Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ROSANA APARECIDA DEMARCHI


Resumo: O ENOS (oscilação sul) é um fenômeno climático de grande escala e tem sua origem no Oceano Pacífico Equatorial afetando o tempo e o clima em diversos locais do globo terrestre. Os componentes que formam o ENOS são de ordem oceânica e atmosférica. O (ENOS) apresenta duas fases, (+) quente denominada El Niño, e (-) fria a La Niña. Esta pesquisa estuda as influências do ENOS nos ritmos climáticos de Rondonópolis. O levantamento dos anos de ocorrência dos episódios dos Fenômenos El Niño e La Niña foi realizado no site do INPE, incluindo a intensidade dos mesmos. O tratamento estatístico a partir dos dados meteorológicos da estação do Campus da UFMT em Rondonópolis, da série 1992-2011, exibe o ritmo da variação média mensal e anual (normais climatológicas) da temperatura e precipitação. A partir das normais climatológicas foi possível identificar os desvios da média e as possíveis influências dos fenômenos ao longo da série, especificamente para o EL Niño 1997-1998 e La Niña 2007-2008, anos com forte intensidade. As principais influências observadas nos períodos do El Niño é o aumento significativo nos totais de pluviosidade. Da mesma forma, a média mensal e anual da temperatura em anos de EL Niño supera as normais climatológicas. Para anos de La Niña os dados exibem ritmo climático alterado, sendo que em relação à média histórica os totais de pluviosidade diminuem. Quanto às temperaturas foi verificado que as mínimas absolutas apresentam desvios negativos. Os valores da média de pluviosidade para a série é de 1452 mm anual. Em ano de El Niño, 1997 janeiro e junho a pluviosidade mensal atingiu 681 mm e 169 mm, fora do padrão onde as normais climatológicas apontam 278 mm e 23 mm respectivamente. Em 1998 ainda com EL Niño de forte intensidade os totais de pluviosidade ficaram próximo do normal. Em 2007, com a La Niña, o total de chuva foi de 1.219 mm, sendo bem abaixo da média. Em 2008, apesar do La Niña o total pluviométrico de 1.689 mm apresentou-se acima das normais climatológicas, porém as temperaturas mínimas absolutas ficaram relativamente abaixo da média. Esta avaliação é de suma importância para melhorar a compreensão do clima local quanto às influências causadas pela atuação do ENOS. O conhecimento da tendência de variabilidade climática causada pelos eventos ENOS remetem a possibilidade de se pensar medidas preventivas em relação aos atributos climáticos e a sua composição nas atividades sócio econômicas, tanto para os espaços urbanos quanto aos rurais. O conjunto de procedimentos metodológicos, incluindo-se os fundamentos teóricos do Holorritmo, demonstra que a totalidade das interações entre os fenômenos físicos, naturais, biológicos e sociais entre a escala global e a escala local e micro estão conectados através da circulação geral da atmosfera. Através da configuração dos fenômenos El Niño e La Niña (escala global), que representam anomalias nos campos de pressão, na costa do Pacífico, alterando a circulação dos ventos, provoca variação no ritmo climático de Rondonópolis (escala local) e conseqüentemente nas atividades sócio econômicas interligadas aos atributos climáticos.

Palavras-chave: El Niño-Clima-Rondonópolis

Título: OSCILAÇÃO DOS NEUTRINOS SOLARES EM UM ESPAÇO-TEMPO CURVO EM ROTAÇÃO

Orientador: PROF.º DR.º ADELLANE ARAUJO SOUSA

Autor(es):

WELTON ALVES GONCALVES DE MORAES


Resumo: Neutrinos que são produzidos no sol chegam à Terra. Segundo a teoria de oscilações de neutrinos, um neutrino com sabor fixo, que é emitido pelo sol torna-se uma superposição de três neutrinos, ou seja, eles se misturam durante a viagem. Neste caso, mesmo que apenas um tipo de neutrino seja emitido pelo Sol, à probabilidade de medir outro tipo de neutrino na terra não seria zero. Isto é a “oscilação dos neutrinos". O ponto de partida da teoria de oscilação de neutrinos é que autoestados de sabor são diferentes dos autoestados de massa, sendo que cada sabor associado aos autoestados é uma superposição linear de autoestados de massa.

Abordamos a oscilação dos neutrinos solares para investigação se a curvatura somada à rotação do espaço-tempo pode influenciar a fase do neutrino. Partindo da Teoria da Relatividade Geral de Einstein, adotamos a métrica de Lense-Thirring para o espaço-tempo em coordenadas cartesianas, a qual é uma linearização da métrica de Kerr para campos Fracos, que descreve o espaço-tempo sofrendo arrasto devido à rotação de um corpo de massa M (no nosso caso o Sol). Na literatura encontramos algumas prescrições da métrica de Lense-Thirring, como o efeito geodético e o arrasto de referenciais (Frame-dragging), efeitos esses que foram investigados para o problema do neutrino solar.

Para encontrarmos Hamiltoniana do sistema adotamos a equação de Dirac no espaço-tempo curvo, a qual necessita de um campo de tétradas, que foi determinado através da fixação de um observador estático no espaço-tempo. Verificamos dois casos distintos de propagações dos neutrinos: propagação equatorial e propagação axial. Na diferença de fase encontrada para a propagação equatorial fica evidente a contribuição gravitacional não só para os neutrinos de spin com polarização oposta, mais também os de spins com mesma polarização. Devemos ressaltar que para a diferença de fase com spins opostos existe uma grande contribuição do arrasto de referenciais e do efeito geodético para a oscilação do neutrino solar, destacando um termo imaginário relacionado com o momento angular do Sol e a Energia do neutrino. Na diferença de fase para a propagação axial o termo imaginário é ausente, porém temos termos relacionados com efeitos gravitacionais. O termo imaginário na fase do neutrino indica que a rotação do Sol tende a amortecer a oscilação de neutrinos no caso da diferença de fase entre autoestados de massa de spin up e down.

Palavras-chave: Oscilação de Neutrinos, Relatividade Geral, Lense-Thirring, Arrasto de Referenciais.

Título: PADRÕES DE DISTRIBUIÇÃO LOCAL E REGIONAL DA BIODIVERSIDADE NA AMAZÔNIA MERIDIONAL E A INTEGRAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PARA SUBSIDIAR PLANOS DE MANEJO E CONSERVAÇÃO E O USO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS NATURAIS, COM ENFASE EM COLEOPTERA E HEMIPTERA: HETEROPTERA.

Orientador: MARLITON ROCHA BARRETO



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