Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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LUANA VUOLLO BOTAN


JOÃO FRANCISCO MALOQUERO TAVARES

GUSTAVO AUGUSTO FERREIRA MOTA

Resumo: Fármacos cardiotônicos (ex.: digoxina) e bloqueadores de canais de cálcio (ex.: verapamil) são comumente utilizados no tratamento de cardiopatias. Atualmente, a prescrição de atividade física regular também tem sido incorporada ao tratamento de pacientes cardiopatas. O objetivo do estudo foi avaliar a influência da digoxina e do verapamil sobre parâmetros bioquímicos em ratos submetidos ao treinamento físico intervalado.

Foram utilizados ratos Wistar machos, com 60 dias de idade divididos seis grupos: controle (GC, n=8), treinado (GT, n=8), digoxina (DIGO, n=8), treinado+digoxina (TDIGO, n=8), verapamil (VERA, n=8), treinado+verapamil (TVERA, n=8). Os fármacos foram diariamente administrados por via intraperitoneal nas doses de 30 µg/kg de digoxina e 5 mg/kg de verapamil, por 60 dias, e ao final deste período foi realizado o teste de esforço progressivo máximo em esteira rolante. A intensidade de treino foi 80% da velocidade máxima (Vmáx) atingida no teste de esforço antes do TF por 8 min e 20% da Vmáx por 2 min. As análises bioquímicas foram realizadas com o uso de kits comerciais (Labtest®) para colesterol e triglicérides (método enzimático), ureia sérica (método enzimático-colorimétrico), creatinina (método por reação com o picrato alcalino) e Aspartato Aminotransferase – AST (método cinético). Estatística: ANOVA, Bonferroni, p<0,05.

O verapamil (GC vs VERA) e sua associação com o treinamento físico (GT vs TVERA vs VERA) não promoveu alterações nos parâmetros bioquímicos . A digoxina isolada (GC vs DIGO) aumentou os níveis plasmáticos de triglicérides (GC = 95,42 ± 23,82; DIGO = 188,40 ± 87,97), mas não alterou os outros parâmetros bioquímicos. Na associação de digoxina com o treinamento físico, não houve alteração nos parâmetros bioquímicos (GT vs TDIGO vs DIGO). Em conclusão, a digoxina e o verapamil não alteraram os parâmetros bioquímicos séricos em ratos submetidos ao treinamento físico intervalado, mas a digoxina isoladamente aumentou os níveis plasmáticos de triglicérides.

Palavras-chave: Influência, digoxina, parâmetros bioquímicos, ratos, treinamento físico, verapamil

Título: INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO DE BACTÉRIAS FIXADORAS DE NITROGÊNIO SOBRE CARACTERÍSTICAS PRODUTIVAS DO MILHO EM CULTIVO DE SAFRINHA

Orientador: ALUÍSIO BRIGIDO BORBA FILHO

Autor(es):


MURILO FERRARI


Resumo: A cultura do milho (Zea mays L.) é um dos carros chefes da economia brasileira. Rico em carboidratos, o milho é um alimento energético, muito versátil, fonte de óleo, fibras e vitaminas, podendo gerar uma grande diversidade de subprodutos. Sua produtividade tem sido garantida pela utilização de quantidades substanciais de fertilizantes nitrogenados. Entretanto, o uso excessivo destes fertilizantes representa riscos de contaminação ambiental, além de acarretar aumento nos custos de produção. O efeito de bactérias do gênero Azospirillum no desenvolvimento do milho e em outras gramíneas tem sido pesquisado nos últimos anos, não somente quanto ao rendimento das culturas, mas também, com relação às causas fisiológicas que, possivelmente, aumentam esse rendimento. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência da inoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio (Azospirillum brasilense), com diferentes modos de aplicação, sobre os componentes de produtividade do milho em cultivo de safrinha. O experimento foi conduzido na Fazenda Santa Luzia, em Campo Verde - MT, seguindo delineamento em blocos ao acaso com quatorze tratamentos e quatro repetições. As parcelas foram compostas por seis linhas de 5,0 m, com espaçamento de 0,90 m por 0,25 m, utilizando as quatro linhas centrais como área útil. Os tratamentos foram formados por diferentes doses e modos de aplicação de bactérias fixadoras do nitrogênio, utilizando o inoculante comercial Masterfix L Gramíneas. Na área útil de cada parcela foram coletadas ao acaso quatro espigas para determinação de número de fileiras, comprimento da maior fileira e peso de mil grãos. Foram obtidos valores médios de 17,7 fileiras de grãos por espiga, 16,3 cm de comprimento de espiga e de 241,7 g de peso de mil grãos, não sendo observada diferença entre as médias dos tratamentos. A inoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio (Azospirillum brasilense), independente do modo de aplicação, não influenciou os componentes de produtividade do milho em cultivo de safrinha.

Palavras-chave: Zea mays; produtividade

Título: INFLUÊNCIA DA MORFINA, FENTANIL E TRAMADOL NA CONCENTRAÇÃO ANESTÉSICA MÍNIMA DO ISOFLUORANO EM PAPAGAIOS VERDADEIROS (AMAZONA AESTIVA)

Orientador: LUCIANA DAMBRÓSIO GUIMARÃES

Autor(es):

LAURA GABRIELA DA CUNHA


LIANNA GHISI GOMES



ADRIANA MASTRANGELLI DA SILVA
Resumo: A demanda de atendimento de aves silvestres vem aumentando, e há poucos relatos sobre anestesia balanceada nesta classe animal. A anestesia inalatória é uma alternativa bastante utilizada em aves, e através da redução da Concentração Anestésica Mínima (CAM) do anestésico inalatório pode-se avaliar a analgesia quando se associa um analgésico ao protocolo anestésico. Para o estudo, foram utilizados 24 papagaios verdadeiros (Amazona aestiva), de idade e sexo desconhecidos, pesando em média 0,385±0,06 kg, clinicamente sadios, baseado nos exames clínico e laboratorial e submetidos a avaliação da influência da morfina, fentanil e tramadol na CAM do isofluorano, e seus efeitos sobre o sistema cardiovascular e respiratório. Para o experimento as aves foram alocadas em gaiolas, possuindo poleiros, e submetidas a jejum sólido de 4 horas e líquido de 2 horas. Foi realizada a contenção física e as aves foram colocadas em decúbito dorsal sobre uma bolsa de água quente (45 e 50°C), e induzidas à anestesia com isofluorano na concentração 3,5V%, administrado por máscara facial conectada ao sistema não reinalatório de Baraka (O2 a 100% de 1,0 L/min). Assim que observado o relaxamento muscular e a perda da consciência foi realizada a intubação orotraqueal, com sonda (2,5 ou 3,0mm) sem balonete, e o anestésico foi reduzido para 1,5V%. A estabilização da anestesia foi determinada através do analisador de gases anestésicos, onde era observado o equilíbrio entre a concentração anestésica no ar expirado e no inspirado, aguardando-se 15 minutos, e então as aves foram submetidas a estímulo nociceptivo através de pinçamento digital, com uma pinça hemostática Carmalt que foi fechada completamente, no segundo dígito, mantendo-se por 1 minuto. Quando o animal manifestava resposta negativa ao estímulo a concentração do anestésico inalatório era reduzida em 20%, aguardava-se a estabilização da anestesia e realizava-se novo estímulo, até que o animal manifestasse resposta positiva, sendo então a concentração anestésica aumentada em 10% a cada resposta positiva até a nova resposta negativa, onde o valor da concentração no ar expirado foi registrado como a CAM do isofluorano daquele indivíduo. Antes da determinação da CAM, foram avaliadas a frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial sistólica, pressão parcial de dióxido de carbono e temperatura cloacal. Aguardou-se 15 dias, e os animais foram divididos 03 grupos, e foi administrado pela via intramuscular morfina (GM - 1mg/kg), fentanil (GF - 0,03mg/kg) e tramadol (GT - 12 mg/kg) para avaliação dos efeitos destes fármacos sobre a CAM do isofluorano, o tempo de extubação, recuperação anestésica e a qualidade do retorno anestésico. Os valores médios da CAM foram de 1,44±0,16; 1,48±0,19; 1,32±0,32 e 1,41±0,25 respectivamente para os grupos isofluorano, morfina, fentanil e tramadol. A CAM do isofluorano na espécie Amazona aestiva foi determinada pelo presente estudo. Observou-se que no sistema cardiorrespiratório não houve alterações significativas, no retorno anestésico o GM apresentou sonolência, e no GF e GT o retorno foi agitado. Os analgésicos, nas doses utilizadas não reduziram a CAM do isofluorano e não promoveram os efeitos analgésicos esperados. Recomenda-se maiores investigações quanto ao efeito analgésico.

Palavras-chave: Amazona aestiva, Analgesia, Isofluorano, Opióides, Papagaios-verdadeiros.

Título: INFLUÊNCIA DA MORFINA, FENTANIL E TRAMADOL NO SISTEMA CARDIOVASCULAR E RESPIRATÓRIO DE PAPAGAIOS VERDADEIROS (AMAZONA AESTIVA) ANESTESIADOS COM ISOFLUORANO.

Orientador: LUCIANA DAMBROSIO GUIMARÃES

Autor(es):

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