Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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LAILA NATASHA SANTOS BRANDÃO


Resumo: O Conidiobolus lamprauges, um fungo zigomiceto, causador da conidiobolomicose que é caracterizada como uma rinossinusite crônica granulomatosa severa, tanto em animais quanto em humanos. Esta patologia é endêmica na região Nordeste do país, e frequentemente diagnosticada no estado de Mato Grosso em ovinos. Sua capacidade em se adaptar e crescer no hospedeiro, que possui temperatura superior ao ambiente, vem sendo apontado como fator de virulência em fungos que infectam animais, porém quanto ao C. lamprauges há pouca informação disponível sobre tal fenômeno. Sendo assim, identificar genes com expressão diferencial em C. lamprauges cultivado a 30 e 37°C através da técnica de Análise de Diferença Representacional (RDA), se torna importante para aprofundar o conhecimento nessa espécie de fungo. C. Lampruges isolados de ovinos doentes foram cultivados em ágar sabouraud dextrose 2%, às temperaturas de 30 e 37°C, posteriormente realizou-se a extração de RNA, síntese de cDNA e construindo assim duas bibliotecas subtraídas, das quais obteve-se um conjunto de 120 EST, que foram analisadas e sequenciadas, possibilitando a identificação de uma enzima glicolítica denominada enolase que foi diferencialmente expressa a 37°C, a qual exerce papel tanto na interação patógeno-hospedeiro e virulência, como no crescimento do fungo em altas temperaturas. A técnica de RDA, que identifica diferenças entre duas poupulações de RNA, foi utilizada para analisar transcritos de C. lamprauges em função da temperatura revelando um gene com potencial envolvimento na relação patógeno-hospedeiro e virulência do fungo.

Palavras-chave: Temperatura, Expressão Diferencial, Conidiobolus lamprauges.

Título: GENES TERMORREGULADOS DIFERENCIALMENTE EXPRESSOS EM CONIDIOBOLUS LAMPRAUGES

Orientador: VALÉRIA DUTRA

Autor(es):

LETÍCIA CAMARA PITCHENIN


Resumo: O fungo zigomiceto Conidiobolus lamprauges é o patógeno responsável pela conidiobolomicose, uma rinossinusite crônica granulomatosa severa em animais e humanos. É endêmica em ovinos no nordeste do país, e com vários casos diagnosticados em Mato Grosso. Um atributo de virulência de fungos é a capacidade de adaptação, onde passam a apresentar crescimento a altas temperaturas no hospedeiro, porém em C. lamprauges pouca informação é disponível sobre este fenômeno. Para a avaliação de possíveis fatores de virulência associados a temperatura em C. lamprauges utilizou-se a técnica de Análise de Diferença Representacional (RDA) em amostras de C. lamprauges cultivado a 30 e 37°C. As amostras foram obtidas de ovinos doentes e o material cultivado em Agar Sabouraud dextrose 2%, às temperaturas de 30 e 37°C. A seguir foi realizada a extração de RNA, e a construção de duas bibliotecas subtraídas, de onde obteve-se um conjunto de 120 cDNAs. Posteriormente realizou-se o sequenciamento e análise das sequencias por bioinformática. Foi identificada uma enzima glicolítica denominada enolase diferencialmente expressa a 37°C, sendo possivelmente um gene com potencial participação na relação patógeno-hospedeiro e virulência do fungo, comprovando a viabilidade da técnica de RDA para a análise de transcritos de C. lamprauges.

Palavras-chave: RDA, Expressão Diferencial, Conidiobolus lamprauges, cDNA

Título: GEOQUÍMICA PRELIMINAR E PETROGRAFIA DA SUITE INTRUSIVA PINDAITUBA - INDIAVAÍ-MT

Orientador: ANA CLÁUDIA DANTAS DA COSTA

Autor(es):

GABRIELA HERNANDES VILLANI


Resumo: As rochas que compõem a Suíte Intrusiva Pindaituba (SIP) ocorrem como batólitos, stocks e diques expostos em blocos, sendo a mesma formada por quatro corpos graníticos denominados de: Sapé, Lucialva, Indiavaí e Pindaituba (Ruiz, 2005). Esta Suíte localiza-se no Terreno Jauru, Província Rio Negro-Juruena, porção SW do Cráton Amazônico, aflorando na região da Bacia do Plata e sub-bacia Rio-Paraguai e está inserida no Grupo Pontes e Lacerda e no complexo Metavulcanossedimentar Rio Galera (Lacerda Filho, 2004).

A geologia pode ser descrita como granitos típicos, contendo xenólitos de gnaisses e anfibolitos, de composição monzogranítica a granodiorítica e sienogranítica. As rochas da SIP podem ser descritas de maneira geral com cor cinza a cinza avermelhado e textura porfirítica à equigranular. Alguns diques apresentam granulação média a grossa e a textura rapakivi é comum a maior parte da SIP. (Ruiz et al,2009). As características petrográficas evidenciam rochas com granulação variando de fina à média, tendo como base: quartzo, feldspato alcalino, plagioclásio (oligoclásio), biotita, anfibólio; e como acessórios epidoto e opacos. Os corpos distribuídos na região de Indiavaí apresentam, via de regra, foliação de borda e texturas geralmente inequigranulares a porfiríticas. Comum ocorrer feições miloníticas, com porfiroclastos de feldspato potássico e bandamento de quartzo recristalizado e poligonizado.

O quartzo está poligonizado na matriz fina e forma um bandamento proeminente quando a rocha está milonitizada. Comum ocorrer no feldspato alcalino as texturas granofírica, mimerquita, pertita, indicando processos de ex-solução durante a cristalização. O plagioclásio é descrito como oligoclásio, e ocorre incluso no feldspato alcalino, bem como se altera para finas palhetas de mica. A biotita aparece em palhetas de até 1 mm e tem uma orientação forte. O anfibólio não se encontra em cristais inteiros, mas sim em vestígios, resultado da alteração para biotita. O epidoto apresenta-se em cristais com duas formas, ou de formato quadriculado ou em palhetas finas com até 0,2mm. Os minerais opacos ocorrem dispersos na matriz e apresentam borda de reação, caracterizado processo de desopacitização.

Geoquimicamente a SIP é constituída por rochas que são classificadas como riolitos, com composição toleítica, predominante, e cálcio-alcalina. São rochas que se posicionam nos campos de monzogranitos, granito alk-feld, granodiorito e Q-monzodiorito.

Devido a presença de rochas cálcio-alcalinas e toleíticas, que pertencem a séries shoshonitica e high-k cálcio-alcalina, é possível predizer o ambiente de formação da SIP.

O ambiente relacionado é um tectônico de margem continental ativa convergente, com a presença de plateaus e atividade magmática de vulcanismo explosivo, o que formou os riolitos.

Também é relacionado um ambiente de formação em confinamento, onde se formou o granodiorito e o monzogranito, que são rochas plutônicas.

Palavras-chave: GEOQUÍMICA, PINDAITUBA

Título: GERMINABILIDADE DE SEMENTES DE SOLANUM VIARUM E PHYSALIS ANGULATA EM FUNÇÃO DO ARMAZENAMENTO

Orientador: SEBASTIÃO CARNEIRO GUIMARÃES

Autor(es):

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