Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ALINE PILOCELLI


Resumo: Os estudos anatômicos possibilitam a identificação das espécies e, mais do que isso, geram informações sobre a estrutura do lenho, permitindo identificar as relações entre o lenho e as características gerais da madeira, principalmente nos aspectos referentes à resistência mecânica, permeabilidade, resistência natural e trabalhabilidade. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi determinar as dimensões celulares de espécies florestais cultivadas no Norte de Mato Grosso em diferentes posições no sentido radial. As atividades iniciaram com a coleta dos discos, os quais consistem em madeiras obtidas de árvores cultivadas em propriedades da região do município de Sinop/MT, com base na disponibilidade das mesmas e principalmente no interesse comercial das madeiras. As espécies estudadas foram a teca (Tectona grandis), o mandiocão (Didymopanax morototoni) e os clones híbridos de eucalipto: GG100 (Eucalyptus urograndis), H13 (Eucalyptus urograndis) e o AT008 (Eucalyptus urograndis). Os indivíduos selecionados, de modo aleatório, apresentavam as seguintes características: árvores de bom fuste, com grã reta e diâmetro a altura do peito (DAP) entre 20 - 30 cm. Para a realização do estudo foram utilizados três indivíduos de cada espécie, perfazendo quinze árvores no total. De cada árvore foi coletado um disco de 7 cm de espessura, no DAP ou seja, a 1,30 m acima do solo e de cada disco foram retiradas amostras representativas das posições: próxima a medula, intermediária (centro) e próxima a casca. Após a coleta das amostras, foram confeccionados corpos-de-prova, com dimensões de aproximadamente 2 x 2 x 3 cm de aresta, os quais foram utilizados para o estudo da variação medula-casca das seguintes variáveis: comprimento dos elementos de vaso (CV), diâmetro dos vasos (DV), frequência de vasos (FV), altura dos raios (AR), largura dos raios (LR), frequência dos raios (FR), comprimento das fibras (CF) e espessura de parede das fibras (EP). Ao final, todos os resultados foram submetidos ao teste de Hartley para verificação da homogeneidade das variâncias, posteriormente, foram examinados pelo teste F de análise de variância, considerando o delineamento experimental blocos casualizado. O teste de Tukey, para comparação entre as médias, foi aplicado sempre que o teste F acusasse diferença entre tratamentos ao nível de 5% de probabilidade. Os resultados indicaram que ocorreu uma tendência de aumento no diâmetro de vasos e uma diminuição na frequência de raios no sentido medula-casca para todas as espécies estudadas. Já, o comprimento e a frequência de elementos de vaso, o comprimento e a espessura de parede de fibras, a altura e a largura de raios não apresentaram variações significativas no sentido medula-casca.

Palavras-chave: variação radial, dimensões celulares, espécies florestais

Título: VARIAÇÕES NA COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA DE IGARAPÉS EM ÁREAS COM DIFERENTES HISTÓRICOS DE MANEJO NO MUNICÍPIO DE SINOP-MT, AMAZÔNIA MERIDIONAL

Orientador: LUCÉLIA NOBRE CARVALHO



Autor(es):

DENISE CARAGNATO PARISOTTO


Resumo: Na região amazônica, diversas áreas são exploradas pelo manejo florestal, dentro das quais existem diversos riachos que podem sofrer eventuais efeitos desse manejo em diferentes escalas temporais e espaciais. Diante disso, este trabalho teve como principal objetivo determinar os efeitos ambientais associados com o histórico de manejo sobre a assembléia de peixes em igarapés de terra firme na Amazônia Meridional. O levantamento foi realizado em três módulos: Mód. 1 com 6 igarapés, Mód. 2 com 9 igarapés e Mód. 3 com 3 igarapés, distantes cerca de 40Km do município de Sinop – MT e que apresentavam diferentes históricos de corte seletivo de madeira: Mód. 1 de 8 anos, Mód. 2 de 15 anos e Mód. 3 de 29 anos. Os igarapés foram considerados parcelas aquáticas que apresentavam 50m de largura acompanhando as margens. Os peixes foram coletados de forma ativa, com o uso de redes de cerco, puçás e peneiras. O esforço de coleta foi padronizado para todos os riachos por meio do número de coletores e tempo de coleta (3 coletores, durante 2 horas) sendo que os exemplares coletados foram sacrificados, fixados em formalina (10%) e transportados para o laboratório. Após a triagem, os exemplares foram acondicionados em álcool 70% e depositados na coleção de peixes da UFMT e INPA. Além da identificação taxonômica das espécies coletadas, também foram mensurados os parâmetros estruturais e físico-químicos dos riachos, como largura média do canal, profundidade média e máxima, velocidade da corrente, vazão média, abertura média do dossel e tipos de substrato. Quanto aos parâmetros físico-químicos da água foram determinados oxigênio dissolvido, temperatura, potencial hidrogeniônico (pH), condutividade, partículas em suspensão e ácidos húmicos. Para a avaliação das relações entre composição ictiológica e características estruturais e físico-químicas dos igarapés, foram utilizadas técnicas de análise estatística multivariada. Foram coletados 1097 exemplares e identificadas 34 espécies distribuídas em 17 famílias: Characidae, Cetopsidae, Rhamphichthyidae, Loricariidae, Auchenipteridae, Cichlidae, Pimelodidae, Rivulidae, Erythrinidae, Hypopomidae, Gymnotidae, Trichomycteridae, Sternopygidae, Callichthyidae, Crenuchidae, Lebiasinidae e Heptapteridae. Nos igarapés do Mód. 1 foram coletadas e identificadas 17 espécies de peixes, dentre as quais as de maior representatividade foram Moenkhausia phaenota (34,68%), Hisonotus chromodontus (15,32%) e Centromochlus sp. n 2. (14,52%). M. phaenota também foi a espécie de maior destaque dentre as 20 espécies coletadas no Mód. 2 (40,51%), seguida por Centromochlus sp. n 2. (13,85%) e Gymnorhamphychthys petiti (11,28%). Dentre as 14 espécies coletadas no Mód. 3 M. phaenota foi igualmente a de maior frequência (70,39%), seguida por Rivulus kayabi (8,38%) e Aequidens sp. (5,59%). No que diz respeito às características ambientais, os igarapés apresentaram pH em torno de 4.68 e diversas variações quanto a sua estrutura e composição.

Palavras-chave: assembléia de peixes, manejo florestal, igarapés amazônicos

Título: VERIFICAÇÃO DO VO2MÁX DE SUJEITOS HIV+ DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO REALIZADO NA INTENSIDADE DO LAN: EFEITO DO TREINAMENTO FÍSICO COMBINADO

Orientador: FABRÍCIO AZEVEDO VOLTARELLI

Autor(es):

ALESANDRO GARCIA


GABRIELA GASPAR MARTINS

Resumo: A inserção do exercício físico regular na rotina de pessoas vivendo com HIV/AIDS pode diminuir os efeitos negativos causados pelo uso prolongado da HAART (Highly Active Antiretroviral Therapy). Nesse sentido, o treinamento físico combinado (TFC; treinamento resistido + aeróbio) tem sido recomendado tanto para a prevenção quanto para a reabilitação de doenças crônico-degenerativas a que essa população vem sendo acometida. Avaliar o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) de sujeitos HIV+ durante o exercício físico realizado na intensidade do Limiar Anaeróbio (LAn) nos momentos pré e pós-TFC. Participaram do estudo 10 indivíduos HIV+, sendo 05 mulheres (46,89±9,9 anos de idade) e 05 homens (42,6±11,1 anos de idade). Os mesmos realizaram o TFC por um período de 16 semanas ininterruptas. Antes e após o período de treinamento, foi verificado o VO2máx por meio do protocolo de exercício em rampa (PER), o qual forneceu, ainda, a velocidade, a inclinação e o tempo referentes ao Limiar Anaeróbio (LAn) dos sujeitos. Os dados estão expressos como média ± desvio padrão (teste t-Student p<0,05). Os resultados do presente estudo denotam que o TFC promoveu aumento muito significativo dos valores de VO2máx dos sujeitos HIV+ durante exercício realizado na intensidade do Lan. Além disso, e de forma salutar, foram observadas elevações, também, na velocidade e inclinação referentes a esse importante marcador da capacidade aeróbia (Lan). De acordo com os resultados obtidos, podemos afirmar que, para os sujeitos de nosso estudo, o TFC foi capaz de melhorar a potência aeróbia dos mesmos.

Palavras-chave: HIV/AIDS, Exercício Físico, Consumo máximo de oxigênio

Título: VIDAS DIVIDIDAS: ENSINO SUPERIOR E POVOS INDÍGENAS NA UFMT :DEFINIÇÕES, PAPÉIS, LUGARES DOS IDOSOS EM UMA ALDEIA BAKAIRI – PAKUERA

Orientador: PATRÍCIA SILVA OSÓRIO

Autor(es):


ADRIANA ULEIRO KAVOPI


Resumo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

Bolsista PIBIC-AF (PROIND Guerreiros da Caneta)

Projeto de Pesquisa: Vidas Divididas: Ensino Superior e Povos Indígenas na UFMT

Plano de Trabalho: Definições, papéis, lugares dos idosos em uma aldeia Bakairi – Pakuera

Aluna: Adriana Uleiro Kavopi Adrianakavopi@gmail.com

Orientadora: Patrícia Silva Osório patricia.osorio@gmail.com

O Povo Bakairi, falante da língua Karib, reside a 100 km do município de Paranatinga (Mato Grosso). Tem como fonte de sustento a caça e a pesca, as casas são feitas de pau a pique, cobertas de palha de buriti e outras são de alvenaria. Os Bakairi estão divididos em nove aldeias, sendo a principal, a Aldeia Pakuera, constando 80 famílias e também sendo o universo de investigação desta pesquisa.

O plano de trabalho “Definições, papéis, lugares dos idosos em uma aldeia Bakairi – Pakuera”, inserido no Projeto “Vidas divididas: Ensino Superior e Povos Indígena na UFMT” tem como intuito refletir sobre definições e papéis sociais dos idosos entre o povo Bakairi, tendo em vista a investigação dos processos de transformação das dinâmicas culturais, no que se refere as relações entre jovens e velhos; e produzir conhecimento sobre os desafios impostos aos povos indígenas na contemporaneidade.

Em Pakuera reside maior parte dos idosos, cerca de 60 idosos. Realizando uma pesquisa de campo, observa-se que podem se inserir nesta categoria pessoas a partir dos 40 anos de idade. E diferente dos não indígenas, os agaityom (idosos) são culturalmente respeitados. Ser idoso é desfrutar de sabedorias, como a de saber contar história e cantar, e assim poder ensinar aos netos a sabedoria dos antepassados.

A pesquisa aponta que os idosos na aldeia Pakuera não moram sozinhos, mas sim com suas famílias, uma vez que muitos precisam de cuidados. E dentro das famílias, os agaityom desempenham papel importante na criação das crianças, pois são mais respeitados, sendo deles a última palavra da “casa”.

No entanto, observam-se algumas transformações em torno dessas significações e dinâmicas nas relações sociais estabelecidas principalmente entre os “velhos” e “jovens” que demonstram desinteresse em estar (ouvir e conversar) com os agaityom. Tais transformações estão sendo sentidas na aldeia Pakuera. Faz-se necessário identificar tais (re)significações e mudanças nas relações sociais. O presente plano de trabalho se propõe a investigar tais processos em uma pesquisa que se propõe de cunho interdisciplinar articulando reflexões teóricas, temas de interesse e métodos de investigação de duas áreas de conhecimento Serviço Social e Antropologia.
Palavras-chave: Definições,papéis,lugares de idosos( Agaityom) na etnia Bakairi.

Título: VOCÊ TEM FOME DE QUÊ? - CULTURA E ALIMENTAÇÃO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

Orientador: JULIANA ABONIZIO

Autor(es):


MAYARA MASCARROZ BELFORT MATTOS


Resumo: A Sociologia da Vida Cotidiana está no ramo da sociologia geral que trata da possibilidade de investigação e discurso sobre o cotidiano visto como manifestações do real e da realidade da vida. Por meio dessa análise, é possível observar as transformações nas escolhas dos alimentos, as mudanças na rotina alimentar, o papel da escolha e recusa de alimentos na construção de identidade e os hábitos alimentares como símbolos de adesões ideológicas, éticas, ecológicas e sociais, que vai além dos aspectos nutricionais. Isso, observando que os alimentos servem como símbolos de posição e condição social, utilizando os alimentos como comunicadores de referências. Onde, também, nossos “gostos” estão marcados por distinção social, permitindo separar e unir pessoas e, consequentemente, forjar solidariedade ou construir divisões grupais. Partimos das hipóteses de que a alimentação é uma atividade humana central, não pela frequência, mas por ser o nosso primeiro contato com as nossas escolhas, por geralmente ser introduzido por indivíduos que exercem grande influência afetiva e que conferem ao nosso comportamento um poder sentimental duradouro. No entanto, Os comportamentos relativos aos hábitos alimentares sofrem influência de acordo com a cultura em que cada indivíduo está inserido, mas sempre é marcado por características como aperfeiçoamento pessoal. Diante das transformações marcadas pela urbanização e pela globalização, a alimentação passou e continua passando por mudanças que afetam a qualidade dos alimentos produzidos e industrializados. São consequências do deslocamento da população campo-cidade, do consumo maior em alimentos já prontos, do aumento populacional, da evolução dos métodos de conservação, das técnicas de embalagem, assim reduzindo o tempo de consumo de alimentos, com a expansão dos fast-foods, inclusive. Dessa forma um novo estilo de vida impõe novas expectativas de consumo, que acabam orientando as escolhas de alimentos. Considerando esses fatores, por meio de amostragem quantitativa de questionários aplicados na comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso contendo 13 perguntas, permitindo vislumbrar e comparar, bem como ter um perfil dos hábitos alimentares dos acadêmicos podemos observar que: 1 - a média os acadêmicos fazem em média três refeições diárias, se alimentam em casa e frequentam as cantinas bem como o restaurante universitário; 2 – Em geral não ocorreram mudanças na alimentação ao ingressar na universidade, mas os que afirmam que ocorreram classificam como negativo; 3 - Quando fragmentadas as medias mudam, traçando assim diferentes perfis: Os acadêmicos que residem com os pais ou familiares se alimentam com mais frequência em cantinas e poucas vezes no restaurante universitário, enquanto universitários que moram sozinhos costumam ingerir bebidas alcoólicas com mais frequência e se alimentar mais vezes no Restaurante Universitário.

Palavras-chave: Alimentação, cultura, sociologia do cotidiano, Restaurante Universitário, Universidade Federal de Mato Grosso, identidade

Título: ZONEAMENTO DA APTIDÃO CLIMÁTICA DA CANA-DE-AÇÚCAR NO PÓLO REGIONAL DE RONDONÓPOLIS (MT) PARA O CENÁRIO FUTURO BASEADO NAS PROJEÇÕES PARA O CLIMA (IPCC/2007)

Orientador: ANDRÉ MARCONDES ANDRADE TOLEDO

Autor(es):


JULYANE VIEIRA FONTENELLI


Resumo: As projeções das mudanças climáticas globais divulgadas pelo IPCC sinalizam a tendência de aumento da demanda mundial por etanol. Tendo em vista, a expansão do mercado sucroalcooleiro no Brasil, sugere-se a realização do zoneamento da aptidão climática da cana-de-açúcar em escala regional. Assim, objetivou-se nesta pesquisa elaborar mapas de aptidão climática da cana-de-açúcar (Saccharum spp) no pólo regional de Rondonópolis, estado de Mato Grosso, considerando os dados gerados pelo modelo GFDL, cenário de emissão B1 para o período de 2021-2050. Os dados meteorológicos do clima futuro da área de estudo e municípios circunvizinhos foram obtidos do modelo Geophysical Fluid Dynamics Laboratory (GFDL) do National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, para o cenário de emissão B1 (baixa emissão – otimista), conforme apresentado no IPCC. Em seguida, procedeu-se a análise dos mesmos inserindo-os no software ArcGIS 9.3.1 para interpolação e elaboração de mapas com a distribuição espacial de precipitação e temperatura utilizando o método Spline with tension. Os resultados mostraram que não haverá restrição térmica para cultivo da cana-de-açúcar. Por outro lado, as simulações dos balanços hídricos realizadas apontam a necessidade de utilização de irrigação plena nos períodos de deficiência hídrica em toda área analisada.

Palavras-chave: Cana-de-açúcar, aptidão climática, aquecimento global.

Título: Percebendo a província de Mato Grosso na cartografia de Castelnau
Orientador: Prof.ª Dr.ª Maria de Fátima Costa

Autor(es):Benone Lopes Moraes (Bolsista Apoio Técnico 3° Grau / FAPEMAT – benonelopes@gmail.com)



Resumo: Entre os anos de 1843 e 1847, a expedição científica chefiada por Francis de Castelnau percorreu o interior do continente sul-americano com o objetivo de estudar a bacia amazônica e também de buscar uma possível ligação desta bacia com os afluentes do rio da Prata. Os resultados dessa empresa foram publicados em 15 tomos, em forma de narrativas escritas, visuais e cartográficas. A pesquisa que embasa esta apresentação tem como suporte o rico legado cartográfico deixado por esta empresa naturalista. Trata-se de mapas publicados em Paris entre 1850 e 1859, que compõem a 5ª parte da obra produzida pela expedição, que recebeu o título de “Géographie des parties centrales de l’Amérique du Sud”. Ali se reuniu 30 cartas duplas e textos que mostram, em pormenores, as áreas visitadas pelos expedicionários franceses. Dentre estas, encontra-se uma série dedicada à província de Mato Grosso e suas regiões de limites; selecionou-se para análise o mapa intitulado, “Carte de la province de Matto Grosso et d’unepartie de la Bolivie.”de 1854, de autoria do próprio conde de Castelnau. Ao estuda-lo percebeu-se que Francis de Castelnau deu grande destaque aos rios da província mato-grossense e, numa análise comparada, observou-se que a mesma atenção foi dada pelo autor tanto em sua cartografia como na sua narrativa textual. Nesta comunicação tem-se, pois, como proposta demonstrar a relação existente entre as informações contidas no mapa de 1854 e os textos da comitiva. Busca-se perceber de que maneira esta expedição apreendeu a província mato-grossense, em especial a sua hidrografia e os seus limites coma República Boliviana.
Palavras-chave: Expedição Castelnau, Cartografia, Província de Mato Grosso.


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