Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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LUIZ EDUARDO MARCHIORETO


Resumo: O objetivo desta pesquisa foi avaliar a condição fisiológica e física das sementes da espécie Torresea acreana (cerejeira) através da determinação da avaliação da capacidade germinativa, bem como levantar os dados biométricos das sementes colhidas no chão e diretamente na copa das árvores matrizes escolhidas para fins de levantamentos de dados técnico- científico. Os frutos/sementes foram coletadas no campus da Universidade Federal de Mato Grosso em cinco árvores matrizes de Torresia acreana no mês de setembro/2011. Após a coleta, determinaram-se as medições dos dados biométricos das sementes: comprimento, largura e espessura. Paralelamente tomou-se respectivamente amostras correspondente a 100 sementes colhidas do chão e 100 sementes colhidas da copa da árvore, e estas, respectivamente foram submetidas as condições de germinação no germinador B.O.D. Fez-se o acompanhamento da germinação anotando diariamente o numero de sementes o numero de sementes germinadas, o período de germinação foi de 60 dias. Concluiu-se que: as médias de percentagem de germinação, de sementes de Torresea acreana (cerejeira) colhidas no chão e diretamente da árvore diferem entre si estatisticamente segundo o Teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade, sendo que as sementes coletadas na árvore (49% de germinação) obtiveram um resultado inferior as coletadas no chão (70% de germinação). Esperava-se que as sementes coletadas diretamente da árvore apresentassem uma maior percentagem de germinação. No entanto as sementes colhidas no chão apresentaram-se melhor, este fato pode ser explicado pela condição climática da época da coleta (setembro/2011) em que a umidade relativa é muito baixa e a temperatura do solo mais alta, favorecendo uma maior conservação das sementes.

Palavras-chave: germinação, cerejeira, Torresea acreana

Título: GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE SOLANUM AMERICANUM EM FUNÇÃO DO ARMAZENAMENTO DOS FRUTOS E PRÉ-LAVAGEM DAS SEMENTES COM HIPOCLORITO DE SÓDIO

Orientador: SEBASTIÃO GUIMARÃES CARNEIRO

Autor(es):


JOSÉ LUIZ DA SILVA


RODRIGO TRABACHIN ROCHA

EVERTON CARLOS DRESCH
Resumo: Avaliou-se a germinação das sementes de Solanum americanum, com e sem pré-lavagem com hipoclorito de sódio, após 15, 30, 60 e 120 dias de armazenamento. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições. Frutos de Solanum americanum foram coletados numa mesma área e época, sendo armazenados sobre bancada de laboratório, com temperatura entre 22 e 27 °C, até o uso. As sementes foram extraídas dos frutos coletados, sendo parte delas lavada em solução de hipoclorito de sódio a 1% v/v e enxaguadas em água corrente, e parte não lavada. Ambas foram secadas sobre bancada de laboratório à temperatura ambiente. Anteriormente ao teste de germinação as sementes foram limpas e selecionadas por aspectos visuais eliminando-se as malformadas ou com evidências de predação. As parcelas foram constituídas por caixas de germinação com 25 sementes cada, sobre três folhas de papel mata-borrão, umedecidas com água destilada até o ponto de saturação. Após a semeadura as caixas foram mantidas em câmaras de germinação (B.O.D) sob temperatura alternada de 30/20 °C e 12 horas diárias de luz branca. A germinabilidade das sementes é alta, atingindo mais de 90 % nas melhores situações, com grande parte dos indivíduos emitindo raiz primária na primeira semana de incubação. Pré-lavagem das sementes com hipoclorito de sódio não melhora o desempenho germinativo (germinabilidade e velocidade de germinação). Houve maior germinabilidade em sementes após 30 dias de armazenamento.

Palavras-chave: Maria pretinha, Solanum americanum, Plantas daninhas, Germinação

Título: HÁBITO ALIMENTAR DE ASTYANAX SP. (CHARACIDAE) EM CÓRREGOS URBANOS DA REGIÃO SUL DE MATO GROSSO.

Orientador: SIMONI MARIA LOVERDE DE OLIVEIRA

Autor(es):

DANÚBIA JOB ALVES

Resumo: O presente trabalho pretende contribuir para o estudo e conhecimento das comunidades de peixes que habitam os córregos pertencentes à bacia do Alto Paraguai, com o intuito de identificar e conhecer a preferência alimentar de peixes do gênero Astyanax. Foram amostrados seis córregos (Arareau, Escondidinho, Lajeadinho, Lourencinho, Macaco e Queixada) no município de Rondonópolis, Mato Grosso, em duas regiões (rural e urbano) de cada córrego. As coletas foram realizadas no período chuvoso, entre fevereiro e março de 2011. Foram utilizadas redes de arrasto de 3 a 5 mm e passagem de peneira por 15 minutos. Entre os peixes coletados, foi selecionado o Astyanax sp. por estar entre as espécies com maior abundância e ocorrência nos córregos. Depois de identificados, 260 indivíduos de Astyanax sp. tiveram seus dados biométricos amostrados, os estômagos eviscerados e seu conteúdo pesado e alocado em recipientes com álcool 70%, para posterior triagem. A dieta foi descrita por meio das porcentagens de ocorrência e volume, combinados ao Índice Alimentar (IAi). Esta espécie é da família Characidae e possui porte pequeno, assim, nos córregos analisados apresentou em média comprimento total de 55 mm, comprimento padrão de 43 mm, e os indivíduos pesaram em média 3 g. Os alimentos ingeridos por Astyanax sp., tanto no trecho rural quanto urbano, consistiram predominantemente de restos vegetais (folhas e sementes de plantas), restos animais (não identificados) e larvas de insetos. A variação da dieta do Astyanax sp. nos seis córregos estudados foi ampla, no córrego Arareau a preferência alimentar foi por restos vegetais (92,54%), seguida por itens de origem animal (6,42%). No córrego Escondidinho, os restos animais predominaram com 69,37%, precedida de restos vegetais (27,73%). No Lajeadinho houve 62,83% da preferência por restos animais, e os vegetais tiveram importância de 31,03%. No córrego Lourencinho, dos itens ingeridos por Astyanax 77,33% foram representados por restos vegetais, e 20,98% por restos animais. No córrego Macaco os itens vegetais tiveram a importância de 75,43% dos itens analisados, seguido por restos animais que representaram 22,41% do total ingerido pelos indivíduos. Os peixes do córrego Queixada tiveram preferência por restos vegetais (80,84%), porém consumiram 19,01% de restos animais. Os resultados evidenciaram que na região urbana, houve preferência por restos vegetais em quatro dos seis córregos analisados. Já na região rural, a preferência alimentar ficou dividida entre restos animais e restos vegetais. Para esses córregos, Astyanax sp. pode ser descrita como espécie oportunista, tendo hábito onívoro com tendência à herbivoria-insetivoria. A flexibilidade encontrada na dieta dos peixes possibilita aos mesmos explorarem diversos nichos e recursos no ambiente em que vivem, sendo que essas diferenças são essenciais para a manutenção da alta diversidade da ictiofauna.

Palavras-chave: Hábito alimentar; Astyanax;

Título: HIPOGAMIA E CHEFIA DE FAMILIA MONOPARENTAL: INDICADORES SOCIOECONOMICOS DA CHEFIA FEMININA DE FAMILIA BI E MONOPARENTAL NA POF (PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR)

Orientador: PROFESSOR ANDRÉ L. RIBEIRO LACERDA

Autor(es):


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