Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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JONATHAN HENRIQUE DA SILVA


ALEXANDRE VENDER

ONA DA SILVA FREDDI

Resumo: Sabe-se que um solo pode ser quimicamente bom, mas se a compactação ocorre, as plantas não se beneficiam adequadamente dos nutrientes, uma vez que o desenvolvimento de novas raízes fica prejudicado, e é nelas que ocorre a maior taxa de absorção; além disso, com a compactação, ocorre a diminuição dos espaços livres do solo, e, conseqüentemente, a quantidade de oxigênio disponível na rizosfera, podendo ser limitante para o desempenho dos processos metabólicos da planta. Atualmente a soja configura-se como uma das principais atividades agrícolas do Brasil, porém com sérias restrições por parte de ambientalistas a sua produção. Dessa forma, procuram-se maneiras de melhorar a produção através do melhoramento genético e a agricultura de precisão incrementando a produção sem a abertura de novas áreas. Assim, durante o ano agrícola 2010/2011, no município de Sinop (MT), em uma região de transição cerrado/floresta amazônica, foram estudados os atributos da soja e os atributos físicos de um Latossolo Vermelho-amarelo distrófico sob sistema plantio direto, com o objetivo de selecionar entre os atributos pesquisados, aquele com a melhor correlação espacial, para explicar a variabilidade da produtividade da soja. Foi instalada a malha geoestatística, para coleta de dados do solo e da planta, com 103 pontos amostrais, numa área de 7,2 ha. Os atributos estudados foram a resistência do solo a penetração (RP), densidade do solo (DS) e produtividade de grãos (PG). Os dados médios obtidos foram de (RP=5,45 MPa), (DS= 1,12 Mg m-3). Os atributos analisados apresentaram de média a muito alta dependência espacial. Não houve correlação linear e espacial entre a produtividade e os atributos do solo analisado. Mesmo com estes níveis elevados de RP o presente trabalho alcançou altas produtividades que chegaram ha 3,268 Mg ha-1. A geoestatística mostrou-se uma ferramenta fundamental para o entendimento das condições físicas do solo e suas distribuições espaciais. Sendo que cumpriu o seu papel na caracterização da distribuição dos atributos analisados. Outros atributos que não os estudados, foram responsáveis pela variabilidade espacial da produtividade da soja.

Palavras-chave: Densidade do solo, Resistência e Geoestatística

Título: VARIABILIDADE PLUVIOMÉTRICA E SUA DISTRIBUIÇÃO NA PORÇÃO NORDESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO

Orientador: ROMÁRIO ROSA DE SOUSA

Autor(es):

DIONILSON RANGEL DOS SANTOS


Resumo: VARIABILIDADE PLUVIOMÉTRICA E SUA DISTRIBUIÇÃO NA PORÇÃO NORDESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO


Romário Rosa de Sousa

Orientador


Dionilson Rangel dos Santos

Bolsista Pibic


Universidade Federal de Mato Grosso –UFMT Campus Universitário do Araguaia
Resumo

No intuito de conhecer a variabilidade pluviométrica e sua distribuição na porção nordeste do estado de Mato Grosso, foi elaborados mapas pluviométricos da referida localidade. O período estudado a ser estudado foi a partir do ano de janeiro de 1961 até dezembro de 2010, totalizando-se 49 anos de dados. Foram utilizados dados mensais de precipitação do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC); Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO); disponível na home page http://www.ipcc-data.org/obs/get_30yr_means.html, onde os dados foram baixados de 1961 a 1990. Os dados diários foram provenientes das Agencia Nacional da Águas – ANA, onde os mesmos foram adquiridos via home page hidroweb da própria instituição no formato ASCII e convertidos para o formato xls. Posteriormente os valores foram organizados de acordo as coordenadas geográficas, ou seja, onde a Longitude: X-representam a distância leste de uma marca de nível medida dentro [ m ]; Latitude Y-representam o norte da distância de uma marca de nível medida também dentro [ m ]; Z-representa a intensidade da chuva medida dentro [ cm/hr ], que esta corresponde aos valores os dados hidroclimáticos a serem espacializados no programa Surfer versão 8 de propriedade da Golden Software INC. Observando a pluviometria ocorrida entre os anos de 1961 a 1990, constatou-se que o menor valor pluviométrico com 2850mm, aconteceu no município de Barra do Garças-MT, mais precisamente na porção oeste do referido município. Averiguou-se que para o período de 1961 a 1990 os maiores acúmulos pluviométricos, foram registrados na porção oeste e gradativamente as menores somas se descortinaram para as porções norte, leste e sul. Encontra partida a preferência pluviométrica para os anos de 1991 até 2001 e de 2002 até 2010 aconteceram de forma acentuada nas porções norte e os menores valores estiveram presentes nas porções oeste, leste e sul. Ao longo de 49 anos de dados, constatou-se que para qualquer planejamento urbano ou agrícola se faz necessário analisar as quantidades pluviométricas ocorridas na área estudada com seus municípios onde a chuva demonstrou maiores e menores valores, evitando assim problemas futuros danosos nas tomadas de decisões.

Palavras-chave: Climatologia, Chuva, Isoietas.

Título: VARIAÇÃO COMPORTAMENTAL DIÁRIA DE INGESTÃO, ÓCIO E RUMINAÇÃO DE OVINOS ALIMENTADOS COM SILAGEM DE CAPIM MARANDU COM RESÍDUO DE CERVEJARIA

Orientador: GUILHERME RIBEIRO ALVES/ GUILHERME RIBEIRO ALVES

Autor(es):


DANIELA APARECIDA PRADO


GABRIEL HENRIQUE BORGHETTI LEMES

GUILHERME RIBEIRO ALVES

Resumo: O conhecimento do comportamento ingestivo de animais que recebem subprodutos como parte da dieta contribui na elaboração de rações, além de elucidar problemas relacionados com a diminuição do consumo. Por conseguinte, objetivou-se nesse experimento avaliar a variação comportamental do tempo de ingestão, ruminação e ócio diário dos animais. Foram utilizados no experimento 20 ovinos, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos: silagem de capim marandu; silagem de capim marandu com 10% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 20% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 30% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas; silagem de capim marandu com 40% de cevada desidratada naturalmente por 36 horas, e quatro repetições por tratamento. Os animais foram alojados em baias individuais de 1,5 m2, providas de cocho de ração, cocho de sal e bebedouro individuais, e com piso de alvenaria. No registro do tempo despendido em alimentação, ruminação e ócio, adotou-se a observação visual dos animais a cada 10 minutos, feita por seis observadores treinados, em sistema de revezamento, posicionados estrategicamente de forma a não incomodar os animais, o que totalizou 432 observações no período. A análise das variações comportamentais diária de ingestão, ócio e ruminação durante as 24 horas foram feitas análises descritivas dos dados. Verifica-se que no geral, os animais ao amanhecer apresentaram os primeiros picos de ingestão de silagens, sendo o primeiro pico alimentar atingido em meados da manhã, situação estimulada pelo trato alimentar que foi próximo às 9 horas. A ingestão de silagens se manteve média até próximo às 13 horas, situação que se inverteu em picos de ruminação, que foram mantidos para assegurar a digestão dos alimentos ingeridos na parte da manhã. Após esse tempo gasto em ruminação, foi verificado que os animais voltaram a atividade de ingestão, em média próximo às 16:30 horas, provavelmente estimulados pela digestão do alimento durante o período de ruminação anterior e, também pelo estímulo do segundo trato alimentar referente à parte da tarde. A condição de ingestão se estendeu até meados de 20 horas, a partir desse horário houve uma intensificação do tempo gasto em ócio, com atividade de ruminação, até amanhecer o dia. A única ressalva que se faz a essa condição média, é no tratamento testemunha, ou seja, apenas silagem de capim marandu, em que, houve um pico de ingestão de forragem por volta das 2-3 horas da madrugada, o que pode ser compreendido como uma forma dos animais tentarem atingir suas exigências nutricionais.

Palavras-chave: aditivo, conservação de forragens, hábito alimentar, valor nutritivo

Título: VARIAÇÃO MORFOLÓGICA EXTERNA E CRANIANA DE METACHIRUS NUDICAUDAUTS (É. GEOFFROY, 1803) (DIDELPHIMORPHIA: DIDELPHIDAE) NO ESTADO DE MATO GROSSO.

Orientador: ROGÉRIO VIEIRA ROSSI



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