Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ANGELICA FEBOLI POLITA


Resumo: Usar sementes melhoradas significa ter um ganho na qualidade e produtividade dos produtos florestais. Por isso o objetivo desse trabalho é estimar parâmetros genéticos para o caráter germinação e desenvolvimento inicial de mudas de Tabebuia aurea em viveiro e laboratório. A coleta de sementes foi realizada em áreas de ambiente natural, na baixada cuiabana, estado de Mato Grosso. O experimento foi conduzido no Viveiro Florestal da UFMT para análise de germinação e desenvolvimento inicial das mudas. Foi utilizado delineamento de blocos casualizados, sendo 5 blocos e 20 matrizes. As matrizes foram distribuídas de forma aleatória em cada bloco com 6 tubetes por parcela, totalizando 30 tubetes por matriz. O substrato utilizado em viveiro foi terra preta peneirada. A leitura da germinação foi realizada com 30 e 50 dias após a semeadura. Seis meses após a instalação do experimento foi realizada a análise do desenvolvimento inicial das mudas, medindo com uma régua graduada a altura das mudas, considerando essa altura da base da muda até a ultima folha, e foi quantificado o número de folíolos. No Laboratório de Silvicultura da UFMT, foram realizados dois testes, o primeiro com quatro repetições de cinco sementes por matriz em caixas tipo gerbox com papel germitest acondicionados em germinador a 25ºC, as avaliações foram diárias durante 9 dias após a primeira semente germinada. O segundo teste realizado em laboratório foi para análise da influência do substrato na germinação, usando duas repetições com oito sementes por matriz em caixa de plástico com os seguintes substratos: plantmax, vermiculita e torta de filtro, em uma proporção de 2-1-1, respectivamente. As caixas foram cobertas com papel filtro para não perder umidade para o meio, realizando leituras diárias durante 12 dias. Foram avaliadas a porcentagem de germinação, o tempo médio de germinação (TM) e o índice de velocidade de germinação (IVG) por matriz segundo a metodologia proposta por Maguire (1962). Para as avaliações genéticas da germinação foi utilizado o software genético-estatístico Selegen – REML/BLUP. Em viveiro a altura de plântula, número de folíolos, germinação inicial e final apresentaram as herdabilidades de matrizes e acurácias altas, possibilitando ganhos genéticos e homogeneidade de germinação de mudas com a seleção. Nenhuma família se destacou em todos os parâmetros estudados, por isso o uso de seleção combinada é necessária para fazer um programa de melhoramento visando uma melhora nessas características juntas. Para altura houve um destaque da matriz 16, para número de folíolos a matriz 8 se destacou e para germinação a matriz 17 foi a melhor. Em laboratório as sementes de Tabebuia aurea se desenvolveram melhor em ambiente controlado em gerbox, quando comparado com o substrato, apresentando uma porcentagem de germinação de 86,75%, o TM de 1,6 dias e IVG de 0,81 em gerbox, enquanto que em substrato os valores da porcentagem de germinação foi de 62,5%, TM de 3,06 e IVG de 0,65. As matrizes 2 e 9 apresentaram superioridade em ambos experimentos realizados no laboratório.

Palavras-chave: Tabebuia aurea, pré-melhoramento

Título: ANÁLISE DOS ERROS DE PREPARO DE MEDICAMENTOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Orientador: MARIA APARECIDA MUNHOZ GAIVA



Autor(es):

JÚLIA SALOMÉ DE SOUZA


JESSICA SARAIVA XAVIER

Resumo: A qualidade do cuidado e a segurança dos pacientes assumem papel de extrema relevância, sendo reconhecida atualmente como a Era da Segurança. Medicamentos administrados erroneamente podem afetar os pacientes, ocasionando prejuízos/danos, reações adversas, lesões temporárias e permanentes e até a morte, prejudicando a segurança dos pacientes. Sendo assim, a enfermagem se constitui como a última barreira para a prevenção destes erros, visto que ela atua, efetivamente, nos processos de preparo e administração de medicamentos; portanto, cabe a estes profissionais conhecer o sistema de medicação da instituição onde trabalham fazendo com que os erros possam ser minimizados. Inserido neste contexto de segurança do paciente e erros de medicação, quando se fala de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), necessita-se de um cuidado especial, pois os recém-nascidos (RN) ali internados se encontram vulneráveis e quando vitimas de erros sofrem maiores danos que outras populações, muitas vezes fatais. Portanto, tal estudo tem como objetivo analisar os erros no processo de preparo de medicamentos pela equipe de enfermagem em uma UTIN de Cuiabá – MT. Trata-se de um estudo descritivo observacional com abordagem quantitativa, realizado em uma instituição hospitalar de ensino de Cuiabá, MT. Fizeram parte do estudo profissionais da equipe de enfermagem atuantes na UTIN que exercem atividades relacionadas ao preparo de medicação, que estiveram trabalhando na hora da coleta e aceitaram participar da pesquisa. Após aprovação do projeto pelo comitê de ética em pesquisa conforme a resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, e assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido pelos participantes do estudo, a coleta ocorreu no primeiro semestre de 2012. Os dados foram coletados através de observação sistemática não participante da atuação da equipe de enfermagem no processo de preparo de medicação. Os dados obtidos na coleta foram analisados e categorizados, sendo apresentados em gráficos e tabelas com freqüências absolutas e relativas utilizando-se o programa Excel. Os dados obtidos mostraram que muito ainda precisa ser feito para que se possa garantir um cuidado mais seguro aos RN. Das 23 (100%) doses observadas, 11 (47,82%) foram preparadas com técnica incorreta, considerando-se como inadequação: o não uso de luvas, a não lavagem das mãos, a não desinfecção de ampolas e frascos ampolas, o preparo com muito atraso ou antecedência, a contaminação e a não proteção de medicamentos fotossensíveis. Além disso, 22 (95,65%) das doses preparadas não foram rotuladas, e 01 (4,34%) foi rotulada de forma incompleta. Tal dado revela o quão inseguro é realizada esta prática, pois o rótulo é algo que garante que o medicamento estará sendo feito no paciente correto e da forma correta, além de ser preconizado pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) da ANVISA n°45, que rege o preparo e administração de medicamentos. Percebe-se a necessidade de implementação de medidas que favoreçam a segurança do paciente e minimizem os erros cometidos, além disso, torna-se imprescindível uma mudança na cultura de enfrentamento do erro, encarando o mesmo como uma oportunidade de aprendizado e melhora na qualidade do atendimento prestado, garantindo desta forma a segurança dos pacientes.

Palavras-chave: Segurança do paciente; Recém-Nascido; Cuidados de Enfermagem; Terapia Medicamentosa

Título: ANÁLISE ECONÔMICA DE DIFERENTES FONTES PROTEICAS PARA VACAS LEITEIRAS

Orientador: MARINALDO DIVINO RIBEIRO

Autor(es):

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