Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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HENRIQUE SANTIAGO


Resumo: O cerrado possui a segunda maior diversidade vegetal do mundo, perdendo apenas para Floresta Amazônica. Este trabalho teve como objetivo realizar levantamentos fitossociológicos em três diferentes áreas de cerrado censu stricto para se quantificar a composição florística arbórea da vegetação, sua distribuição, estrutura e espacialização. Essas áreas localizam-se no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, no município de Chapada dos Guimarães, estado de Mato Grosso. Os locais de estudos se encontram próximos a um ponto turístico conhecido como Véu de Noiva, ao lado da Rodovia Emanuel Pinheiro. Foram alocadas 8 parcelas permanentes contínuas de 10 m x 10 m (100 m2), totalizando, assim, nas três áreas, 2400 m2. Incluiu-se na amostragem apenas os indivíduos que apresentassem perímetro igual ou superior a 15 cm, medidos a 30 cm de altura em relação ao nível do solo. Foram amostradas 48 espécies, distribuídas em 23 famílias. A família Caesalpiniaceae apresentou 6 diferentes espécies, seguida das famílias Fabaceae, Myrtaceae e Vochysiaceae com 4 diferentes espécies cada, as demais espécies apresentaram 3 ou menos espécies amostradas. A espécie Davilla nitida apresentou os maiores valores de abundância, frequência e dominância, tendo um alto Índice de Valor de Importância para essas áreas.Outras espécies que apresentaram valores relevantes de Índice de Valor de Importância foram Myrcia albotomentosa, Pouteria ramiflora e Couepia grandiflora. As três áreas apresentaram grande diversidade de espécies e a abundância foi 1458,33 indivíduos por hectare, sendo um número alto para as condições da região. Teve ocorrência de muitas árvores mortas, onde apareceram em 20 das 24 parcelas, a maioria com características de queima, o que é comum no cerrado.

Palavras-chave: Fitossociologia, florística, ecologia do cerrado, Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Título: LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO - PERCEPÇÃO DE GERENTES DE ENFERMAGEM SOBRE O SEU DESENVOLVIMENTO NO PROCESSO DE FORMAÇÃO

Orientador: MARA REGINA ROSA RIBEIRO

Autor(es):

JULEANDREA BIDO CESÁRIO


Resumo: Trabalho integrante do projeto matricial “Práticas Pedagógicas Inovadoras na formação do enfermeiro”, que tem como objetivo compreender, na perspectiva de enfermeiros gerentes de hospitais públicos e privados do município de Cuiabá-MT, como ocorre o desenvolvimento das competências relacionais no curso de graduação em enfermagem, com foco na liderança e comunicação. Estudo descritivo, exploratório e qualitativo. Coleta dos dados por meio de entrevista semi-estruturada orientada por roteiro, com 16 enfermeiros gerentes de nível máximo e intermediário de 8 hospitais público, misto e privado do município de Cuiabá-MT. Dados analisados por meio da análise de conteúdo, modalidade análise temática. Aprovação final CEP/HUJM sob nº 796/CEP-HUJM/2010. Concluímos que os enfermeiros referem-se à liderança como sendo nata, entretanto passível de desenvolvimento. No curso de graduação há abordagem teórica sobre liderança, entretanto poucas práticas oportunizam seu desenvolvimento, como exemplo o estágio curricular. Quanto à competência comunicativa, os enfermeiros referem que há estratégias pedagógicas que contribuem para seu desenvolvimento durante a graduação, dentre elas – apresentação de trabalhos científicos (oralmente e por escrito), dinâmicas de grupo, seminários e palestras na atenção básica. Assim, os resultados revelam a necessidade de adotar metodologias ativas de ensino e possibilitar ao aluno atividades práticas nas quais tenha oportunidades de desenvolver essas competências.

Palavras-chave: Liderança, Formação, Enfermagem

Título: MAPEAMENTO DAS TEMPERATURAS SUPERFICIAIS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE MANSO-MT COM EMPREGO DE IMAGENS MODIS E DADOS MEDIDOS IN LOCO

Orientador: JEATER WALDEMAR MACIEL CORREA SANTOS



Autor(es):

GUSTAVO BENEDITO MEDEIROS ALVES


Resumo: O presente estudo visou avaliar a eficiência das imagens MODIS no mapeamento da temperatura superficial das águas do Reservatório de Manso. Para tanto foram utilizados dados medidos in loco, referentes a dois bancos de dados, sendo um produzido por Furnas (1999-2006) e outro por uma estação automática de coleta de dados - Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental - SIMA do INPE (com dados apenas para o ano de 2004). Além destes, utilizou-se dados de temperatura superficial da água do reservatório obtidos de imagens MODIS/produto MOD11A1. coleção 5, extraídos destas com auxílio de um vetor do limite da lâmina água do reservatório e outro com a localização das estações de coletas. As análises foram realizadas em dois níveis sendo que no primeiro se buscou conhecer a precisão dos valores de temperatura produzidos pelo sensor MODIS através da análise de dados extraídos de 57 imagens com mesmas datas que as medições in loco e com pixels localizados exatamente sobre as posições das estações de coletas. E sobre este conjunto de dados calculou-se equações de regressão linear para se determinar o nível de correlação entre os dados medidos e estimados. No segundo nível, a análise visou caracterizar as variações temporo-espaciais das temperaturas médias das águas superficiais do reservatório tomadas em nível mensal e sazonal, considerando-se as duas estações regime hidrológico regional, tendo em vista, os trimestres de maiores intensidades dos períodos de cheia (janeiro à março) e de vazante (julho à setembro) conforme Rocha (2009) e Liporoni, et al (2007). Para tanto, foram extraídos com auxílio do vetor do limite do reservatório, dados de temperatura da água de 255 imagens MODIS, com os quais se calculou os valores médios mensais e sazonais destas e que também permitiram produzir os mapas com as variações do campo de temperaturas médias superficiais do reservatório de Manso para os períodos de cheia e vazante de toda a série analisada (2001 a 2006). Os resultados indicaram que o nível de correlação de correlação das imagens Modis com os dados coletados in loco foram de 0, 74 de Furnas e de 0,76 com os da bóia SIMA. A temperatura das águas superficiais do reservatório de Manso são mais quentes nas suas bordas (limite água e terra) e próximos a barragem do que no centro. As médias mensais demonstram que águas mais quente ocorreram no mês de janeiro (cheia) e setembro (vazão) do ano de 2001 e mais frias no mês de janeiro de 2004 (cheia) e setembro de 2002 (vazão). A análise da variação interanual destas temperaturas revelam uma nítida tendência de decréscimo para a série analisada tanto no período de cheia como de vazante; e por fim, observou-se também que tais temperaturas sofrem maior oscilação no período de cheia. Assim, conclui-se que as imagens MODIS se apresentam como uma alternativa eficaz e confiável para o monitoramento da qualidade das águas superficiais de grandes corpos hídricos continentais como é o caso dos reservatórios hidrelétricos, sobretudo para estudos que visem avaliar a variação temporo-espacial do campo térmico destes.

Palavras-chave: Reservatório de Manso-MT; Temperatura superficial da água; imagens MODIS.

Título: MAPEAMENTO DE MASSAS DE ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE MANSO-MT POR IMAGENS DO SENSOR MODIS E MEDIDAS IN LOCO

Orientador: JEATER WALDEMAR MACIEL CORREA SANTOS

Autor(es):

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