Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



Yüklə 2.68 Mb.
səhifə198/201
tarix21.08.2017
ölçüsü2.68 Mb.
1   ...   193   194   195   196   197   198   199   200   201

ANDRE OLIVEIRA DO AMARAL


Resumo: O pesticida glifosato, devido a sua elevada eficiência na eliminação de plantas daninhas, é citado como o mais vendido no mundo. Na bacia hidrográfica do Rio Cuiabá em Mato Grosso, aparece como o pesticida mais utilizado em praticamente todos os municípios que compreendem a bacia, de acordo com dados do Instituto de Defesa Agropecuária. Portanto, esse estudo tem como objetivo a validação de metodologia analítica para determinação de glifosato em amostras de águas por cromatografia de troca iônica, visando sua aplicação no monitoramento da bacia do Rio Cuiabá. Tal monitoramento é necessário, uma vez que o Rio Cuiabá é um dos principais afluentes do Rio Paraguai, cuja bacia é de grande importância, por agasalhar o Pantanal, uma das maiores extensões úmidas do planeta. A amostra, para o procedimento de validação, foi coletada em frasco de vidro âmbar, na nascente da micro-bacia do córrego do Monjolo, em Chapada dos Guimarães-MT. Primeiramente, verificou-se o limite de detecção (LD) do aparelho e o tempo de retenção do analito (tr), apenas filtrando-se a amostra em membrana de acetato de celulose com porosidade de 0,20 µm. Para validação do método, foi realizada fortificação da amostra de água de nascente em quatro níveis, 0,05 mg L-1, 0,10 mg L-1, 0,50 mg L-1 e 1,00 mg L-1. O volume fortificado foi de 100 mL e o ensaio realizado em seis replicatas em cada nível. Essas amostras foram mantidas em repouso por 24 horas, filtradas a vácuo com membrana de acetato de celulose com porosidade de 0,20 µm, ajustando-se o pH para 10, por adição de gotas de solução 0,02 mol L-1 de NaOH, foram levadas à chapa de aquecimento, controlando-se a temperatura de modo que fosse mantida em aproximadamente 80 ± 5ºC concentrado até volume final ajustado de 10 mL. O tr do analito foi de 21 minutos e o LD do equipamento 0,20 mg L-1. De acordo com a Portaria nº 518/2004 do Ministério da Saúde, o valor máximo de glifosato em água potável é 500 µg L-1. Para análise em água, a técnica demonstrou-se sensível apresentando LD abaixo do valor máximo permito pelo Ministério da Saúde. Entretanto, a resolução CONAMA nº 357/2005, estabelece, para águas de classe II, a concentração máxima de glifosato de 0,065 mg L-1 . Por isso a necessidade de realizar a concentração da amostra de modo a reduzir o LD do método. Parâmetros analíticos para validação de metodologia tais como seletividade; linearidade e faixa de aplicação; precisão; exatidão; limite de detecção; limite de quantificação (LQ) foram avaliados e apresentaram resultados satisfatórios, indicando bom desempenho do método. Com recuperação de 84 a 101% e coeficientes de variação inferiores a 8%; LD em 0,013 mg L-1 e LQ em 0,038 mg L-1, calculados pelos parâmetros da curva analítica. As coletas para monitoramento foram realizadas de agosto de 2011 a julho de 2012, sendo processadas e quantificadas as amostras correspondentes a agosto e setembro de 2011, porém não apresentaram contaminação.

Palavras-chave: Glifosato, Troca-Iônica

Título: VARIABILIDADE ESPACIAL DA GRANULOMETRIA DE UM LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO E A PRODUTIVIDADE DA SOJA NO NORTE DE MATO GROSSO

Orientador: ONÃ DA SILVA FREDDI

Autor(es):


ALEXANDRE VENDER


JONATHAN HENRIQUE DA SILVA

ONA DA SILVA FREDDI

Resumo: O conhecimento dos atributos do solo, principalmente aqueles relacionadas com sua distribuição granulométrica, tem grande influencia na produtividade vegetal. Neste contexto durante o ano agrícola 2010/2011, no município de Sinop MT, região de transição Cerrado/Floresta Amazônica, foram analisados os atributos da planta e do solo: produtividade de grãos da soja (PG), peso de 1000 grãos, número de plantas/ quatro metros lineares, teor de argila (ARG), teor de silte (SIL), teor areia total (AT), areia muito grossa (AMG), areia grossa (AG), areia media (AM), areia fina (AF) e areia muito fina (AMF) de um Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico sob sistema de semeadura direta. O objetivo foi analisar a variabilidade dos atributos pesquisados, de forma a caracterizar suas dependências espaciais, e as correlações, linear entre eles, selecionando entre os atributos pesquisados, aquele com a melhor correlação espacial, para explicar a variabilidade da produtividade da soja. Foi instalada uma malha geoestatística, para coleta de dados do solo e da planta, com 103 pontos amostrais, numa área de 7,02 ha. O Latossolo em questão apresentou valores médios da fração argila de 475,90; 527,44 e 619,83 g/kg, respectivamente para as camadas ARG1, ARG2 e ARG3. Para o silte, foram de 159,14 (SIL1); 124,42 (SIL2) e 82,74 (SIL3) g/kg; assim como para a areia, de 366,98 (AT1); 345,25 (AT2) e 294,71 (AT3) g/kg. A classe textural do solo trabalhado, avaliada em função dos valores médios supracitados foi classificada como textura argila. Observou-se também que o presente Latossolo apresentou predominância dos teores de areia fina em relação às outras classes de areia. Os atributos analisados apresentaram de média a muito alta dependência espacial. Não houve correlação linear e espacial entre a produtividade e os atributos do solo analisado. O numero de plantas apresentou correlação linear direta com a produtividade de grãos, porém, não espacial. A geoestatística possibilitou a determinação dos fatores que poderiam ou não estar causando a variabilidade da PG na área de estudo, sendo possível com o trabalho identificar que um dos problemas esta na distribuição de grãos pela semeadora do produtor. A geoestatística mostrou-se uma ferramenta fundamental para o entendimento das condições físicas do solo e suas distribuições espaciais. Sendo que cumpriu o seu papel na caracterização da distribuição dos atributos analisados. Outros atributos que não os estudados, foram responsáveis pela variabilidade espacial da produtividade da soja.

Palavras-chave: Agricultura de Precisão, Geoestatística e Textura do solo

Título: VARIABILIDADE ESPACIAL DA PRODUTIVIDADE DA SOJA EM FUNÇÃO DA COMPACTAÇÃO DO SOLO

Orientador: ONÃ DA SILVA FREDDI

Autor(es):

1   ...   193   194   195   196   197   198   199   200   201


Verilənlər bazası müəlliflik hüququ ilə müdafiə olunur ©azkurs.org 2016
rəhbərliyinə müraciət

    Ana səhifə