Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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RAFAIANNE QUEIROZ DE MORAES


Resumo: Diabetes mellitus é uma síndrome caracterizada por hiperglicemia que altera o metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. O diabete é uma síndrome de enorme importância, pois afeta cerca de 9% da população mundial. Embora diversas drogas sejam utilizadas para controlar o diabete, o controle glicêmico perfeito é raramente atingido. Desta forma, novas alternativas são investigadas, dentre elas o uso de plantas medicinais, como por exemplo, a Hancornia speciosa, conhecida popularmente como mangaba ou mangabeira. Em vista disso, o objetivo deste trabalho foi verificar o efeito do extrato aquoso das folhas de Hancornia speciosa no metabolismo glicêmico de ratas não-diabéticas e diabéticas. Para isto, ratas Wistar foram divididas em 4 grupos: Rratas não-diabéticas tratadas com água (Controle, n=8) ou com extrato da planta (Tratado, n=9), e ratas diabéticas tratadas com água (Diabético, n=8) ou com extrato da planta (Diabético Tratado, n=9). O diabete foi induzido por Streptozotocin (via i.v., 40 mg/kg). O tratamento foi realizado diariamente, por 21 dias consecutivos, através de gavage, na dose de 400 mg/kg. Nos dias 0, 7 14 e 21 de experimento foram medidos a glicemia capilar de todas as ratas. No 15º. dia de experimento foi realizado o teste tolerância a glicose (TTG). Os resultados mostraram que o tratamento com o extrato aquoso de folhas de Hancornia speciosa, na dose utilizada, não alterou nenhum parâmetro estudado nos animais não-diabéticos. Nos animais com diabete induzido por Streptozotocin, a planta não modificou os níveis glicêmicos ao longo do experimento e não alterou o TTG.

Palavras-chave: Hancornia speciosa, Diabetes mellitus, plantas medicinais, ratos.

Título: EFICIÊNCIA DE CONSUMO E RUMINAÇÃO DA FIBRA EM OVINOS ALIMENTADOS COM SILAGEM DE CAPIM MARANDU COM RESÍDUO DE CERVEJARIA

Orientador: GUILHERME RIBEIRO ALVES/ GUILHERME RIBEIRO ALVES

Autor(es):

DANIELA APARECIDA PRADO


GABRIEL HENRIQUE BORGHETTI LEMES

GUILHERME RIBEIRO ALVES



Resumo: A alimentação dos animais representa o maior custo da atividade pecuária, principalmente no período seco do ano, quando é necessária a utilização de fontes alternativas com melhor relação custo/benefício e que não concorram diretamente com a alimentação humana. Por conseguinte, objetivou-se com o experimento avaliar a eficiência de ingestão e ruminação da matéria seca (MS) e da fibra em detergente neutro (FDN) em ovinos alimentados com silagens de capim-marandu. Foram utilizados no experimento 20 ovinos, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos: silagem de capim marandu; silagem de capim marandu com 10% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 20% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 30% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 40% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas, e quatro repetições por tratamento. Os animais foram alojados em baias individuais de 1,5 m2, providas de cocho de ração, cocho de sal e bebedouro individuais, e com piso de alvenaria. O período de avaliação teve duração de 21 dias, sendo 15 para a adaptação às dietas e seis para as coletas de dados. No registro do tempo despendido em alimentação e ruminação, adotou-se a observação visual dos animais a cada 10 minutos, feita por seis observadores treinados, em sistema de revezamento, posicionados estrategicamente de forma a não incomodar os animais, o que totalizou 432 observações no período. Foi realizada analise estatística, sendo a escolha dos modelos baseadas na significância dos parâmetros de regressão, testada pelo teste t (P<0,05), e nos valores dos coeficientes de determinação. A eficiência de ingestão (g MS/hora) foi significativa (P<0,05), por meio de comportamento quadrático (Y=175,27+0,371X -0,0015X2, R2=89,14), a equação apresentou nos níveis de 0, 20 e 40% de resíduo de cervejaria desidratada valores de 175,270, 182,09 e 187,42 g/MS, respectivamente, e a eficiência de ingestão de FDN, apresentou comportamento linear crescente (Y=55,398+2,0093X, R2=90,55), nesses níveis apresentou valores de 55,39, 95,58 e 135,77 g/MS, respectivamente. Desse modo houve aumento na eficiência de ingestão da FDN de 2% para cada 1% de resíduo de cervejaria desidratada incluídos na ensilagem do capim. Para a eficiência de ruminação da matéria seca (g MS/hora), foi observado comportamento quadrático da equação (Y=85,332+2,070X-0,0474X2, R2=96,72), sendo o valor máximo estimado de 107,93 g/MS, com o nível de 21,83% de resíduo de cervejaria desidratada adicionado na ensilagem do capim marandu. A eficiência de ruminação da fibra em detergente neutro (g MS /hora) teve resposta linear crescente (Y=32,152+0,596X, R2=86,63), em que cada 1% de inclusão de resíduo de cervejaria na ensilagem de capim, promoveu aumento de 0,59 pontos percentuais. Conclui-se que níveis intermediários de resíduo de cervejaria desidratada na ensilagem de capim-marandu já seriam eficientes no consumo e ruminação dessas silagens.

Palavras-chave: aditivo, conservação de forragens, hábito alimentar

Título: EFICIÊNCIA DE CONSUMO E RUMINAÇÃO DA FIBRA EM OVINOS ALIMENTADOS COM SILAGEM DE CAPIM MARANDU COM RESÍDUO DE CERVEJARIA

Orientador: GUILHERME RIBEIRO ALVES/ GUILHERME RIBEIRO ALVES

Autor(es):

DANIELA APARECIDA PRADO


GABRIEL HENRIQUE BORGHETTI LEMES

GUILHERME RIBEIRO ALVES


Resumo: A alimentação dos animais representa o maior custo da atividade pecuária, principalmente no período seco do ano, quando é necessária a utilização de fontes alternativas com melhor relação custo/benefício e que não concorram diretamente com a alimentação humana. Por conseguinte, objetivou-se com o experimento avaliar a eficiência de ingestão e ruminação da matéria seca (MS) e da fibra em detergente neutro (FDN) em ovinos alimentados com silagens de capim-marandu. Para o experimento foram utilizados 20 ovinos, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos: silagem de capim marandu; silagem de capim marandu com 10% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 20% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 30% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 40% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas, e quatro repetições por tratamento. Os animais foram alojados em baias individuais de 1,5 m2, providas de cocho de ração, cocho de sal e bebedouro individuais, e com piso de alvenaria. O período de avaliação teve duração de 21 dias, sendo 15 para a adaptação às dietas e seis para as coletas de dados. No registro do tempo despendido em alimentação e ruminação, adotou-se a observação visual dos animais a cada 10 minutos, feita por seis observadores treinados, em sistema de revezamento, posicionados estrategicamente de forma a não incomodar os animais, o que totalizou 432 observações no período. Foi realizada analise estatística, sendo a escolha dos modelos baseadas na significância dos parâmetros de regressão, testada pelo teste t (P<0,05), e nos valores dos coeficientes de determinação. A eficiência de ingestão (g MS/hora) foi significativa (P<0,05), por meio de comportamento quadrático (Y=175,27+0,371X -0,0015X2, R2=89,14), a equação apresentou nos níveis de 0, 20 e 40% de resíduo de cervejaria desidratada valores de 175,270, 182,09 e 187,42 g/MS, respectivamente, e a eficiência de ingestão de FDN, apresentou comportamento linear crescente (Y=55,398+2,0093X, R2=90,55), nesses níveis apresentou valores de 55,39, 95,58 e 135,77 g/MS, respectivamente. Desse modo houve aumento na eficiência de ingestão da FDN de 2% para cada 1% de resíduo de cervejaria desidratada incluídos na ensilagem do capim. Para a eficiência de ruminação da matéria seca (g MS/hora), foi observado comportamento quadrático da equação (Y=85,332+2,070X-0,0474X2, R2=96,72), sendo o valor máximo estimado de 107,93 g/MS, com o nível de 21,83% de resíduo de cervejaria desidratada adicionado na ensilagem do capim marandu. A eficiência de ruminação da fibra em detergente neutro (g MS /hora) teve resposta linear crescente (Y=32,152+0,596X, R2=86,63), em que cada 1% de inclusão de resíduo de cervejaria na ensilagem de capim, promoveu aumento de 0,59 pontos percentuais. Conclui-se que níveis intermediários de resíduo de cervejaria desidratada na ensilagem de capim-marandu já seriam eficientes no consumo e ruminação dessas silagens.
Palavras-chave: Palavras-chave: aditivo, conservação de forragens, hábito alimentar

Título: EMPREGO DE AVALIAÇÕES DESTRUTIVASEM MADEIRAS DE ESPÉCIES AMAZÔNICAS SUBMETIDAS A ENSAIOS DE CAMPO

Orientador: JANAINA DE NADAI CORASSA

Autor(es):


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