Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ALINE DE OLIVEIRA LIRA


Resumo: Adultos e imaturos de Homalinotus depressus (Linnaeus, 1764) foram registrados em babassú (Attalea sp.) e em coroa foliar e pedúnculo floral do coqueiro de plantio comercial no Pará, provocando a queda de flores e frutos. Devido à esta importância e carência de estudos morfológicos para este curculionídeo, especialmente no que se refere à descrição e ilustrações de determinadas estruturas, este trabalho objetivou descrever e discutir a morfologia externa de H. depressus, ilustrando e caracterizando detalhadamente, pela primeira vez, as genitálias e aparelho bucal de machos e fêmeas adultos. Os exemplares estudados pertencem a Coleção Entomológica Pe. Jesus Santiago Moure (DZUP/UFPR). A caracterização morfológica foi realizada com base no estudo do exoesqueleto, peças bucais e genitália. Os procedimentos utilizados na dissecação se basearam em bibliografias específicas e as ilustrações foram feitas com o auxílio do programa CorelDRAW X5. Homalinotus depressus apresenta comprimento variando de 1,96–2,52 a 1,95–2,27cm em machos e fêmeas respectivamente. Tegumento preto ou marrom escuro. Rostro cilíndrico, subreto, pouco mais arqueado no macho, subigual ao comprimento do pronoto. Peças bucais. Mandíbulas simétricas, subtriangulares. Maxila alongada; artículos dos palpos subiguais, transversos; mala revestida por cerdas; estipe fusionada com a mala; cardo estreito, alongado e curvado. Lábio estreito; premento transverso, superfície ventral pubescente; palpos trisegmentados. Pronoto com lobo pós-ocular; largura máxima subigual aos élitros. Élitros elipsoidais, convexos e com ápice arredondado. Coxas posteriores transversais. Fêmures dilatados, denteado ventralmente. Tíbias posteriores denteadas apical e ventralmente. Garras tarsais simples. Abdome. Ventritos mais largos que longos. Genitália. Macho. Lobo médio subigual ao comprimento das apódemas basais. Tégmen. Lóbulos dorsais alongados, divergentes, tão longo quanto o manubrium. Oitavo esternito abdominal. Margem apical contendo cerdas. Espícula gastral longa e encurvada na base, ápice assimétrico. Fêmea. Oitavo tergito trapezoidal, margem apical denteada e com cerdas. Espícula ventral mais longa que os braços apicais. Coxitos glabros. Estilos cilíndricos e pubescentes no ápice. Bolsa copuladora membranosa. Ducto da espermateca inserido próximo ao oviduto. Espermateca. Glândula alongada; cápsula com ramus e collum. Homalinotus depressus se diferencia de Homalinotus nodipennis (Chevrolat, 1978) por apresentar tufos de pelos nas laterais do pronoto, escutelo mais elevado e rostro estreito, mais curto, além de angulação das lateriais do pronoto mais pronunciadas. Os aspectos gerais da morfologia externa, genitália e aparelho bucal de machos e fêmeas de H. depressus foram descritos e discutidos, incluindo pela primeira vez, descrição das maxilas e ilustração do aparelho bucal. Estas informações auxiliarão no reconhecimento da espécie, bem como no desenvolvimento de estudos em sistemática e cladística.

Palavras-chave: Broca do coqueiro; Coleoptera; gorgulho.

Título: ASSOCIAÇÃO DE FUNGOS DARK SEPTATE E MICORRÍZICOS ARBUSCULARES COM PLANTAS DO PANTANAL MATOGROSSENSE

Orientador: MARCOS ANTÔNIO SOARES

Autor(es):

MATTHEWS LOBO GALVAO


Resumo: Fungos endofíticos dark septate (DSEF) e micorrízicos arbusculares (FMA) são fungos que vivem nos interior de tecidos vegetais e, aparentemente não causam prejuízo a seus hospedeiros. A colonização geralmente se dá pela raiz e pode se espalhar intra e intercelularmente nos tecidos do caule, folhas e sementes. Proporcionam muitas vantagens às plantas como maior absorção de nutrientes e água e maior resistência a ambientes estressados. O crescimento dos DSEFs se dá através de hifas septadas mielinizadas e microesclerócios, estruturas enoveladas formadas pela agregação de hifas no interior das células vegetais. Micorrízicos arbusculares desenvolvem hifas cenocíticas, além de vesículas, que são estruturas de reserva de lipídios e glicogênio, e arbúsculos, pequenas ramificações de hifas responsáveis por trocas de nutrientes entre fungo e hospedeiro. O objetivo do trabalho é verificar a ocorrência de DSEF e FMA no sistema radicular de plantas coletadas no Pantanal de Poconé. Inicialmente, metodologias de diafanização de raízes foram testadas para espécies Reimarochloa brasiliensis (Spreng.) Hitchc., Paspalum lineare Trin., Oxycaryum cubense (POEPP. & KÜK.) K. LYE, Ipomoea carnea Jacq., e Melochia arenosa Benth. Essas espécies foram coletadas em três pontos: P1 (16° 21’ 87’’ S e 56° 17’ 59’’ W), P2 (16° 7’ 234’’ S e 56° 18’ 536” W) E P3 (16° 21’ 15,1” S e 56° 18,5’ 13” W) todos localizados no Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil. As plantas foram submetidas ao processo que melhor evidenciou as estruturas fúngicas de cada planta: hifa não septada, vesícula e arbúsculo para FMA e hifa septada mielinizada e microesclerócio para dark septate. As raízes diafanizadas foram coloridas com corante Azul de Tripano Tripano em lactoglicerol 0,05% e foram observadas em microscópio óptico em aumento de 400x e verificou-se que todas são colonizadas por DSEFs e FMAs, sendo que a espécie P. lineare possui maior quantidade de estruturas de dark septate (hifa septada e microesclerócio) em relação às outras espécies, enquanto que R. brasilienses é a espécie com maior quantidade de hifas não septadas observadas. O. cubense foi a espécie analisada com a maior quantidade de vesículas em suas raízes. I. carnea foi a espécie na qual uma menor quantidade de estruturas de FMA foi encontrada e M. arenosa é a espécie menos infectada por dark septate, entre todas as espécies analisadas. Todos esses resultados estão intrinsecamente relacionados ao habitat de cada espécie e sugerem que esses fungos podem estar relacionados à adaptação dessas plantas ao estresse hídrico do pantanal.

Financiamento: CNPQ/INAU

Palavras-chave: Fungos, Dark septate, Micorriza, Pantanal.

Título: ASSOCIAÇÃO ENTRE TEMPO DE TELA E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA EM ADOLESCENTES CADASTRADOS NA ESTRATÉGIA DE SAUDE DA FAMÍLIA DE CUIABÁ-MT

Orientador: CHRISTIANNE DE FARIA COELHO RAVAGNANI

Autor(es):


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