Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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CYNTIA TREVISAN SOARES


ANDERSON BAYS

Resumo: A soja devido às suas características morfológicas e fisiológicas é muito propensa à deterioração e sensível às práticas inadequadas de manejo durante a colheita e processamento. Apesar de toda a tecnologia disponível à agricultura brasileira, as perdas qualitativas e quantitativas, originadas durante o processo de pós-colheita, ainda não são bem controladas e, durante o armazenamento, a massa de grãos é constantemente submetida a fatores externos biológicos, como bactérias, fungos e insetos. Dentre as modificações deteriorativas pode-se destacar elevação do nível dos ácidos graxos livres. Objetivou-se neste trabalho, avaliar a condição física, sanitária e teor de acidez de cultivares de soja produzida em diferentes regiões de Mato Grosso, analisando a incidência fungica e avariados sobre o teor de acidez dos grãos. Para isto, determinou-se o teor de acidez total em mL de NaOH/100g Ms pela metodologia do Instituto Adolfo Lutz. As amostras foram obtidas de cinco cultivares produzidas no Estado de Mato Grosso, inicialmente foram classificadas conforme o padrão do Ministério da Agricultura e submetidas à identificação de fungos pelo “Blotter Test”. Verificou pelo teste de agrupamento de médias Scott-Knott ao nível de 5%, diferença em todos os cultivares do teor de acidez dos grãos avariados em relação aos picados e bons e para a maioria dos cultivares diferença também entre o teor de acidez de grãos e picados e não danificados. Houve correspondência entre a porcentagem de grãos não danificados, picados e avariados com incidência de fungos fitopatogênicos e o teor de acidez. Verificou correlação positiva entre o teor de acidez e a porcentagem de grãos danificados de 0,78*. Os cultivares com maior percentual de grãos danificados e incidência de fungos apresentaram maior teor de acidez.

Palavras-chave: Glycine max, pós-colheita, deterioração.

Título: INDUÇÃO A RESISTÊNCIA A INTOXICAÇÃO POR MASCAGNIA PUBIFLORA EM OVINOS

Orientador: EDSON MOLETA COLODEL

Autor(es):

LEONARDO PINTAR DE OLIVEIRA


MAYARA INACIO VINCENZI DA SILVA



Resumo: No Brasil, estimam-se grandes perdas na pecuária devido à ingestão de plantas que causam “morte-súbita”. A Mascagnia pubiflora é uma das plantas tóxicas mais importantes da Região Centro-Oeste e é popularmente conhecida como ”suma” no norte e “corona” no Sul do Estado de Mato Grosso. Na época da seca, com a planta em brotação, floração e frutificação, a dose letal das folhas frescas é de aproximadamente 5g/kg/PV e no final da época de chuva com as folhas maduras, ela se situa em torno de 20 g/kg/PV. O quadro clínico patológico principal desenvolvido por animais intoxicados pela Mascagnia pubiflora é o de insuficiência cardíaca aguda causada pelo ácido monofluoracético. Objetiva-se induzir a resistência à intoxicação por Mascagnia pubiflora através da administração oral diária da dose tóxica da planta (0,5g/kg/PV) e também pela transfaunação de líquido ruminal de ovelhas resistentes a outras que não tiveram contato com a planta. As amostras de Mascagnia pubiflora foram coletas no município de Colniza-MT, sendo armazenadas sob refrigeração (4-8°C) por até 30 dias. Foram utilizados 12 ovinos da raça Santa Inês, todos fêmeas com idade entre 1 e 2 anos. Durante o experimento os ovinos foram divididos em três grupos. O primeiro continha quatro ovinos, o segundo cinco e o Grupo Controle era composto por três animais. Realizaram-se exames clínicos diários em todos os ovinos, avaliando-se frequência cardíaca, respiratória e ruminal duas vezes ao dia e imediatamente após as movimentações nas etapas de desafio onde os animais eram submetidos a 10 min de esforço físico, de 6 a 8 horas após a administração da planta. Para os animais do Grupo 1 foram administradas 0,5g/Kg/PV de M. pubiflora durante 20 dias, que correspondeu a fase de indução à resistência. Nesse período 2 dos 4 animais apresentaram sinais de intoxicação evidentes (arritmia, jugular ingurgitada, cifose e andar rígido), necessitando de interrupção no fornecimento da planta. Após a fase de indução os animais passaram por um período de 15 dias sem o consumo da planta e em seguida foram submetidos ao desafio recebendo 1g/Kg/PV da planta durante 3 dias consecutivos. Dois ovinos apresentaram sinais de intoxicação, mas sobreviveram ao desafio. A fase de indução à resistência dos animais do Grupo 2 se deu através da transfaunação de 100 ml de conteúdo ruminal de ovinos do Grupo 1 durante 10 dias. Em seguida foram submetidos ao desafio no qual receberam 1g/kg/PV de folhas de Mascagnia pubiflora por 3 dias consecutivos e nenhum deles apresentou sinais de intoxicação. Após um intervalo de três dias, os ovinos do Grupo 2 receberam a dose de 3g/Kg/PV em uma única administração sem que demonstrassem sinais de intoxicação. O Grupo controle recebeu a dose de 3g/kg/PV a qual foi letal a todos os ovinos desse Grupo. Os resultados apresentados neste experimento confirmam que os ovinos possuem a capacidade de desenvolver resistência ao consumo de Mascagnia pubiflora, sendo que a seleção de flora ruminal capaz de degradar ácido monofluoracético, como observado em ovinos transfaunados, seja a causa desta resistência.

Palavras-chave: Mascagnia pubiflora, indução à resistência, ovinos.

Título: INDUÇÃO A RESISTÊNCIA A INTOXICAÇÃO POR PALICOUREA MARCGRAVII EM OVINOS

Orientador: EDSON MOLETA COLODEL

Autor(es):

LEONARDO PINTAR DE OLIVEIRA


MAYARA INACIO VINCENZI DA SILVA

Resumo: Há no Brasil espécies de plantas que quando consumidas por animais de interesse pecuário causam o quadro clínico de “morte-súbita”. Palicourea marcgravii é a planta mais importante que causa este quadro em ruminantes devido a ampla distribuição, boa palatabilidade, alta toxidez e efeito acumulativo. P. marcgravii tem como principio tóxico o monofluoroacetato de sódio sendo que a dose tóxica da planta para bovinos e ovinos é de 0,6g/Kg/PV e experimentalmente nota-se efeito acumulativo nas administrações diárias de 0,06g/kg após 10 repetições diárias. O objetivo do trabalho é induzir resistência à intoxicação por Palicourea marcgravii através da administração de doses 0,03g/kg e por transfaunação de conteúdo ruminal de ovinos resistentes para susceptíveis. Utilizou-se 15 ovinos, da raça Santa Inês, fêmeas, com a idade entre 1 e 2 anos, clinicamente saudáveis os quais foram divididos em três grupos com 5 animais cada. Durante o experimento os ovinos foram mantidos em baias de 9m2 que recebeu no máximo 3 ovinos cada. A planta utilizada no experimento foi coletada no município de Peixoto de Azevedo, MT, desidratadas em temperatura ambiente, posteriormente moídas e conservadas em temperatura de 4-8°C. Adicionalmente os animais receberam feno e ração comercial para ovinos. O Grupo 1 recebeu 0,03g/kg durante 20 dias, após intervalo de 15 dias foram desafiados com administração da dose letal de 0,6 g/kg dividida em 10 doses diárias, os animais que sobreviveram foram considerados resistentes. O Grupo 2 recebeu por transfaunação, 200 ml de conteúdo ruminal coletado de ovinos do Grupo 1, durante 15 dias consecutivo e logo em seguida esses ovinos receberam 0,06g/kg durante 10 dias. O Grupo 3 foi o controle que recebeu a dose de 0,06g num período de dez dias. Durante o experimento foram realizados exames clínicos diariamente em todos os animais. Os ovinos que morreram foram necropsiados, anotando-se as alterações macroscópicas. Coletou-se fragmento de todos os órgãos os quais foram fixados em formal 10% para estudo histológico. Os ovinos que receberam 0,03g/kg durante 20 dias e os transfaunados sobreviveram. Os ovinos resistentes foram desafiados com dose única de 0,6g/kg e não desenvolveram o quadro clínico de intoxicação,. Um ovino foi desafiado com 1,8g/kg, desenvolveu os quadros clínicos, incordenação, jugular pulsando, tremores, convulsão, queda e andar rígido, mas após três dias animal se recuperou, este mesmo animal após descanso de duas semanas foi desafiado a uma dose de 2,4g/kg desenvolveu o quadro clínico e morreu após 20 horas da intoxicação. Aqueles que não foram submetido a subdosagens e transfaunação não resistiram a dose desafio. Este estudo demonstra que é possível indução a resistência através de subdosagens não tóxicas a qual está relacionada a seleção de flora ruminal com microorganismos capazes de degradar monofluoroacetato de sódio.

Palavras-chave: ovino, Palicourea marcgravii, morte subita, monofloroacetato de sódio.

Título: INFECÇÃO CANINA POR ROTAVIRUS. OCORRÊNCIA DE ROTAVIROSE CANINA NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO.

Orientador: DANIEL MOURA DE AGUIAR

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