Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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KARINA RENOSTRO DUCATTI


Resumo: A qualidade do mel refere-se à manutenção de suas características originais, o que requer cuidados durante todas as etapas de processamento, desde a colheita até a comercialização. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade físico-química do mel de Apis mellifera produzido na região norte de Mato Grosso e identificar em quais etapas o mel sofreu alterações. Desse modo, foram coletadas amostras de três produtores de cada uma das quatro associações (Sorriso, Ipiranga do Norte, Nova Ubiratã e Sinop), em três fases distintas do processamento: na recepção na casa de mel; após a desoperculação e centrifugação; e após o envase. Foram avaliados os teores de acidez livre, índice de diastase e hidroximetilfurfural. Ao comparar as médias de acidez livre das três amostras, provenientes de um mesmo produtor, não houve diferença estatística (teste de Tukey a 5% de probabilidade) entre elas, mas 48,6% delas ultrapassaram o limite estabelecido pela inspeção (50 meq.kg-1), o que significa que o mel teve suas características alteradas pela manipulação dos apicultores no campo ou durante o transporte, pois apresentaram teores elevados já na primeira amostragem, realizada logo na recepção das melgueiras. Para o índice de diastase, todas as amostras estão dentro do padrão para comercialização (mínimo 8 na escala de Göthe), o que atesta o nível de frescor do mel. E os teores de hidroximetilfurfural permaneceram a níveis aceitos pela legislação (máximo 60 mg.kg-1), com variação de 0,15 a 26,61 mg.kg-1, o que sugere que não foram submetidos a superaquecimento, nem sujeitos a adulterações. Através deste trabalho, conclui-se que os méis dos produtores analisados estão dentro dos padrões exigidos pela legislação para índice de diastase e hidroximetilfurfural, porém foram encontradas irregularidades quanto aos teores de acidez livre, o que pode ser explicado pela origem floral dos méis ou manipulação inadequada dos apicultores no campo, alterando suas características originais e afetando negativamente sua qualidade.

Palavras-chave: HMF, índice de diastase, acidez livre

Título: QUALIDADE FÍSICO-QUIMICA DO MEL PRODUZIDO NA REGIÃO NORTE DE MATO GROSSO

Orientador: CARMEN WOBETO

Autor(es):

DANIEL ALEX SCHUCK


Resumo: A região norte mato-grossense abrange a faixa de transição do cerrado para o bioma amazônico, e devido ao seu clima e florada exuberante, apresenta condições ideais para o desenvolvimento da apicultura. Neste trabalho foi avaliada a qualidade do mel de Apis mellifera de três produtores de cada uma das quatro associações (Sorriso, Ipiranga do Norte, Nova Ubiratã e Sinop), em três etapas da extração do mel: na coleta, no processamento (após desoperculação), e após o envase (produto pronto para ser vendido ao consumidor). As análises físico-químicas das amostras foram feitas no laboratório de tecnologia em alimentos da Universidade Federal de Mato Grosso, campus de Sinop. As características analisadas nas amostras foram a quantidade de cinzas e de sólidos insolúveis em água. Na análise do teor de cinza das amostras coletadas, um produtor P1, da associação A, nas amostragens A1, A2 e A3 apresentou teor de cinza maior do que o permitido pela instrução normativa 11, de 20 de outubro de 2000 do Ministério da Agricultura, isso indica que a contaminação ocorreu no apiário. Outro produtor P2, da associação B, teve teor de cinza acima do permitido pelo MAPA apenas na amostra do mel embalado que é vendido ao consumidor (A3), indicando que a contaminação ocorreu nos tanques de decantação ou durante o envase do mel. Portanto, 11,11% das amostras analisadas tiveram teor de cinzas acima do permitido. Na análise de sólidos insolúveis em água, 15,74% das amostras analisadas apresentaram um teor de sólidos insolúveis maior que o permitido pelo MAPA. Porém essas amostras não haviam sido filtradas, e o valor elevado de sólidos insolúveis se deve a uma quantidade grande de cera encontrada nessas amostras. Desconsiderando-as, não há amostras com valores acima do permitido de sólidos insolúveis. Pode-se concluir que nos parâmetros de teores de cinzas e de sólidos insolúveis, 88,89% das amostras coletadas estavam dentro do padrão exigido pelo MAPA. Recomenda-se realizar palestras de aperfeiçoamento do processo e colheita e processamento visando melhorar a qualidade do mel na região analisada.

Palavras-chave: Apis mellifera, cinzas, sólidos insolúveis.

Título: QUALIDADE NUTRICIONAL E COMERCIAL DE SOJA EM MATO GROSSO

Orientador: PROF.ª DR.ª MARIA APARECIDA BRAGA CANEPPELE

Autor(es):

JÉFERSON MORAIS DE ALMEIDA


SÁVIO HENRIQUE DE ALMEIDA SARDINHA

RAYSSA CAMPOS TAVARES
Resumo: A qualidade física e nutricional dos grãos de soja são fatores imprescindíveis para a cadeia produtiva. Tais fatores qualitativos influenciam na comercialização para o consumo humano, animal e ou indústria. Esta pesquisa objetivou avaliar a qualidade dos grãos de soja produzidos nas regiões Norte, Leste e Oeste de Mato Grosso na safra 2011/12, comparar a qualidade dos grãos produzidos no Estado com o padrão oficial de classificação de soja e verificar a qualidade nutricional. Foram avaliadas 24 amostras sendo dois cultivares obtidos em três replicatas de diferentes municípios de cada região, quanto ao teor de água, matérias estranhas e impurezas, grãos quebrados partidos e amassados, grãos avariados, conforme a Instrução Normativa 11 de 2007 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Verificou-se a qualidade nutricional (proteína e estrato etéreo) conforme a metodologia do Instituto Adolfo Lutz. O total de grãos avariados concentrou-se no intervalo de 3,34 a 4,99% e grãos picados, fermentados e mofados foram os defeitos que mais contribuíram para compor o total de avariados. A maior parte das amostras enquadrou-se no Grupo I – Tipo 2, soja destinada diretamente a alimentação Humana. Os Grãos de soja analisados apresentaram uma concentração de 35,43 a 37,04% de proteína e 20,74 e 21,52% de extrato etéreo. Verificou menor teor de proteína do cultivar Monsoy 8866 na região Norte em relação à região Leste e Oeste. O cultivar TMG 132 apresentou maior percentual de proteína em todas as regiões em relação ao cultivar Monsoy 8866. Não houve diferença significativa no teor de extrato etéreo em relação às cultivares e as demais regiões. Grãos picados foi o defeito de maior ocorrência.

Palavras-chave: proteína, extrato etéreo e grãos avariados

Título: RELAÇÃO DA ACIDEZ COM GRÃOS AVARIADOS E QUALIDADE NUTRICIONAL DA SOJA

Orientador: MARIA APARECIDA BRAGA CANEPPELE

Autor(es):

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