Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ARIANE AGUILLAR BARCELON

Autores: Ariane Aguillar Bacelon, Christine Baccarat de Godoy Martins, Fernanda Cristina Aguiar Lima, Maria Aparecida Munhoz Gaíva.


Os indicadores de morbidade e mortalidade entre as crianças são fundamentais para avaliar a qualidade de atenção à saúde materno-infantil. Neste sentido, o Brasil vem progredindo na redução da mortalidade infantil, mas ainda é preciso muito esforço, a fim de reduzir a expressividade dos números no que se refere aos primeiros dias de vida (0 a 27 dias de vida), o que faz com que os neonatos mereçam atenção especial, principalmente os nascidos em condições consideradas de risco. O estudo objetivou analisar o perfil de morbimortalidade, nos seis primeiros meses de vida, de recém-nascidos de risco, em Cuiabá-MT. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem quantitativa, acerca do perfil de morbidade e mortalidade de recém-nascidos de risco. A população do estudo foi composta por neonatos de risco nascidos no município de Cuiabá, em janeiro de 2011. A primeira fonte de dados acessada foi a Declaração de Nascido Vivo, momento em que os recém-nascidos foram identificados e incluídos na pesquisa, de acordo com os critérios de classificação definidos pelo Ministério da Saúde para recém-nascido de risco. Após seis meses do nascimento foi realizado o inquérito domiciliar. Os dados foram analisados através do programa eletrônico EPINFO versão 3.5.1. Foram estudados 113 recém-nascidos: 70,8% apresentaram episódios de doença nos 6 primeiros meses de vida, principalmente doenças respiratórias e diarreica; a proporção de morbidade foi maior entre recém-nascidos cujas mães não trabalham, adolescentes e que amantaram pouco tempo; 5,3% das crianças foram a óbito por má formação, sepse e prematuridade; algumas mortes ocorreram nas primeiras horas de vida e outras com menos de 15 dias e aos 2 meses de idade; os óbitos ocorreram com maior frequência entre recém-nascidos cujas mães não trabalham, com parto prematuro, cujo peso do recém-nascido ao nascer foi baixo.

Os resultados evidenciam o perfil de morbimortalidade de recém-nascidos de risco, podendo subsidiar políticas específicas de atenção ao grupo.

Palavras-chave: Recém-Nascido, Acidentes, Morbidade, Mortalidade Infantil.

Título: PERFIL DE PRESCRIÇÃO DE ANTIBIÓTICOS E PROVÁVEIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM CRIANÇAS INTERNADAS NO HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAGARÇAS-GO

Orientador: FLÁVIA LÚCIA DAVID

Autor(es):


TAINA CARVALHO MAGALHÃES

Tainá Carvalho Magalhães, Flávia Lúcia David


Por impedimentos éticos e legais, os testes com medicamentos para estes pacientes muitas vezes é dificultado. O que pode induzir a equívocos, isso porque crianças muitas vezes são tratadas como jovens adultos, o que contradiz a sua real situação, pois estes indivíduos passam por constantes estágios de maturação de órgãos e alterações fisiológicas. E nessa fase é comum o surgimento de infecções, onde há o emprego de medicamentos com ação antibacteriana para o tratamento das mesmas. O objetivo deste trabalho foi observar o padrão das prescrições de medicamentos antimicrobianos em crianças com idade entre 2 a 10 anos internadas no hospital público de Goiás durante o período de 2007 a 2011. A amostra foi composta por 195 pacientes, onde foram tabuladas informações como idade, motivo de internação e medicamentos prescritos. Este estudo faz parte do projeto de pesquisa “Farmacoepidemiologia da Prescrição e Dispensação de Medicamentos na Região do Médio Araguaia – MT”, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário Júlio Müller com número do processo: 987/CEP-HUJM/2011. Os resultados apontaram que a maioria dos pacientes internados no período era do gênero masculino 51,7%, e a faixa etária com maior número de pacientes foi a pré-escolar (59%). O principal motivo de internação foi doenças do sistema digestivo (28,7%) seguido por doenças do aparelho respiratório (25,6%). A Classe terapêutica mais prescrita foi a de antibióticos (35,6%), e esta foi representada principalmente pela cefalotina (33,7%) e gentamicina (27,3%) ambos fármacos de ação bactericida e de amplo espectro. Do total pacientes analisados 149 (76,4%) receberam pelo menos um antibiótico durante o tratamento. Não foi observada a solicitação ou presença de antibiogramas junto aos prontuários analisados. Foram identificadas apenas 15 prováveis interações medicamentosas que envolviam antimicrobianos. Destas apenas uma era de severidade grave e envolveu a gentamicina em todos os casos. A ausência de exames complementares como antibiograma favorece a prescrição inadequada de antibióticos, onde na maioria das situações são prescritos agentes de amplo espectro de ação e bactericidas, diante dessa situação o surgimento de microorganismos resistentes é favorecido. As interações medicamentosas representam um risco para a recuperação e saúde do paciente, aumentando os investimentos no tratamento do paciente que antes se recuperava de uma patologia e agora sofre os efeitos do uso inapropriado de medicamentos. Por estas razões é de suma importância a efetivação de uma comissão que planeje a compra e dispensação destes medicamentos a fim de que erros como estes possam ser extintos.

Palavras-chave: Palavra chave: pediatria, antibioticoterapia, hospital publico

Título: PERFIL DE SAÚDE DOS IDOSOS ATENDIDOS NOS AMBULATÓRIOS DE GERIATRIA DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS

Orientador: ANNELITA ALMEIDA OLIVEIRA REINERS

Autor(es):

BRUNA BIANCHI BILO


Resumo: Conhecer o perfil saúde da população idosa atendida no serviço ambulatorial dos hospitais universitários do município de Cuiabá, Mato Grosso. Estudo exploratório, descritivo, transversal, realizado nos ambulatórios de geriatria dos hospitais universitários do município de Cuiabá – MT com 67 idosos. A coleta de dados foi realizada no período de abril e maio de 2012 utilizando-se um questionário, o Índice de Katz e a Escala de Lawton e Brody para avaliar a capacidade funcional dos idosos, e Mini Exame Estado Mental para avaliar seu estado mental. Na análise dos dados foi utilizado o programa SPSS 20.0. Os primeiros resultados mostraram que a maioria dos idosos é do sexo feminino (67,2%), viúva (47,8%), de cor parda (49,2%), está nas faixas etárias compreendidas entre 60 e 69 anos e 70 e 79 anos (77,6%) e tem de 0,1 a 3 anos de estudo (47,8%). 73,1% dos idosos são procedentes de Cuiabá, reside com a família (43,3%), na zona urbana do município (94,0%) e possuem casa própria com eletricidade e saneamento (82,0%). Além disso, em sua maioria os idosos percebem a saúde como regular (49,2%) e referem comorbidades (97,0%), uso de medicamentos (92,5%) e quedas (61,2%). Quando avaliada a capacidade funcional e capacidade cognitiva dos idosos (58,2%) apresentou algum grau de dependência e em média uma capacidade cognitiva satisfatória. Conhecer as características sociodemográficas e de saúde são de fundamental importância, pois permite que se realize um atendimento de qualidade focado principalmente na prevenção através da identificação precoce dos sinais e sintomas que são característicos do envelhecimento.

Palavras-chave: Palavras-chave: Idoso. Assistência Ambulatorial. Perfil de Saúde.

Título: PERFIL DOS ACIDENTES ENTRE RECÉM-NASCIDOS DE RISCO, NOS SEIS PRIMEIROS MESES DE VIDA, EM CUIABÁ-MT

Orientador: CHRISTINE BACCARAT DE GODOY MARTINS

Autor(es):

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