Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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PATRICIA ROSSATTO CANDIDO


PACIFICA PINHEIRO CAVALCANTI

RAQUEL SANTOS BRITO

Resumo: Diante de uma abordagem positiva da sexualidade humana, faz-se necessário que os profissionais da área da saúde identifiquem as necessidades de sua clientela para poder assisti-las de forma holística. O objetivo da pesquisa foi realizar um levantamento do perfil da vida sexual de mulheres usuárias da atenção primária de Sinop – MT e identificar a incidência de abusos sexuais e traições nessa clientela. Trata – se de um estudo exploratório e descritivo, com abordagem qualitativa e quantitativa. Utilizou-se um formulário semi-estruturado com perguntas abertas e fechadas. Os depoimentos foram apresentados através de codinomes de flores. A pesquisa iniciou-se em julho de 2010 e finalizou-se em junho de 2011, com amostra de 100 mulheres de três Unidades de Saúde da Família do município de Sinop (MT): Boa Esperança, Jardim Botânico e Dr. Carlos Scholtão. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Mato Grosso (n. 009/2011). Os resultados demonstram que a idade das participantes variou de 18 a 85 anos, mediana de 33 anos. Diante do questionamento: Sofreu algum tipo de abuso sexual (beijos, caricias indesejáveis ou até o estupro)?16% referiram ter sofrido algum tipo de abuso sexual, sendo que destas, 7 relataram que sofreram estupro; conforme declaração: “Abuso sexual mesmo, eu tinha 7 anos de idade... Foi como se eu tivesse perdido a infância... E na vida adulta eu não queria ter relação e lembrava dele me ameaçando...ele era um cunhado da minha mãe..nossa menina foi terrível. Com 12 anos outra pessoa tentou abusar de mim e de nojo tentei suicídio e até hoje dói quando penso” (Orquídea). As declarações deixam claro que as pacientes sentem-se inferiores, com medo de que a violência sexual ocorra novamente e perdem a confiança referente aos futuros parceiros. Quando questionadas se já foram traídas, 44% afirmaram que sim. Entre as influências que a traição acarretou à vida sentimental, verifica-se: “Um sentimento de dor profunda, como se fosse inferior, feia, isso me quebrou a credibilidade de confiar no ser homem” (Girassol). Conforme se verifica acima, as mulheres que foram traídas no relacionamento conjugal podem possuir severas marcas psicológicas, sem deixar de mencionar que podem até pegar alguma doença sexualmente transmissível. Conclui-se que o abuso sexual e a traição podem influenciar diretamente nos aspectos psicossociais da mulher, podendo causar baixa auto-estima, desilusão, tristeza, magoa, falta de confiança e até acarretar “cicatrizes emocionais” que poderão dificultar futuras relações sexuais e o relacionamento conjugal como um todo. Salienta-se, ainda, que na consulta de ginecológica de enfermagem a inter-relação da enfermeira com a vítima pode ter influência positiva se for humanizada e sem discriminação. Além disso, o melhor cuidado além do físico é estimular a cliente a criar metas de vida e a mostrar meios de vivenciar sua sexualidade de forma saudável.

Palavras-chave: Enfermagem, estupro, traição.

Título: ACESSO A EDUCAÇÃO SUPERIOR NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS NO ESTADO DE MATO GROSSO

Orientador: TEREZA CHRISTINA MERTENS AGUIAR VELOSO

Autor(es):


RODRIGO DE SOUZA OLIVEIRA


Resumo: O estudo integra o projeto de pesquisa que tem como objetivo analisar e discutir os

processos de acesso a educação superior nas universidades públicas no estado de

Mato Grosso e sua relação com o perfil socioeconômico e cultural de seus alunos

no período entre 2006 e 2013. O Procedimento metodológico caracteriza-se como

uma abordagem quali-quantitativa, utilizando como fonte os bancos de dados das IES

públicas do estado de Mato Grosso, além dos dados do censo da educação superior disponibilizados no site do Inep. Até 2009 o único meio de ingressar numa universidade pública em Mato Grosso era por meio de vestibular, a partir de 2010 a UFMT aderiu ao Sisu. Acredita-se que com essa mudança, o perfil do aluno ingressante na instituição mude, porém analisando os dados preliminares, percebemos que no geral o perfil desse novo aluno não apresentou grande discrepância em relação aos alunos antigos.


Palavras-chave: Acesso, Educação Superior, Instituições de Ensino Públicas

Título: AÇÕES TERRITORIAIS DE VIGILÂNCIA À SAÚDE REPRODUTIVA NA SAÚDE DA FAMÍLIA EM CUIABÁ

Orientador: EDIR NEI TEIXEIRA MANDÚ, ALESSANDRA NOGUEIRA ELIAS



Autor(es):

LILIANE MAIA DE ÁZARA ARAÚJO


Resumo: O estudo aborda as ações de vigilância à saúde reprodutiva realizadas no espaço comunitário e domiciliar da Saúde da Família (SF), em Cuiabá. Seu objetivo é caracterizar as ações territoriais de vigilância à saúde reprodutiva, em relação a que ações são realizadas, em que situações reprodutivas, onde, e por quem. A vigilância territorial à saúde, de uma perspectiva abrangente, compreende: o reconhecimento de necessidades e problemas de saúde dos territórios e a sua consideração nas práticas assistenciais realizadas; a oferta de ações de cura, prevenção e promoção da saúde, com especial valorização da última; a articulação das práticas individuais e coletivas tendo em vista o atendimento integral à saúde; e a vinculação das famílias aos serviços e vice-versa. Para promover a saúde reprodutiva, as ações de vigilância devem englobar: captação precoce de mulheres e/ou homens para participação nas ações ofertadas de saúde reprodutiva (cuidado pré-natal e puerperal, planejamento familiar, ações de cuidado pré-concepcional, dentre outras); busca de faltosos em ações de acompanhamento sistemático; aproximação do serviço das famílias/sujeitos e vice-versa (vínculo); acolhimento que propicie a sua vinculação ao serviço; produção de informações da realidade concreta para o adequado trabalho das equipes; monitoramento de problemas reprodutivos; ações clínicas, educativas e de promoção da saúde reprodutiva; e mobilização de ações necessárias da rede de cuidados. Estudo descritivo, qualitativo, realizado em duas unidades de Saúde da Família do município eleito, escolhidas a partir dos critérios: acesso do pesquisador às informações de interesse e existência de equipe de saúde completa e atuando no território há pelo menos um ano. A coleta de dados, feita de janeiro a junho de 2012, utilizou observação participante de oito agentes comunitários de saúde, duas enfermeiras e um médico. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo temática. A prática territorial de vigilância à saúde reprodutiva é feita sobretudo por agentes comunitários, no espaço domiciliar, via visitas dirigidas a mulheres gestantes e puérperas. As ações compreendem: identificação de possíveis problemas no período gravídico-puerperal e encaminhamento ao serviço local ou de referência; geração de informações em saúde reprodutiva conforme instrumento preconizado pelo Ministério da Saúde para aplicação domiciliar; facilitação do acesso-vinculação da mulher ao serviço pré-natal e a recursos de planejamento familiar; e ações de controle do autocuidado e de comportamentos preconizados, como a amamentação. A vigilância à saúde reprodutiva nem sempre é sistematizada. É necessário implementar ações ordenadas de vigilância à saúde reprodutiva que envolvam toda a equipe local, que extrapolem ações exclusivas de visita domiciliar e que se voltem também ao fortalecimento da autonomia de mulheres e homens e à promoção de sua saúde reprodutiva, para além da fase de gravidez e puerpério.

Palavras-chave: Vigilância da População, Saúde Reprodutiva, Saúde da Família.

Título: ACÚMULO DE PROTEÍNA DE CAPINS BRACHIARIA E SEU HIBRIDO CONVERT HD 364 EM DIFERENTES IDADES E ADUBAÇÃO NITROGENADA

Orientador: ROSEMARY LAÍS GALATTI

Autor(es):

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