Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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CHRISTIANI MONTE CRUZ FALCÃO


Resumo: Nas ultimas décadas a atividade leiteira no Brasil apresenta-se em amplo desenvolvimento, principalmente devido a necessidade de atender a um aumento na demanda interna do pais. No entanto os produtores ainda enfrentam enormes dificuldades, sendo a principal dentre elas o alto custo da alimentação na produção bovina. Neste caso torna-se necessário a busca por alimentos de custo reduzido, como os coprodutos provenientes do beneficiamento e/ou processamento de grãos. Dentre estes, destaca-se o resíduo do beneficiamento do feijão comum (Phaseolus vulgaris L.). Entretanto deve-se avaliar além das características nutricionais e comportamentais ocasionadas pela ingestão deste resíduo, sua economicidade em relação às fontes convencionalmente utilizadas. Objetiva-se, portanto, avaliar a economicidade da inclusão do resíduo do feijão como fonte de proteína em comparação a outras fontes convencionais na alimentação de vacas leiteiras. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Risoleta Neves, pertencente a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), unidade de São João Del Rei – MG, durante os meses de fevereiro a abril de 2012. Foram utilizadas 8 vacas mestiças (Holandesas x Zebu) em lactação, com peso médio de 500 kg, entre o 60º e o 90º dia de lactação e produção média de 15 kg de leite/dia, distribuídas em dois quadrados latinos 4x4 (quatro tratamentos x quatro períodos), com períodos experimentais de 15 dias, sendo os animais mantidos numa área de 5 ha de pastagem mista, dividida em 10 piquetes de 0,5 ha providos de saleiro e bebedouro, mantidas nos piquetes sob forma de manejo rotacionado com intervalo de 3 dias. Os tratamentos foram constituídos por dietas contendo diferentes fontes proteicas, sendo os alimentos utilizados como fonte de proteína: resíduo de feijão, farelo de soja, farelo de algodão 38% e farelo de girassol. Os ingredientes das dietas foram: milho moído e os alimentos protéicos citados anteriormente, ofertados na relação volumoso concentrado de 60:40, sendo as dietas formuladas para serem isoproteicas. As avaliações econômicas foram realizadas tendo como base o custo de cada dieta, relacionada com as médias de consumo e produtividade leiteira dos animais durante os dias de avaliação. O experimento encontra-se em fase de processamento das amostras e realização de análises laboratoriais. Entretanto, os resultados observados demonstram que a utilização de resíduo de feijão reduz consideravelmente o custo da dieta, embora tenha ocorrido uma leve diminuição na produtividade dos animais, devido a fatores antinutricionais presentes no alimento. Contudo, o resíduo de feijão apresenta-se como uma boa alternativa devido o baixo custo da dieta.

Palavras-chave: resíduo de feijão, economicidade, dieta, produção leiteira

Título: ANÁLISE MOLECULAR E IMUNO-HISTOQUÍMICA DO VÍRUS DA HEPATITE E EM SUÍNOS

Orientador: CAROLINE ARGENTA PESCADOR

Autor(es):

CAMILA GONÇALVES DE CAMPOS


MARCONNI VICTOR DA COSTA LANA

Resumo: As principais doenças que afetam suínos são consideradas multifatoriais, sendo mais comumente relatadas enfermidades respiratórias e entéricas como causas de prejuízos no sistema de produção animal. No entanto, existem infecções nos suínos que não provocam doença clínica, mas são importantes na segurança dos alimentos, como por exemplo, o vírus da hepatite E (HEV). A hepatite E é uma enfermidade de caráter zoonótico presente em países industrializados e em desenvolvimento. O suíno é um reservatório assintomático do vírus e transmissão esta normalmente associada com a contaminação através da via fecal-oral ocorrendo por meio do consumo de água ou alimentos contaminados. O objetivo deste estudo foi investigar incidência do vírus da hepatite E em suínos criados em sistema intensivo e sistema extensivo situados no Estado de Mato Grosso, Brasil e padronizar a técnica de imuno-histoquímica como método auxiliar no diagnóstico desta enfermidade. Um total de 50 suínos foram utilizados para o estudo, sendo 25 pertencentes a granjas comerciais (sistema intensivo) e 25 pertencentes ao sistema extensivo de produção. Amostras de fígado, bile e fezes foram coletadas e armazenadas a -200C em tubos plásticos para serem testadas para o vírus da Hepatite E através da PCR com primers para região ORF 2. Adicionalmente fragmentos de fígado, intestino delgado e grosso foram coletados, fixados em formalina a 10% e processados de acordo com métodos convencionais para exames histopatológicos e utilizados para a padronização da técnica de imuno-histoquímica. Na imuno-histoquímica foi utilizado um anticorpo monoclonal comercial anti-HEV na diluição de 1:200, sendo a recuperação antigênica realizada através da proteinase K por 7 minutos, tampão citrato e calor por 2minutos e protease XIV por 15 minutos. O método utilizado foi bionina-estreptavidina conjugada com fosfatase alcalina. O cromógeno utilizado foi permanente vermelho. O RNA DO HEV foi detectado em 32% (8/25) do total dos animais das granjas extensivas, não sendo observado em suínos pertencentes a granjas comerciais (sistema intensivo). As oito amostras positivas na PCR foram utilizadas para a padronização da técnica de imuno-histoquímica. Os fragmentos de fígado, intestino delgado e grosso tratados com proteinase K por sete minutos apresentaram os melhores resultados. A marcação foi visualizada no interior do citoplasma de hepatócitos e nas células da lâmina própria e nas células epiteliais no interior do lúmen das criptas de lieberkuhn do intestino delgado. No intestino grosso a marcação foi observada de forma evidente na mucosa em todas as amostras testadas. Diante disso podemos concluir que o HEV está presente em suínos criados em sistema extensivo de criação e que a técnica de imuno-histoquímica é útil no diagnóstico desta enfermidade, principalmente quando amostras refrigeradas não são encaminhadas ao laboratório.

Palavras-chave: HEV, suínos, imuno-histoquímica, PCR.

Título: ANÁLISE TAXONÔMICA E GEOGRÁFICA DA ESCORPIOFAUNA MATO-GROSSENSE BASEADA NA COLEÇÃO ZOOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, CAMPUS CUIABÁ.

Orientador: MARCOS ANDRÉ CARVALHO

Autor(es):

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