Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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JOSÉ LUIZ DA SILVA


RODRIGO TRABACHIN ROCHA

EVERTON CARLOS DRESCH
Resumo: Avaliou-se a germinabilidade de sementes de Solanum viarum e Physalis angulata em função da maturação dos frutos e após 15, 30, 60, 90, 120, 150, 180 e 210 dias de armazenamento. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições. Os frutos , foram coletadas em dois estádios de maturação (verdes e maduros), quando parte da amostra colhida teve suas sementes extraídas e parte foi mantida em repouso até o uso. As parcelas foram constituídas por caixas de germinação com 50 sementes cada, sobre três folhas de papel mata-borrão, umedecidas com água destilada até o ponto de saturação. Após a semeadura as caixas foram mantidas em câmaras de germinação (B.O.D) sob temperatura alternada de 30/20 °C e 12 horas diárias de luz branca. Os ensaios preliminares indicaram que sementes de S. viarum obtidas de frutos imaturos recém colhidos apresentaram germinação de até 59%, enquanto as retiradas de frutos em estádio de maturação completo apresentaram 100% de germinação, valores estes alterados aos 150 dias para 90% e 82%, respectivamente. Enquanto os ensaios preliminares de P. Angulata, indicaram até 97% germinação das sementes obtidas de frutos imaturos e 100% quando maduras, cujo poder germinativo se manteve superior a 85%, após 210 dias de armazenamento.

Palavras-chave: plantas daninhas, joá-bravo, balãozinho.

Título: GERMINAÇÃO DE DIÁSPOROS DE AROEIRA DO SERTÃO (MYRACRODRUON URUNDEUVA) EM DIFERENTES TEMPERATURAS E TEMPOS DE ARMAZENAMENTO

Orientador: VIRGÍNIA HELENA DE AZEVEDO

Autor(es):

GABRIEL DA SILVA BUENO


Resumo: Gabriel da Silva Bueno (PIBIC/UFMT)

Natassya Pereira Barros (VIC/UFMT) - Graduanda do Curso de Agronomia - FAMEV - UFMT

Virgínia Helena de Azevedo (Orientadora) – Depto de Fitotecnia e Fitossanidade - FAMEV – UFMT. E-mail: azevedovh@yahoo.com.br

Patrícia Helena de Azevedo (Colaboradora) – Depto de Fitotecnia e Fitossanidade - FAMEV – UFMT

José Geraldo Magela Ângelo (Colaborador) – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio

Marcela Noelia Rojas Montalvo (Colaboradora) – Graduanda do Curso de Agronomia - FAMEV - UFMT

Myracrodruon urundeuva (Anarcadiaceae), conhecida como Aroeira do Sertão, apresenta excelentes propriedades físicas, químicas e biológicas e está na lista oficial das espécies brasileiras ameaçadas em extinção, devido à exploração que a espécie vem sofrendo de forma predatória. Este trabalho teve como objetivo estudar a germinação de diásporos de Myracrodruon urundeuva sob diferentes temperaturas e tempos de armazenamento. O experimento foi realizado com diásporos coletados no Distrito da Guia-MT. Após coleta, os diásporos foram encaminhados ao Laboratório de Recursos Genéticos da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAMEV) para beneficiamento manual. Os diásporos foram então acondicionados em sacos de papel e armazenados em câmara fria por um período de 9 meses. Para avaliação da qualidade fisiológica dos diásporos foi realizado o teste padrão de germinação, no substrato entre papel. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 5 x 8 (temperaturas e tempos de armazenamento), com 4 repetições de 25 diásporos. As características avaliadas foram: germinação (%), teor de umidade (%) e peso mil (g). Os melhores resultados foram observados até os 90 dias, na condição de armazenamento utilizada. A temperatura que proporcionou melhor germinação dos diásporos de Aroeira foi a de 25º C, sendo que até os 90 dias de armazenamento houve menor variação na germinação dos diásporos. O teor de água variou de 10,9 a 13,1%. O peso de mil diásporos variou de 11,7 a 13,66g.

Palavras-chave: sementes florestais, conservação, aroeira.

Título: GERMINAÇÃO DE ESPÉCIES DE PLANTAS DANINHAS DA FAMILIA POACEAE SOB TEMPERATURAS CONSTANTES

Orientador: FERNANDA SATIE IKEDA

Autor(es):

FERNANDA SATIE IKEDA


DAIENE MAGALI DE ANDRADE CHMIELESKI

Resumo: O trabalho teve por objetivo avaliar a influência de temperaturas constantes na germinação de sementes de espécies de plantas daninhas da família Poaceae que apresentam ocorrência em áreas de pastagem. O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais – UFMT/Sinop, utilizando sementes de Digitaria insularis, Leptochloa virgata, Pennisetum setosum e Sorghum halepense, que foram coletadas manualmente de diversas plantas em áreas de pastagem em experimento de ILPF com gado de leite, pertencentes ao centro de pesquisa da Embrapa Agrossilvipastoril. O ensaio foi conduzido com delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 x 4 com quatro repetições de 30 sementes cada. Nos testes foram retiradas as glumas das sementes de P. setosum e S. halepense, utilizando-se apenas as sementes cheias das quatro espécies estudadas. As sementes foram dispostas em caixas gerbox sobre folha dupla de papel "germitest", umedecido com água destilada equivalente a 2,5 vezes a massa do papel seco. As caixas foram incubadas em três germinadores verticais tipo MANGELSDORF com as temperaturas de 25 oC, 30 oC e 35 oC e fotoperíodo de 12 horas. As avaliações foram realizadas, efetuando-se a contagem diária das ocorrências germinativas, a partir da protrusão da radícula, durante 28 dias após o início do estudo. Os parâmetros avaliados foram porcentagem e índice de velocidade de germinação (IVG), efetuando-se a análise de variância com comparação de médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e transformação dos resultados de porcentagem de germinação pela função arco seno e o IVG pela função . D. insularis foi a espécie que apresentou maior porcentagem e velocidade de germinação entre as quatro espécies estudadas nas temperaturas de 25 oC, 30 oC e 35 oC, obtendo-se 71%, 64% e 84% de germinação, respectivamente. P. setosum não apresentou germinação em nenhuma das temperaturas avaliadas, possivelmente porque as condições de temperatura não foram adequadas para a quebra de dormência das sementes dessa espécie. Não houve diferença entre as três temperaturas em relação à germinação e velocidade de emergência de D. insularis. As temperaturas de 30 oC e 35 oC foram as mais favoráveis à germinação e velocidade de emergência de L. virgata, enquanto para S. halepense a temperatura de 35 oC foi a mais adequada para a espécie. Conclui-se com o trabalho que a temperatura de 35 oC é a mais adequada para a germinação de L. virgata e S. halepense, assim como a de 30 oC para essa última. D. insularis apresenta alta porcentagem e velocidade de germinação para todas as temperaturas estudadas, enquanto para P. setosum essas condições não são adequadas para a sua germinação.

Palavras-chave: plantas daninhas, germinação e temperatura

Título: GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CEREJEIRA (TORRESEA ACREANA DUCK), QUANDO AS SEMENTES FORAM COLETADAS DO CHÃO OU DO INTERIOR DO FRUTO.

Orientador: JOANA MARIA FERREIRA ALBRECHT

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