Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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JOSÉ ROBERTO APARECIDO MONTEIRO


Resumo: Metachirus nudicaudatus é a única espécie reconhecida para o gênero Metachirus, com área de distribuição que se estende de Honduras ao Paraguai e norte da Argentina. Popularmente conhecida como cuíca de quatro olhos devido à presença das manchas supra-oculares que variam em coloração entre creme à camurça, possui tamanho médio, com cauda levemente maior que o corpo, coloração dorsal variando entre castanho-acinzentado e castanho-alaranjado e ventre variando do creme à camurça. A espécie apresenta também um alto grau de divergência genética com descontinuidades expressivas ao longo de sua distribuição, sugerindo que seja um complexo de espécies. Este estudo teve como objetivo analisar a variação morfológica externa e craniana de Metachirus nudicaudatus no estado de Mato Grosso. Analisei 36 exemplares provenientes de 11 localidades, sendo 16 exemplares de sete localidades no estado de Mato Grosso mais 16 exemplares de três localidades no estado do Pará e quatro do Piauí para comparação. Agrupei os exemplares de Metachirus em sete classes etárias diferentes, de acordo com a eclosão e desgastes dos dentes. Em seguida analisei os caracteres externos e crânio-dentários com auxilio de esteromicroscópio e comparei com a literatura. Reconheci quatro morfotipos distintos para o estado de Mato Grosso, um dos quais pode ser associado a Metachirus nudicaudatus tschudii, presente nos municipios de Aripuanã e Cotriguaçu. Os demais são o morfotipo 1, no Cristalino; o morfotipo 2, na Serra das Araras e Peixoto de Azevedo; e o morfotipo 3 em Sapezal. Metachirus n. tschudii apresenta uma linha mediana escura no dorso e tom ferrugíneo no quadril; é castanho-acinzentado amarelado dorsalmente e possui bochecha e manchas sobre os olhos em tom palha. O ventre é palha amarelado, em tons mais fortes na garganta e tórax. O morfotipo 1 caracteriza-se por apresentar coloração do dorso castanho-alaranjada; manchas supra-oculares levemente alaranjadas; rostro castanho-alaranjado escuro, com uma estria mediana presente no rostro; ventre creme pardacento. O morfotipo 2 apresenta dorso castanho-alaranjado claro; rostro castanho-claro com a presença de pelos levemente alaranjados; estria mediana no meio do rostro quase imperceptível; ventre variando do creme ao amarelado. Por fim, o morfotipo 3 apresenta pelagem dorsal mais densa e macia que os demais morfotipos analisados nesse trabalho; coloração do dorso castanho-alaranjado escuro; possui um notável tom alaranjado-escuro na região do quadril; rostro castanho-alaranjado com a presença de pelos enegrecidos; estria mediana presente no rostro; mancha coronal estreita e enegrecida, que não se estende até a nuca; ventre camurça-escuro. Esses resultados discordam do padrão de Hershzovitz (1992) no qual as espécies de regiões secas são acinzentadas e pálidas enquanto as espécies de regiões úmidas possuem coloração escura e mais forte. Estudos envolvendo um número maior de amostras, incluindo dados moleculares, devem ser realizados futuramente para se compreender a natureza da variação morfológica aqui descrita.

Palavras-chave: Metachirus, Cuica de quatro olhos, Morfologia.

Título: VARIAÇÃO RADIAL DA MASSA ESPECÍFICA BÁSICA DA MADEIRA DE ESPÉCIES FLORESTAIS CULTIVADAS NO NORTE DE MATO GROSSO

Orientador: JAIR FIGUEIREDO DO CARMO

Autor(es):

RAFAELI VALERIO DE LIMA


ALINE PILOCELLI

PATRICIA APARECIDA RIGATTO CASTELO


Resumo: A massa específica básica da madeira tem sido um índice de qualidade consagrado pelos pesquisadores e melhoristas florestais. Os desenvolvimentos alcançados pela genética florestal coadjuvado pelos ganhos obtidos no rendimento volumétrico foram às primeiras etapas de um programa onde se procurou melhorar a qualidade da madeira. Dentre os padrões de qualidade de madeira procurados, a massa específica básica foi o que mais se sobressaiu por ser o de mais fácil manuseio e de comprovada alta herdabilidade. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi determinar a massa específica básica da madeira de espécies florestais cultivadas no Norte de Mato Grosso em diferentes posições no sentido radial. Foram estudadas cinco madeiras, a teca (Tectona grandis), três clones de eucalipto sendo GG100, H13 e AT008, todos (Eucalyptus urograndis) de diferentes procedências nomeadas como E. 1, E. 2 e E. 3, e o mandiocão (Didymopanax morototoni). O estudo foi desenvolvido com espécies madeireiras abatidas de propriedades próximas à região do município de Sinop, no Estado de Mato Grosso. Os indivíduos foram selecionados, de modo aleatório, árvores de bom fuste, com grã reta e diâmetro a altura do peito (DAP) entre 20 - 30 cm. Para a realização da pesquisa utilizaram-se três indivíduos de cada espécie. Das árvores selecionadas, foram retirados à altura de 1,30 m acima do solo, ou seja, no DAP, um disco de 7 cm de espessura, e de cada disco foram retiradas amostras no sentido radial passando pela medula, dessas amostras foram confeccionados corpos-de-prova, com dimensões de aproximadamente 2 x 2 x 3 cm de aresta com maior dimensão no sentido das fibras, ao longo do sentido medula-casca e identificadas para o estudo da variação no sentido medula-casca da variável massa específica básica.

Para determinação da massa específica básica utilizou-se o método da balança hidrostática conforme Foelkel et al. (1971). Os resultados obtidos foram submetidos ao teste de Hartley para verificação da homogeneidade das variâncias, posteriormente, foram examinados pelo teste F de análise de variância, considerando o delineamento experimental blocos casualizado. O teste de Tukey, para comparação entre as médias será aplicado sempre que o teste F acuse diferença entre tratamentos ao nível de 5% de probabilidade. Dentre as espécies estudadas a Tectona grandi, E. 1 e E. 2 foram as que tiveram as maiores médias de massa específica ( 0,561, 0,456, 0,476g/cm³, respectivamente) e a madeira Didymopanax morototoni a menor (0,395g/cm³). Já para as posições no sentido medula-casca, na posição central foi encontrado o maior valor médio (0,475g/cm³) e a posição medula a menor (0,440g/cm³). Para todas as espécies estudadas não houve diferença estatística de variação da massa específica básica no sentido radial, e a teca apresentou em todas as posições os maiores valores de massa específica, tal resultados pode ter ocorrido devido à idade dos indivíduos amostrados que para os Eucaliptos foi de cinco anos e a Teca e o Mandiocão de 10 anos.

Palavras-chave: Massa específica básica, variação radial.

Título: VARIAÇÃO RADIAL DAS DIMENSÕES CELULARES DA MADEIRA DE ESPÉCIES FLORESTAIS CULTIVADAS NO NORTE DE MATO GROSSO

Orientador: PATRÍCIA APARECIDA RIGATTO CASTELO

Autor(es):


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