Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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GABRIELLA MACEDO DE OLIVEIRA


Resumo: No cultivo da bananeira os adubos orgânicos apresentam grande importância como excelentes fornecedores de nutrientes, além de proporcionarem às plantas maior tolerância ao ataque de pragas e doenças e de promover a liberação de nutrientes de acordo com a sua exigência nutricional ao longo do ciclo. Podem-se utilizar as mais variadas fontes de resíduos disponíveis na propriedade, o que representa aos produtores insumos de baixo custo. Devido à carência de estudos referentes à adubação orgânica de bananeiras, com avaliação da dinâmica dos nutrientes no solo e interferência nos atributos químicos do mesmo, o presente trabalho objetivou gerar informações com relação à fonte de adubo orgânico a ser aplicado na cultura da bananeira nas condições da Baixada Cuiabana, onde a bananicultura tem grandes possibilidades de crescimento. Para tanto, foram avaliados os efeitos de diferentes fontes de adubo orgânico curtido ou compostado na produção das bananeiras `Tropical´ e ‘Grand Naine’ durante o primeiro ciclo de produção. Os tratamentos foram avaliados em blocos ao acaso em esquema fatorial 2x6, constituído pelos cultivares Grand Naine (grupo genômico AAA, subgrupo Cavendish) e Tropical (grupo genômico AAAB, subgrupo Maçã) e seis diferentes fontes de matéria orgânica (T1- esterco de bovino curtido; T2 - esterco de aves curtido; T3 - efluente de suíno; T4 - compostagem à base de esterco de bovino e bagaço de cana; T5 - compostagem à base de esterco de aves e bagaço de cana; T6 - compostagem à base de efluente de suíno e bagaço de cana), sendo os dados comparados pelo teste Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A influência da adubação orgânica nos atributos químicos do solo foi avaliada determinando-se os teores de macronutrientes (potássio, fósforo, cálcio e magnésio) presentes nos solo após a aplicação dos tratamentos, bem como o pH, o teor de matéria orgânica, e calculados a soma de bases (SB), a capacidade de troca catiônica (CTC) e a saturação de bases (V%) do solo. De maneira geral, os tratamentos não influenciaram nos atributos químicos do solo. As seis diferentes fontes de adubo orgânico disponibilizaram em média os mesmos teores de nutrientes para a cultura, proporcionando uma nutrição equilibrada às plantas, sendo possível a nutrição e produção de bananeiras nas condições da Baixada Cuiabana utilizando estercos ou compostos orgânicos.

Palavras-chave: Musa sp.; adubação orgânica.

Título: INFLUÊNCIA DA DIGOXINA E DO VERAPAMIL NA HIPERTROFIA DO MÚSCULO CARDÍACO DE RATOS SUBMETIDOS A TREINAMENTO FÍSICO INTERVALADO

Orientador: DANILO HENRIQUE AGUIAR

Autor(es):

KARYN GISELE DE SOUZA


MAYARA PETRI PIRES

ISABELA SIGNOR
Resumo: Atualmente, a prescrição de atividade física regular tem sido incorporada ao tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca (IC). Aliado a esse tratamento e dependendo das condições de cada paciente são utilizados fármacos, tais como, bloqueadores de cálcio, como o verapamil e digitálicos, como a digoxina, que agem nos canais intracelulares de cálcio, e consequentemente na função cardíaca. Nesse estudo avaliou-se a influência do verapamil e da digoxina associados ao treinamento físico intervalado (TFI) sobre a hipertrofia dos cardiomiócitos de ratos. Foram utilizados ratos Wistar machos, com 60 dias divididos nos grupos: controle (GC), treinado (GT), verapamil (VERA), exercício + verapamil (TVERA), digoxina (DIGO), exercício + digoxina (TDIGO). O TFI foi realizado 1 h/dia, 5 dias/semana durante 60 dias. As drogas foram administradas intraperitonealmente uma vez ao dia nas doses de 30 µg/kg para a digoxina ou 5,0 mg/kg para o verapamil. O tecido cardíaco foi processado em historresina e corado pela técnica de PAS. As lâminas histológicas foram utilizadas para a morfometria celular na qual se utilizou um programa de análise e processamento de imagem para se medir a área, em secção transversal, dos cardiomiócitos da região endocárdica. Foram medidas 200 células para cada animal, totalizando 1000 células para cada grupo experimental. Estatística: ANOVA, Bonferroni, p<0,05. Os resultados indicaram uma diminuição da área dos cardiomiócitos no grupo GT comparado ao grupo GC. Com relação ao uso da digoxina houve uma diminuição da área dos cardiomiócitos do grupo DIGO comparado ao grupo GC e também uma diminuição da área dos cardiomiócitos do grupo TDIGO comparado ao grupo GT. Não houve diferença significativa do grupo TDIGO comparado ao grupo DIGO. Com relação ao uso do verapamil houve um aumento da área dos cardiomiócitos do grupo VERA comparado ao grupo GC. Não houve diferença significativa do grupo TVERA comparado ao grupo GT. Houve uma diminuição da área dos cardiomiócitos do grupo TVERA comparado ao grupo VERA. Concluiu-se que o protocolo de treinamento físico intervalado causou uma redução das células cardíacas. A administração da digoxina isolada e associada ao treinamento físico não promoveu hipertrofia das células cardíacas, enquanto que a administração de verapamil não associada ao TFI promoveu a hipertrofia das células cardíacas. Resultados posteriores de estudos associados serão importantes para que se confirmem os achados do presente trabalho.

Palavras-chave: Digoxina, Verapamil, Hipertrofia, Treinamento Físico

Título: INFLUÊNCIA DA DIGOXINA E DO VERAPAMIL SOBRE A CAPACIDADE FUNCIONAL EM TESTE DE ESFORÇO EM RATOS SUBMETIDOS A TREINAMENTO FÍSICO INTERVALADO

Orientador: MÁRIO MATEUS SUGIZAKI

Autor(es):

KARYN GISELE DE SOUZA


MAYARA PETRI PIRES

ISABELA SIGNOR
Resumo: Fármacos cardiotônicos (ex.: digoxina) e bloqueadores de canais de cálcio (ex.: verapamil) são comumente utilizados no tratamento de cardiopatias. Atualmente, a prescrição de atividade física regular também tem sido incorporada ao tratamento de pacientes cardiopatas. O objetivo do estudo foi avaliar a influência da digoxina e do verapamil sobre a capacidade funcional em teste de esforço máximo de ratos submetidos ao treinamento físico intervalado (TFI).

Foram utilizados ratos Wistar machos, com 60 dias de idade divididos seis grupos: controle (GC, n=8), treinado (GT, n=8), digoxina (DIGO, n=8), treinado+digoxina (TDIGO, n=8), verapamil (VERA, n=8), treinado+verapamil (TVERA, n=8). As drogas foram administradas intraperitonealmente uma vez ao dia nas doses de 30 µg/kg, digoxina e 5,0 mg/kg, verapamil. O teste de esforço progressivo máximo foi realizado em esteira rolante após 60 dias de TF. Avaliou-se o tempo total (Tt), a distância percorrida (Dist), a velocidade média (Vm) e o índice de esforço (IE = Tt x Dist). O TF consistiu de sessões de corrida em esteira rolante 1 h/dia, 5 dias/semana por 60 dias. A intensidade de treino foi 80% da velocidade máxima (Vmáx) atingida no teste de esforço antes do TF por 8 min e 20% da Vmáx por 2 min. Estatística: ANOVA, Bonferroni, p<0,05.

O grupo DIGO não apresentou alteração dos parâmetros funcionais no teste de esforço quando comparados ao grupo GC. O mesmo resultado foi observado no grupo VERA. Os animais treinados (GT, TDIGO e TVERA) apresentaram maior Tt, Dist, Vm e IE em relação aos respectivos controles. Entretanto, os grupos TDIGO e TVERA tiveram pior desempenho quando comparados ao grupo GT. Em conclusão, a associação digoxina e TFI ou verapamil e TFI prejudicaram a capacidade funcional no teste de esforço.

Palavras-chave: digoxina. verapamil. treinamento físico, coracao.

Título: INFLUÊNCIA DA DIGOXINA E DO VERAPAMIL SOBRE A ESTRUTURA E FUNÇÃO CARDÍACA DE RATOS SUBMETIDOS A TREINAMENTO FÍSICO INTERVALADO

Orientador: MÁRIO MATEUS SUGIZAKI

Autor(es):

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