Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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DIEGO GONÇALVES GOTO


Resumo: O produto tensorial não abeliano de grupos G e H generaliza o produto tensorial usual dos grupos abelianizados. Quando H = G tem-se o quadrado tensorial não abeliano de um grupo G. Alguns pesquisadores investigaram propriedades gerais do produto tensorial não abeliano, enquanto outros concentraram-se na descrição do quadrado tensorial não abeliano de certas classes de grupos, tais

como, o grupo diedral e p-grupo 2-gerado de classe 2. Buscando dar um tratamento grupo-teorético ao estudo do quadrado tensorial não abeliano de grupos e valendo-se do cálculo de comutadores, Noraí Romeu Rocco introduziu um operador v(G) na classe dos grupos. Ele mostrou que v(G) preserva propriedades do argumento G tais como finitude, conjunto de divisores primos, nilpotência e solubilidade. Nosso trabalho foca-se no estudo de algumas propriedades do grupo G que são preservadas no quadrado tensorial, via construção relacionada(o grupo v(G)).
Palavras-chave: produto tensorial-comutadores

Título: ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR: RESÍDUOS ORGÂNICOS ADVINDOS DAS REFEIÇÕES OFERECIDAS AOS TRABALHADORES DE UM CANTEIRO DE OBRAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

Orientador: TÂNIA REGINA KINASZ DE OLIVEIRA

Autor(es):


PATRICIA REGINA DE SOUZA SOARES


BRUNA DA SILVA VIEIRA DO NASCIMENTO

Resumo: Pesquisas demonstram que as refeições oferecidas por Unidades de Alimentação e Nutrição geram resto ingestão que são responsáveis por desperdício de alimentos e pela maior fonte de geração de resíduos orgânicos, que destinados inadequadamente, contribuem com a degradação do meio ambiente. Estudos sobre resíduos orgânicos gerados pelo sistema de refeições transportadas são insipientes, tornando-se relevante estudar este tema nas refeições oferecidas aos trabalhadores da construção civil que atuam no campus da Universidade Federal de Mato Grosso. Caracteriza-se como um estudo caso descritivo, com emprego de análise quantitativa e qualitativa. Os dados foram levantados no ano de 2010 e 2011 através de questionário estruturado com perguntas abertas para identificação dos motivos que levaram a rejeição das refeições oferecidas. O método da pesagem foi utilizado para obtenção do per capita da refeição distribuída, consumida e do resto ingestão. Para análise da aceitação da refeição foi utilizado como padrão aceitável índice mínimo de 90,0% e para resto ingestão o índice de até 10%, ambos preconizados pelo Conselho Regional dos Nutricionistas. Os resultados revelaram que o per capita médio de refeição distribuída foi de 839,51g com consumo médio de 80,06%, sendo gerado em média um per capita de resto ingestão de 167,33 g correspondendo 19,94% do per capita distribuído. Do total de trabalhadores pesquisados, 52,9% disseram deixar resto ingestão nas refeições realizadas no trabalho; enquanto 23,5% confirmaram este comportamento mesmo na residência. Dos respondentes que afirmaram deixar resto ingestão nas refeições distribuídas no trabalho, 44,5% não souberam informar o motivo sendo que 33,3% citaram a qualidade sensorial das preparações oferecidas e 22,2% apontaram a sensação de saciedade. Conclui-se que o índice de aceitação da refeição foi inferior ao fixado como padrão aceitável. O índice de resto ingestão foi superior ao fixado como padrão aceitável, motivado pela qualidade sensorial das preparações oferecidas e saciedade conferida aos trabalhadores. Recomenda-se estudo do consumo médio das refeições com base no atendimento às recomendações nutricionais para trabalhadores.

Palavras-chave: resíduos orgânicos, resto ingestão, alimentação do trabalhador

Título: AMBIENTES TOPO E MICROLIMÁTICOS NA ÁREA URBANA DE RONDONÓPOLIS - MT

Orientador: DENISE MARIA SETTE

Autor(es):

MELISSA JASCHE


Palavras-chave: Clima Urbano. Uso e Função do Solo. Interações Topo e Microclimáticas.

Resumo: O conhecimento do clima em composição holorritmica é de fundamental importância na definição de diretrizes para o planejamento urbano. Esse trabalho discute a evolução urbana de Rondonópolis, suas relações com o clima, os ambientes topos e microclimáticos. Os propósitos foram mapear a cidade, identificar ambientes topo e microclimáticos, verificar a relação entre as feições naturais da área urbana, uso e as funções do solo com a temperatura e umidade do ar. Foi elaborada a Carta de Uso e Função de Solo 1: 14.000 baseada sob a Carta de Zoneamento Urbano (2006), imagens Google Earth (2009), fotos aéreas e trabalho de campo. Os critérios para classificação foram: residencial, comercial, industrial, especiais, áreas verdes e superfícies líquidas, graus de adensamentos. A Carta de uso e função do solo definiu os percursos dos transectos móveis realizados em dois dias diferentes no mês de abril de 2012 (uma hora cada) e também para medida em pontos fixos (três dias, em três horários em junho/2012), para medir temperatura do ar, solo e umidade. Os ambientes topo climáticos de Rondonópolis encontram-se entre 200 à 300 metros de altitude, ocupam a maior parte do vale e baixas colinas do Rio Vermelho, estende-se num sítio convergente, de topografia plana à levemente ondulada. A natureza física do espaço (depressão) causa implicações na estrutura do clima urbano e no ritmo dos atributos climáticos, numa área de clima tropical megatérmico continental quente (úmido e seco), a principal propriedade do clima é o elevado aquecimento do ar (média anual de 24,8º). As classes de uso definidas foram: Classe I - área central; Classe II - Residencial II A – Alta Densidade (entorno da área central), II B – Alta Densidade (diversos núcleos) II C - Média Densidade, II D – Baixa Densidade, Classe III – Industrial, III A - Media Densidade - III B - Baixa Densidade, Classe IV – Usos Especiais, V - Áreas Verdes, Classe VI - Superfícies Liquidas. Todos experimentos com medidas de temperatura, mostraram que o uso e função do solo mais a configuração do terreno (forma e altitude) influenciam diretamente na temperatura do ar e umidade relativa, bem como na circulação dos ventos. Por exemplo, temperatura do solo no estacionamento do shopping (asfalto concreto) foi: 41°C enquanto que no jardim Buriti foi 26.5 °C, dentro da mesma hora. A temperatura do ar apresentou variações entre 30.2 °C no estacionamento do shopping e: 25.4 °C no Jd. Sta. Marta e Jd. Buriti. A elaboração da Carta de uso de solo permitiu uma visão holística das estruturas edificadas e suas funções. Os elementos identificados subsidiam análises que possibilitam entender as interações com o clima urbano. Os experimentos com medidas no campo ajudam a melhorar o entendimento na definição dos ambientes topo e micro climáticos.

Palavras-chave: resíduos orgânicos, resto ingestão, alimentação do trabalhador

Título: ANÁLISE CITOGENÉTICA DE BRYCON MICROLEPIS (CHARACIFORMES, CHARACIDAE) NO RIO CUIABÁ E RIO ARICAZINHO, SANTO ANTÔNIO DE LEVERGER, ESTADO DE MATO GROSSO.

Orientador: LENICY LUCAS DE MIRANDA CERQUEIRA

Autor(es):


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