Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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WASHINGTON FERREIRA FARIA


Resumo: No Brasil, a utilização de plantas no tratamento de doenças apresenta, fundamentalmente, influências da cultura indígena, africana e européia. Essas influências que deixaram marcas profundas nas diferentes áreas de nossa cultura constituem a base da medicina popular que, há algum tempo, vem sendo retomada pela medicina natural, que procura aproveitar suas praticas, dando-lhes caráter. Devido a seus vários ecossistemas o Brasil apresenta uma grande diversidade na flora, distribuída no Mato Grosso em cerrado, pantanal e floresta amazônica. A maior parte das espécies do pantanal continua ainda desconhecida tanto no ponto de vista químico quanto no farmacológico. A família Rutaceae contém cerca de 150 gêneros e 1500 espécies, que estão distribuídas nos trópicos, subtrópicos e regiões temperadas do hemisfério sul. No Brasil está representada por mais ou menos 29 gêneros e 182 espécies. Muitos estudos taxionômicos têm sido realizados com Rutaceae devido a sua riqueza em compostos químicos, consistem de alcalóides, cumarinas, lignanas, amidas e terpenos. O gênero Zanthoxylum (Rutaceae) compreende mais de 200 espécies e encontra-se distribuído em todo mundo. No Pantanal, espécies de Zanthoxylum em geral, são denominadas de mamica-de-cadela ou mamica-de-porca. Sob o ponto de vista farmacológico, ao gênero Zanthoxylum são atribuídas diversas atividades, tais como, antichagásica, tripanocida, antiplasmódica, anti-HIV, antiinflamatória, anti-helmíntica, entre outras de interesse medicinal. A espécie Zanthoxylum rigidum é popularmente conhecida como hualaja, sua madeira é usada na construção de casas. Devido à escassez de estudo químico e farmacológico de Z. rigidum, optou-se por estudá-la. Este trabalho registra-se o resultado do estudo fitoquímico das cascas das raízes de da espécie em questão, podendo ser uma fonte de novas substâncias com atividades biológicas. As cascas do caule de Zanthoxylum rigidum foram coletadas na Fazenda Nossa Senhora de Fátima, localizada na estrada Poconé-Porto Cercado, km 8, município de Poconé/MT, no dia 19/09/2011. E a espécie foi identificada pela Dra. Rosilene Rodrigues Silva, do Herbário Central da Universidade Federal do Mato Grosso, onde está depositada uma exsicata de número 38648. As cascas do caule foram secas em temperatura ambiente. Em seguida o material botânico (2970 g) foi submetido a extrações sucessivas a frio com os solventes etanol e água na proporção 7:3, para a obtenção do extrato hidroalcoólico. O mesmo foi submetido à partição sólido-líquido com hexano, acetato, e metanol. O substratro metanólico foi submetido a uma extração alcaloidica, onde o mesmo foi acidificado, com ácido acético P.A, homogeneizado e colocado em repouso por 24hs em temperatura ambiente, depois desse período foi basificado com NH4OH, e deixado em repouso na geladeira por mais 24hs, após esse período, filtrou-se esse material, e adicionou 2000ml de CH2Cl2 (dicloro metano P.A), logo após, foi acrescentado Na2SO4 (Sulfato de Sódio Anidro P.A) para retirar totalmente a água. O substrato foi rota evaporado, originando um substrato alcaloidal.

Palavras-chave: Zanthoxylum rigidum, Rutaceae, Alcaloides

Título: ESTUDO FITOQUÍMICO DE PLANTAS DO CERRADO: CAGAITA (EUGENIA DYSENTERICA, MYRTACEAE) AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DOS EXTRATOS E FRAÇÕES

Orientador: RICARDO STEFANI

Autor(es):

SARAH BÁRBARA CAMPAGNOLO


Resumo: O Cerrado, dentro da biodiversidade brasileira, é fonte de muitas espécies vegetais que desempenham importante papel na medicina popular. Neste cenário destacam-se espécies da família Myrtaceae, sendo o gênero Eugenia um dos maiores desta família. Este se encontra bem representado no Brasil, podendo-se citar como representante Eugenia dysenterica DC conhecida popularmente como cagaiteira. Quanto ao estudo químico dos frutos de Eugenia dysenterica DC, não foram encontrados relatos na literatura sobre o isolamento e a identificação de substâncias do metabolismo secundário existentes nos frutos da cagaita, entretanto a atividade antioxidante já foi demonstrada para essa espécie. Desta forma, foram obtidos extratos de frutos verdes e maduros, sendo posteriormente realizada uma triagem fitoquímica preliminar, determinação do perfil cromatográfico, fracionamento (separação liquido-liquido e cromatografia em Coluna) e teste quantitativo da atividade antioxidante dos extratos e frações obtidas. Foi possível determinar nos extratos a presença de taninos, flavononóis e flavanonas bem como dos pigmentos, antocianinas e antocianidinas. No teste antioxidante, o extrato detentor de maior atividade foi o obtido a partir de Acetona:água na proporção 8:2 de frutos verdes, no fracionamento, tanto por separação liquido-liquido quanto na cromatografia em Coluna, as frações desse mesmo extrato tiveram destaque.

Palavras-chave: Eugenia dysenterica, atividade antioxidante

Título: ESTUDO FITOQUÍMICO DOS CIPÓS DE SIOLMATRA BRASILIENSIS (COGN.) BAILL. (CUCURBITACEAE).

Orientador: PAULO TEIXEIRA DE SOUSA JUNIOR

Autor(es):

CARLOS HENRIQUE CORRÊA DOS SANTOS


Resumo: Siolmatra brasiliensis é uma planta trepadeira de pequeno porte, pertencente à família das Cucurbitáceas, popularmente conhecida por “Taiuiá”. Tem uso medicinal como depurativo, antissifilítico, antidiabético (com base no uso popular*), seus frutos são ricos em saponinas. Apesar da importância de S. brasiliensis para a medicina popular, não foram encontrados na literatura estudos químicos ou relatos sobre ensaios de atividade antidiabética para esta espécie.

Os cipós de S. brasiliensis (6,7 Kg) foram coletados no município de Nobres, Mato Grosso. Depois de triturados os cipós foram submetidos à maceração hidroetanólica (30:70), com retirada do macerato de sete em sete dias, seguida de filtração e evaporação do solvente em evaporador rotativo. O extrato concentrado foi colocado em estufa de circulação para retirada de excesso de água, tendo sido obtidos 249,14 g (4,55%).

Uma parte do extrato (56 g) foi submetida à partição sólido-líquido com eluição isocrática de solventes (clorofórmio, acetato de etila e metanol) obtendo-se os subextratos: clorofórmico (1,2 g), acetato de etila (22 g) e metanólico (19 g). O subextrato acetato de etila foi submetido à cromatografia em coluna clássica (38 cm de altura por 6 cm de diâmetro). A eluição foi feita com gradientes de solvente em acetato de etila e metanol, de onde se obtiveram 95 frações de aproximadamente 50 mL. As frações foram analisadas em cromatografia em camada delgada, reveladas em vanilina sulfúrica e agrupadas por similaridade de fator de retenção (Rf). Formaram-se então sete grupos (A1 a A7).

O grupo A4 foi submetido à cromatografia em coluna de Sephadex – LH20 (38 cm de altura por 4 cm de diâmetro) eluída em gradiente de diclorometano e metanol. Obtiveram-se 66 frações que foram analisadas em cromatografia em camada delgada e agrupadas por similaridade de Rf. Formaram-se então três grupos (A41 a A43). O grupo A41 foi submetido à cromatografia em coluna clássica em sílica gel (35 cm de altura por 3 cm de diâmetro) eluída em sistema isocrático de diclorometano + metanol (80:20), de onde foram isolados os compostos SB1 (4 mg), SB2 (5 mg) e SB3 (27 mg). O grupo A43 foi submetido à cromatografia em coluna clássica em sílica gel (27 cm de altura por 2,5 cm de diâmetro) eluída em gradiente crescente de polaridade entre diclorometano e metanol, onde coletaram-se 100 frações de aproximadamente 4 mL. De A43 foram isolados os compostos SB4 (31 mg) e SB5 (119,5 mg).

Os compostos isolados ainda passam por análises espectrométricas para posterior elucidação estrutural. Testes antidiabéticos estão em andamento no Laboratório de Bioquímica (Pesquisa) do Departamento de Química.
*Comunicação pessoal.

Palavras-chave: Siolmatra brasiliensis, cucurbitaceae.

Título: ESTUDO HISTÓRICO SOBRE O ESPORTE ADAPTADO NO MUNICÍPIO DE CUIABÁ.

Orientador: JULIANA APARECIDA DE PAULA SCHULLER

Autor(es):

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