.775-793, 2005

777

Estudo da vegetação como subsídios para propostas …

Para a avaliação florística do estrato regenerativo, foram

demarcadas cinco subparcelas de 20 m

2

 (10 m x 2 m)



eqüidistantes 10 m dentro de cada parcela do estrato

arbóreo (Figura I). Foi feito o levantamento florístico

de todas as plantas arbóreas com DAP inferior a 5 cm

e altura superior a 10 cm.

O período de coleta se estendeu de abril a outubro

de 2002. O material botânico coletado foi identificado

pela comparação com exsicatas existentes no Herbário

da Universidade Federal de Lavras (Herbário ESAL)

e consulta à literatura clássica taxonômica e a especialistas

da UFLA. As espécies foram agrupadas em famílias,

de acordo com o sistema do Angiosperm Phylogeny

Group II (APG II, 2003).

As espécies foram classificadas segundo o seu

grupo ecológico, adotando-se a metodologia descrita

por Swaine e Whitmore (1988), com modificações

sugeridas por Oliveira-Filho et al. (1994b), nas seguintes

categorias: pioneiras (P), clímax exigente de luz (L) e

clímax tolerante à sombra (S).

A comparação da composição florística das 12

nascentes amostradas foi feita com o intuito de se

determinar o grau de similariade florística entre o tipo

(pontual ou difusa) e o estado de conservação (degradado

ou perturbado) das nascentes. Para a interpretação

das relações florísticas entre fragmentos no entorno

das 12 nascentes, foram empregadas a análise de

correspondência retificada (DCA) e a análise de

agrupamento de “cluster”, por meio do cálculo dos

coeficientes de similaridade de Jaccard. Ambas as análises

foram realizadas pelo programa PC-ORD for Windows

versão 4.14 (McCUNE e MEFFORD, 1999), a partir das

matrizes de presença/ausência das espécies. Essas

matrizes foram compostas pelas espécies presentes

em pelo menos três nascentes, uma vez que, segundo

Causton (1988), as espécies menos freqüentes influenciam

muito pouco os padrões emergentes de análises

multivariadas de dados quali-quantitativos de vegetação

e aumentam, sem necessidade, o volume dos cálculos.

Para a estimativa da diversidade florística ocorrente

entre as nascentes e entre as quatro categorias de

nascentes em estudo foram utilizados os índices de

Shannon-Weaver (H’) e de equabilidade de Pielou (

J’)

(BROWER e ZAR, 1984).

Para descrever a estrutura da flora das nascentes

foram estimados os parâmetros fitossociológicos

clássicos de Mueller-Combois e Ellenberg (1974) de

interesse silvicultural, ou seja, a densidade e a freqüência

absoluta.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Composição florística

A listagem de todas as espécies amostradas nas

12 nascentes é apresentada na Tabela 1.

Nas 12 nascentes amostradas foram identificados

6.851 indivíduos, distribuídos em 224 espécies, 127

gêneros e 54 famílias botânicas. Dentro das parcelas

para a avaliação do estrato arbóreo (A) foram amostrados

1.836 indivíduos, distribuídos em 120 espécies e 44

famílias, resultando em uma densidade média de 1.279

indivíduos/ha. Nas parcelas para avaliação do estrato

regenerativo (R) foram amostrados 5.016 indivíduos,

distribuídos em 210 espécies e 51 famílias, resultando

em uma densidade média de 9.450 indivíduos/ha.

As nascentes perturbadas, além de terem

apresentado maior número de espécies (176) em relação

às nascentes degradadas (143), apresentaram ainda

uma densidade bem superior, tanto no estrato arbóreo

quanto no estrato regenerativo (Tabela 2). Esses dados

confirmam o grau de perturbação observado na

classificação dada às nascentes.



Figura 1 – Locação das parcelas usadas para amostrar os

estratos arbóreo e regenerativo.



Figure 1 – Location of plots used for sampling the arboreal

and regenerative stratum.

R. Árvore, Viçosa-MG, v.29, n.5, p.775-793, 2005

778

Degradada

Perturbada

Difusa


Pontual

Difusa


Pontual

Famílias e Espécies

DD1

DD2 DD3 DP1



DP2 DP3

PD1


PD2 PD3 P P 1

P P 2


P P 3

GE* Registro

ANACARDIACEAE

Lithraea molleoides (Vell.) Engler

R

RA



R

RA

A



A

RA

A



RA

A

P



17434

Mangifera indica L.

A

1945



Schinus terebinthifolius Raddi

RA

RA



RA

R

RA



P

14829


Tapirira guianensis Aublet

RA RA


A

RA

RA



RA

RA

RA



RA

RA

RA



P

16994


Tapirira obtusa (Benth.) Mitchell

A

R



A

RA

L



17436

ANNONACEAE



Duguetia lanceolata A.St.-Hil.

R

S



14774

Guatteria nigrescens Mart.

A

R



S

17439


Rollinia laurifolia Schltdl.

RA

R



R

L

15962



Rollinia sylvatica (A.St.-Hil.) Mart.

RA

RA



A

L

16728



APOCYNACEAE

Aspidosperma parvifolium A.DC.

R

L



14400

AQUIFOLIACEAE



Ilex cerasifolia Reissek

A

R



RA

S

14271



ARALIACEAE

Dendropanax cuneatus (DC.)

R

A



R

RA

RA



A

RA

R



RA

S

13331



Decne & Planchon

ARECACEAE



Geonoma schottiana Mart.

R

S



16385

Syagrus romanzoffiana

A

R



R

A

A



L

16903


(Cham.) Glassman

ASTERACEAE



Baccharis oxyodonta DC.

R

n c



163

Dasyphyllum vagans (Gardner)

R

n c



185

Cabrera


Eupatorium laevigatum Lam.

R

L



8541

Gochnatia paniculata (Less.)

R

RA



R

RA

A



P

11270


Cabrera

Gochnatia polymorpha (Less.)

R

P



13440

Cabrera


Piptocarpha rotundifolia (Less.)

RA

n c



6159

Baker


Vernonanthura diffusa (Less.)

R

R



R

RA

R



R

R

R



R

P

12800



H.Robinson

BIGNONIACEAE



Tabebuia serratifolia (Vahl) Nichols

R

RA



R

R

S



16753

BORAGINACEAE



Cordia trichotoma (Vell.) Arrab.

RA

R



A

L

11174



BURSERACEAE

Protium heptaphyllum (Aublet)

RA

RA



A

RA

RA



RA

R

RA



L

13602


Marchand

Protium spruceanum (Benth.)

R

RA



S

16759


Engler

Protium widgrenii Engler

RA

R



L

12159


Tabela 1 – Relação das espécies arbustivo-arbóreas registradas nas nascentes da bacia hidrográfica do ribeirão Santa Cruz,

em Lavras, MG.  As espécies presentes no estrato regenerativo (R) e no estrato arbóreo (A) das nascentes degradadas,

difusas (DD) e pontuais (DP), das perturbadas, difusas (PD) e pontuais (PP) encontram-se acompanhadas de sua

família, nome científico, número de registro no Herbário ESAL e grupo ecológico (GE): pioneiras (P), secundárias

(S), clímax (L) e não classificadas (nc)

Table 1 – List of shrub-tree species registered in the springs of the Santa Cruz River watershed, Lavras, MG - Brazil. The

species present in the regenerative stratum (R) and in the arboreal stratum (A) of the diffuse-degraded(DD), punctual-

degraded(DP), diffuse-disturbed(PD) and punctual-disturbed(PP)spring, came with their family, scientific name,

registration number at the ESAL Herbarium, and ecological species group (GE): pioneers (P), secondary (S),

climax (L) and not classified (nc)

Continua…



Continued…

PINTO, L.V.A. et al.

R. Árvore, Viçosa-MG, v.29, n.5, p.775-793, 2005

779

CANNABACEAE



Celtis iguanaea (Jacquin) Sargent

R

RA



RA

RA

RA



P

16940


Celtis pubescens Sprengel

R

P



17001

CANELLACEAE



Cinnamodendron dinisii Schwacke

RA

S



17081

CHLORANTHACEAE



Hedyosmum brasiliense Mart.

RA

RA



RA

RA

RA



L

15170


CLETHRACEAE

Clethra scabra Pers.

A

R



L

10628


CLUSIACEAE

Calophyllum brasiliense Cambess.

R

RA



R

S

12844



Garcinia gardneriana

A

S



16454

(Planchon & Triana) Zappi



Vismia brasiliensis Choisy

R

R



A

L

15508



CUNONIACEAE

Lamanonia ternata Vell.

RA

L



15965

EBENACEAE



Diospyros inconstans Jacquin

R

L



14821

ELAEOCARPACEAE



Sloanea monosperma Vell.

R

S



12809

ERYTHROXYLACEAE



Erythroxylum ambiguum Peyr.

R

R



R

n c


3527

Erythroxylum deciduum A.St.-Hil.

R

RA



RA

R

RA



RA

R

S



11231

Erythroxylum pelleterianum

R

S



11237

A.St.-Hil.

EUPHORBIACEAE

Alchornea glandulosa

R

P



16783

Poepp. & Endl.



Croton floribundus Sprengel

R

P



12812

Croton urucurana Baillon

R

RA



P

13191


Pera glabrata (Schott) Poepp.

R

RA



R

R

L



16442

Sapium glandulosum (L.) Morong

A

R



A

L

16443



Sapium obovatum Klotzsch

R

n c



7442

Savia dictyocarpa (Müll.Arg.)

R

S



15383

Müll.Arg.



Sebastiania brasiliensis Sprengel

A

S



16788

Sebastiania commersoniana

RA

P



16789

(Baillon) Smith & Downs

FABACEAE CAESALPINIOIDEAE

Bauhinia forficata Link

R

L



15596

Bauhinia longifolia (Bongard)

R

R



RA

R

L



12452

Steudel


Cassia ferruginea (Schrad.) Schrad.

R

L



12869

Copaifera langsdorffii Desf.

R

RA



RA

R

R



RA

RA

S



12861

Senna macranthera (Vell.)

R

P



11558

Irwin & Barneby

FABACEAE FABOIDEAE

Dalbergia villosa (Benth.) Benth.

R

L



17129

Lonchocarpus cultratus (Vell.)

R

L



17018

Az.Tozzi & H.C.Lima



Lonchocarpus muehlbergianus

R

L



17098

Hassler


Lonchocarpus subglaucescens

R

n c



17145

Mart. ex Benth.

Degradada

Perturbada

Difusa

Pontual


Difusa

Pontual


Famílias e Espécies

DD1


DD2 DD3 DP1

DP2 DP3


PD1

PD2 PD3 P P 1

P P 2

P P 3


GE* Registro

Tabela 1 – Cont.

Table 1 – Cont.

Continua…



Continued…

Estudo da vegetação como subsídios para propostas …

R. Árvore, Viçosa-MG, v.29, n.5, p.775-793, 2005

780

FABACEAE FABOIDEAE



Machaerium brasiliense Vogel

A

L



15797

Machaerium hirtum (Vell.) Stellfeld

RA

A



RA

RA

L



16847

Machaerium nictitans (Vell.) Benth. A

R

A



R

RA

RA



RA

R

A



L

17021


Machaerium stipitatum (DC.) Vogel

R

R



R

L

17019



Machaerium villosum Vogel

R

R



L

16844


Platypodium elegans Vogel

A

R



R

R

L



14817

FABACEAE MIMOSOIDEAE



Acacia glomerosa Benth.

R

RA



R

L

16849



Albizia polycephala (Benth.) Killip

RA

L



12871

Inga striata Benth.

RA

RA



L

12869


Piptadenia gonoacantha

A

RA



P

12867


(Mart.) Macbr.

Xylosma ciliatifolium (Clos) Eichler

R

R



L

17288


Xylosma prockia (Turcz.) Turcz.

R

R



L

12837


ICACINACEAE

Citronella paniculata (Mart.)

R

RA



S

12388


Howard

LACISTEMATACEAE



Lacistema hasslerianum Chodat

R

R



R

R

R



RA

S

17110



LAURACEAE

Aiouea costaricensis (Mez) Kosterm.

R

RA



R

S

14484



Aniba firmula (Nees & Mart.) Mez

A

S



12211

Cinnamomum glaziovii (Mez)

R

S



12847

Vattimo


Endlicheria paniculata (Sprengel)

R

S



16805

Macbr.


Laurus nobilis L.

RA

S



2430

Nectandra grandiflora Nees

RA

S



12849

Nectandra nitidula Nees

RA

RA



RA

R

R



RA

RA

L



16530

Nectandra oppositifolia Nees

RA

R



RA

A

S



15961

Ocotea corymbosa (Meisner) Mez

R

L



13140

Ocotea dispersa (Nees) Mez

R

S



15050

Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer

A

R



S

13866


Ocotea puberula (Rich.) Nees

A

L



16632

Ocotea pulchella Mart.

RA

RA



RA

R

RA



RA

RA

L



14313

Ocotea silvestris Vattimo

R

L



15400

Ocotea velutina (Nees) Rohwer

R

L



16537

Persea pyrifolia Nees & Mart.

R

R



R

A

R



RA

L

12850



Persea venosa Nees & Mart.

A

n c



12833

LOGANIACEAE



Strychnos brasiliensis (Sprengel)

R

S



16839

Mart.


LYTHRACEAE

Lafoensia pacari A.St.-Hil.

R

L



11896

MAGNOLIACEAE



Talauma ovata A.St.-Hil.

RA

RA



RA

RA

RA



RA

R

RA



S

10193


MALPIGHIACEAE

Byrsonima coccolobaefolia Kunth

R

14438



Byrsonima laxiflora Griseb.

R

L



12887

Heteropterys byrsonimifolia A.Juss.

R

R



P

12886


MALVACEAE

Luehea divaricata Mart. & Zucc.

RA

RA



RA

L

16844



MELASTOMATACEAE

Leandra aurea (Cham.) Cogn.

R

n c



17140

Leandra gardneriana Cogn.

R

n c



17122

Degradada

Perturbada

Difusa


Pontual

Difusa


Pontual

Famílias e Espécies

DD1

DD2 DD3 DP1



DP2 DP3

PD1


PD2 PD3 P P 1

P P 2


P P 3

GE* Registro





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