Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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LAURA BARBOSA DE CARVALHO


Resumo: Com o aumento da demanda por bicombustíveis provenientes de fontes renováveis tem motivado a produção de oleaginosas, as quais após o processo de prensagem para extração do óleo resultam na produção das tortas as quais apresentam elevado potencial de uso na dieta de animais ruminantes. O presente trabalho foi realizado com o objetivo de testar os efeitos da inclusão dos níveis de torta de girassol (0, 7, 14, 21 e 28% na matéria seca) na dieta de ovinos confinados sobre o consumo e a digestibilidade dos nutrientes. Foram utilizados cinco ovinos mestiços deslanados, castrados, com peso corporal médio inicial de 65,59 ± 6,53 kg, por meio de um delineamento em quadrado latino 5 x 5. As dietas foram compostas por 40% volumoso (silagem de milho) e 60% concentrado, o qual foi composto por milho triturado, farelo de soja, uréia/sulfato de amônio, mistura mineral e a torta de girassol inclusa nos níveis supracitados. A dieta era fornecida duas vezes ao dia, sendo as sobras monitoradas diariamente a fim de apresentarem 10% do ofertado. O experimento teve duração de 60 dias com cinco períodos de 12 dias, onde os sete dias iniciais foram destinados à adaptação dos animais e os cinco restantes às coletas das amostras de alimentos, sobras e fezes. O consumo foi determinado pela diferença entre a quantidade de cada nutriente ofertada e as respectivas sobras, bem como o coeficiente de digestibilidade determinado pela diferença entre a quantidade de cada nutriente consumida e a sua excreção fecal. A inclusão da torta de girassol não promoveu efeito (P>0,05) sobre o consumo diário de MS, MO, PB, FDN e FDNi sendo os valores médios observados de 1,25 kg; 1,15 kg; 179,10 g; 400,71 g e 153,93 g, respectivamente. Os consumos de MS e FDN em percentagem do peso corporal também não foram influenciados (P>0,05) pela inclusão da torta de girassol apresentando valores médios de 1,91 e 0,62 %, respectivamente. Para os coeficientes de digestibilidade (CD) da MS, MO, PB e FDN, a inclusão da torta de girassol não promoveu efeito (P>0,05) sobre as variáveis estudadas, sendo observadas médias de 63,9; 66,0; 60,9 e 33,1%, respectivamente. A torta de girassol pode ser adicionada até o nível de 28% da matéria seca na dieta de ovinos sem prejudicar o consumo e digestibilidade dos nutrientes dietéticos.

Palavras-chave: consumo, digestibilidade, co- produtos

Título: NOVILHAS LEITEIRAS SUPLEMENTADAS COM MISTURA MINERAL ADICIONADA OU NÃO DA COMBINAÇÃO DE FONTES DE URÉIA DE RÁPIDA E LENTA LIBERAÇÃO E VIRGINIAMICINA

Orientador: DANIEL DE PAULA SOUSA

Autor(es):

BRUNA GOMES MACEDO


Resumo: A recria de novilhas é de extrema importância para a atividade leiteira. Contudo, essa categoria animal, geralmente, recebe pouca atenção, o que ocasiona um inadequado desenvolvimento e elevada idade ao primeiro parto, tornando a atividade pouco produtiva. O alto custo com a alimentação é um dos fatores responsáveis pelo baixo nível nutricional desses animais e consequente baixo desempenho. Na tentativa de viabilizar um plano nutricional que melhore esses índices produtivos e que ao mesmo tempo, contribua para a redução de custos, a suplementação a pasto com suplementos proteicos tem sido uma alternativa. Juntamente com a suplementação, o uso de aditivos nutricionais que permitam maiores desempenho com menores ingestões de alimento pode, da mesma forma, contribuir para reduzir os custos da suplementação e tornar sustentável a produção animal. Assim, o objetivo do trabalho foi avaliar os efeitos da inclusão de uréia em combinação ou não com uréia de liberação lenta e/ou virginiamicina sobre o consumo, digestibilidade de matéria seca e o desempenho de novilhas leiteiras mantidas em pastagens de capim Tanzânia. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Mato Grosso - UFMT, localizada no município de Santo Antônio do Leverger - MT, durante o período de águas, entre os meses de janeiro a abril de 2011. Foram utilizadas 32 novilhas mestiças Holandês-Gir com aproximadamente 12 meses de idade e peso vivo médio inicial de 200 kg, distribuídas aleatoriamente entre as diferentes estratégias de suplementação. A área experimental destinada aos animais era constituída de 12 piquetes de 0,75 ha, formados com Panicum Maximum Tanzânia. Os tratamentos aplicados aos animais foram os seguintes: SAL- sal mineral; SU - sal mineral + uréia; SUUP- sal mineral + uréia + uréia protegida; SUUPV- sal mineral + uréia + uréia protegida + virginiamicina. Os minerais foram fornecidos a cada três dias no período da manhã. O menor consumo de suplemento foi observado pelas novilhas recebendo SUUPV em relação as que receberam uréia e uréia protegida, no entanto, não diferiram em relação as que receberam apenas sal mineral. Não houve diferenças entre os tratamentos quanto ao consumo de pasto, ao consumo de matéria seca total, ao consumo de proteína e fibra e nem quanto a digestibilidade destes nutrientes. O ganho médio diário das novilhas foi semelhante entre os tratamentos experimentais.

Palavras-chave: Aditivo, nitrogenio não proteico, suplementação a pasto.

Título: O CIRCUITO ESPACIAL DE PRODUÇÃO DA CULTURA DA MANDIOCA EM RONDONÓPOLIS – MT: CIRCULAÇÃO E CONSUMO

Orientador: SÉRGIO SEBASTIÃO NEGRI



Autor(es):

TAYNARA DE CARVALHO NEVES



Neste trabalho, partimos da ideia da existência de dois circuitos produtivos na economia urbana, referente aos países subdesenvolvidos, ou seja, o circuito superior e o circuito inferior. Estes se distinguem principalmente nos quesitos tecnologia, organização e capital. Assim, enquanto no circuito inferior o trabalho é o fator primordial, no superior é o próprio capital que ganha destaque. Partindo destes pressupostos, utilizamos o conceito de circuito espacial de produção, no intuito de contemplar os aspectos da circulação, espaço e produção, especificamente para o cultivo da mandioca. A utilização do conceito de circuito espacial de produção possibilita a análise da circulação de matéria, os fluxos materiais, no seu encadeamento com diversas instâncias geografi¬camente separadas, englobando a produção propriamente dita, a distribuição, a troca e o consumo, de um produto, considerado em seu movimen¬to permanente. É possível verificar, diante a um contexto globalizado que as trocas estão cada vez mais constantes, aumentando assim a operacionalização dos circuitos produtivos. Com isso, encontram-se diversas etapas difusas no espaço, enquanto o comando político, dado pelos agentes hegemônicos, mostram-se tendencialmente mais concentrados. Assim, o conceito de círculos de cooperação no espaço, dado pelos fluxos imateriais, tais como transferências de capitais, ordens e informação, tem como objetivo unificar as diversas etapas de produção que antes eram segmentadas. Devemos, aqui, diferenciar o conceito de cadeia produtiva e do circuito espacial de produção. Na cadeia produtiva busca-se a maior racionalidade econômica entre os agentes e os setores, pressupondo que isso possa gerar benefícios para uma sociedade. Neste caso, os fatores predominantes no processo produtivo, o espaço e a região, são considerados “ambiente externo”, ou seja, não são considerados. Na outra abordagem proposta, dá se o real valor ao espaço geográfico, que possui um papel importante na lógica das atividades econômicas. Assim, partindo da teoria dos dois circuitos de economia urbana, foi possível analisar o circuito espacial de produção da mandioca no município de Rondonópolis-MT. Considerando, dessa forma, a produção, comercialização, distribuição e consumo. Verifica-se que a produção territorial do município se deu com a chegada dos primeiros migrantes no início do século XX, eram eles criadores de gado que deixaram o estado de Goiás em direção a Mato Grosso no intuito de expandir suas atividades pecuaristas. Logo, esses pequenos produtores começaram a produzir alimentos para subsistência, como a mandioca. Hoje em meados do século XXI, o circuito produtivo não se difere muito daquele originalmente implantado em Rondonópolis. Assim, esta atividade econômica é desenvolvida ainda com baixo nível tecnológico, pouco intensivo de capital, em pequenas propriedades de cunho familiar. O excedente é destinado à transformação nas farinheiras, e a outra parte congelada é destinada aos supermercados e feiras. Parte considerável da produção de mandioca também vem sendo adquirida por um setor gastronômico do circuito inferior, os “espetinhos”. Diante disso, é possível constatar que o circuito espacial de produção da mandioca estudado possui um alcance espacial limitado ao município de Rondonópolis.
Palavras-chave: Circuitos produtivos; Circuito Superior;Circuito Inferior; Circuito espacial de produção; Mandioca

Título: O CUIDADO DE ENFERMAGEM A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: OS DESAFIOS E ESTRATEGIAS DO CUIDADO

Orientador: SÔNIA AYAKO TAO MARUYAMA

Autor(es):


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