Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ARIANE AGUILLAR BARCELON


Resumo: Ariane Aguillar Bacelon, Christine Baccarat de Godoy Martins, Fernanda Cristina Aguiar Lima, Maria Aparecida Munhoz Gaíva.
Os acidentes, classificados pela Organização Mundial de Saúde como causas externas, constituem atualmente um dos principais problemas de saúde pública no Brasil, apesar de serem considerados evitáveis. Estatísticas apontam os acidentes na infância como importante causa de atendimento emergencial. Em sua grande maioria, o ambiente domiciliar é apontado como o principal local de ocorrência dos acidentes. Reconhecendo que há poucos estudos de seguimento do grupo no estado de Mato Grosso, no que se refere à ocorrência de acidentes, a presente pesquisa teve por objetivo analisar o perfil dos acidentes, nos seis primeiros meses de vida, entre recém-nascidos considerados de risco ao nascer, em Cuiabá-MT. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem quantitativa, sobre a ocorrência de acidentes, cuja população do estudo foi composta por neonatos de risco nascidos no município de Cuiabá, em janeiro de 2011. A população do estudo foi composta por neonatos de risco nascidos no município de Cuiabá, em janeiro de 2011. A primeira fonte de dados acessada foi a Declaração de Nascido Vivo, momento em que os recém-nascidos foram identificados e incluídos na pesquisa, de acordo com os critérios de classificação definidos pelo Ministério da Saúde para recém-nascido de risco. Após seis meses do nascimento foi realizado o inquérito domiciliar. Os dados foram analisados através do programa eletrônico EPINFO versão 3.5.1. Foram estudados 113 recém-nascidos considerados de risco ao nascer: 31,0% (35 crianças) sofreram acidente nos seis primeiros meses de idade, principalmente quedas (80%), em especial queda da cama (45,7%). A lesão mais frequente foi o traumatismo crânio-encefálico (82,8%) e houve sequela em 5,7% dos casos. A maior proporção de acidentes ocorreu entre recém-nascidos cujas mães são adolescentes (menores de 18 anos) (57,1%) e que não trabalham fora (74,3%). A maioria das crianças que sofreram acidente residia com os próprios pais (54,3%). Os resultados revelam a importância de se adotar estratégias domiciliares a fim de minimizar os riscos de ocorrência de acidentes, principalmente na faixa etária menor de seis meses de idade.
Palavras-chave: Recém-nascido, Acidentes, Prevenção de acidentes, Causas Externas, Epidemiologia.

Título: PERFIL NUTRICIONAL DE RATAS PRENHES SUBMETIDAS À RESTRIÇÃO PROTÉICA

Orientador: VANESSA CRISTINA ARANTES

Autor(es):


KATARINE BARBOSA CARDOSO


Resumo: Durante a gravidez, o organismo materno sofre intensas mudanças a fim de adequar-se as necessidades orgânicas do feto. Ocorrem diversas modificações como alterações hormonais, aumento da massa e função de órgãos e aumento do depósito de gordura corporal. Mudanças no fornecimento de energia durante este período, como a restrição protéica, podem gerar modificações da ação de hormônios que alterariam o crescimento e função de seus tecidos alvos. Estudos prévios mostram relação da desnutrição com o comprometimento da ação da insulina e conseqüente modificações em tecidos como fígado, músculo e tecido adiposo. Assim, avaliamos o consumo alimentar, o peso corporal final e os pesos do fígado, músculo e tecido adiposo (peri-renal e retroperitoneal) em ratas prenhes submetidas à restrição protéica. Para isso, ratas Wistar de 3 meses de vida foram divididas em 2 grupos, após confirmada a prenhez. Um grupo recebeu dieta hipoprotéica (6% de proteína) e outro grupo recebeu dieta normoprotéica (17% de proteína). O consumo alimentar foi registrado semanalmente. Após 15 dias de tratamento, as ratas foram eutanasiadas e mensurou-se o peso corporal final e os pesos do fígado, músculo gastrocnêmio, tecido adiposo peri-renal e retroperitoneal. O consumo alimentar foi influenciado pelo estado nutricional e fisiológico sendo maior em ratas submetidas à dieta hipoprotéica e em ratas prenhes (F1,19= 5,42, P<0,0311 e F1,19= 6,25, P<0,0217, respectivamente), porém não foi influenciado pela interação desses dois fatores. Ratas prenhes tiveram maior peso corporal final que ratas não prenhes independente do estado nutricional (F1,85= 70,77, P<0,0000). O peso do fígado de ratas foi afetado pelo estado nutricional e o fisiológico não havendo interação entre os fatores. Assim, ratas alimentadas com dieta hipoproteíca apresentaram peso do fígado significativamente maior que ratas alimentadas com dieta controle tal como as ratas prenhes em comparação as não-prenhes (F1,16=9.99; p<.0061 e F1,16=40.13; p<.0000). O peso do músculo e do tecido adiposo peri-renal foi afetado pelo estado fisiológico mostrando-se estatisticamente maior em ratas prenhes (F1,16=8.73; p<.0093 e F1,16=18.39; p<.0006, respectivamente). No peso do tecido adiposo retroperitoneal houve interação entre o estado fisiológico e nutricional. O grupo de ratas prenhes que sofreram restrição protéica apresentou valores estatisticamente maiores que os demais grupos exceto o grupo controle prenhe (F1,15= 15.39; p< .001355). Portanto, concluímos que a restrição protéica durante os primeiros 15 dias de prenhez promoveu um aumento de adiposidade, possivelmente devido a um aumento na sensibilidade à insulina (dados em análise).

Palavras-chave: prenhez, restrição proteica , rato

Título: PESQUISA DE FORMAS AMASTIGOTAS DE LEISHMANIA SPP. PELA CITOLOGIA DE LINFONODO E MEDULA ÓSSEA EM CÃES DA BAIXADA CUIABANA

Orientador: VALÉRIA RÉGIA FRANCO SOUSA



Autor(es):

JULIANA YUKI RODRIGUES


Resumo: A leishmaniose visceral é uma zoonose causada por diferentes espécies de protozoários do gênero Leishmania, que são transmitidas pela picada de dípteros da família Psychodidae, dos gêneros Lutzomyia e Phlebotomus, sendo o cão o principal reservatório no ambiente peridomiciliar e domiciliar. Esse protozoário apresenta duas formas, uma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do inseto vetor, e outra aflagelada ou amastigota, que é parasita intracelular obrigatória, sendo encontrada nas células do sistema fagocítico mononuclear do hospedeiro vertebrado. A transmissão da leishmaniose visceral no Mato Grosso expandiu de tal maneira que atingiu outros municípios do Centro-Sul do estado, região de grande mobilidade populacional, além dos municípios próximos à Baixada Cuiabana. Em virtude disso, o objetivo do presente trabalho foi estudar a leishmaniose visceral em comunidades ribeirinhas do rio Cuiabá, Mato Grosso, local de intensa migração populacional e região turística; através da verificação de formas amastigotas de Leishmania em amostras de medula óssea e linfonodo. O estudo foi realizado em comunidades ribeirinhas da baixada cuiabana: Barranco Alto, Praia do Poço, Engenho Velho, Bom Sucesso, Passagem da Conceição, Varginha e São Gonçalo Beira Rio, no período de agosto a dezembro de 2011, foram analisados 250 cães de ambos os sexos e de raças variadas, sendo coletadas 189 amostras de linfonodo e 177 de medula óssea. Os esfregações confeccionados foram fixados com álcool metílico por 5 minutos e posteriormente corados com corante rápido panótico e pesquisadas em até 100 campos microscópicos na objetiva de 100X, visando a visualização de formas amastigotas de Leishmania sp. 47 cães apresentaram a forma amastigota, sendo 25 (53,19%) cães apresentaram amastigota apenas nas amostras de medula óssea, sete (14,89%) apresentaram a forma amastigota apenas em linfonodo e 15 (31,91%) apresentaram a forma amastigota em ambas as amostras. Os testes de sensibilidade e especificidade foram calculados utilizando como padrão-ouro a medula óssea, e os resultados foram de 37,5% e 96,6% respectivamente. A confiabilidade foi de 0,42, que segundo Shrout (1998) é considerado discreto. As amostras obtidas de medula óssea apresentaram um maior percentual de positividade em relação às de linfonodos poplíteos. A especificidade foi maior que a sensibilidade, o que indica que a probabilidade de falso-negativo é baixa. Portanto, o aspirado de medula óssea usado em inquéritos epidemiológicos é mais sensível, porém outras técnicas menos sensíveis devem ser usadas já que a leishmaniose visceral canina foi identificada em ampla extensão geográfica de Mato Grosso, atingindo áreas urbanas e peri-urbanas. A presença de formas amastigotas em cães da Baixada Cuiabana indica que mais estudos se fazem necessário nessa região, principalmente por se tratar de uma área turística com grande migração de pessoas e de animais, entre elas o cão.

Palavras-chave: cão, Leishmania spp., Baixada Cuiabana, linfonodo, medula óssea

Título: PESQUISA DE RICKETTSIA SPP. EM CÃES DOS MUNICÍPIOS DE CUIABÁ E SINOP, MATO GROSSO

Orientador: RICHARD DE CAMPOS PACHECO

Autor(es):

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