Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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STÉFHANO LUÍS CÂNDIDO


Resumo: O diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia e alterações no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas decorrentes de insuficiência completa ou relativa da secreção e/ou ação da insulina. Esta patologia representa atualmente um problema mundial de saúde e, apesar da existência de terapêutica baseada na administração de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais, ainda não foi possível controlar efetivamente suas consequências letais. Associado a este contexto, a biodiversidade e as origens etno-culturais da população mato-grossense fazem com que a utilização de plantas medicinais no tratamento do diabetes seja uma prática bastante difundida. Bidens pilosa L. é uma planta pertencente à família Asteraceae, conhecida popularmente como picão preto. Na medicina popular esta planta é utilizada com finalidades terapêuticas, incluindo o tratamento do diabetes. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antidiabética e antioxidante do extrato de Bidens pilosa L. através de ensaios in vitro. O extrato hidroalcoólico foi preparado a partir das folhas e das raízes da planta. A toxicidade dos extratos foi testada em culturas de adipócitos pelo método do MTT. A capacidade antioxidante dos extratos foi avaliada determinando-se a quantidade de extrato necessária para reduzir em 50% a concentração inicial do radical livre DPPH (EC50). O potencial hipoglicemiante dos extratos foi avaliado pela determinação da atividade da enzima a-glicosidase. Os extratos não alteraram a viabilidade celular em nenhuma das concentrações testadas (5 a 4000 µg/mL). O extrato preparado a partir das raízes da planta apresentou melhor capacidade antioxidante (EC50 = 144,79 µg/mL) do que o extrato obtido a partir das folhas (EC50 = 743,91 µg /mL). A concentração do extrato folhear necessária para inibir 50% da atividade da a-glicosidase (CI50) foi 26,78 mg/mL. Estes resultados corroboram com o uso tradicional desta planta para o tratamento do diabetes mellitus uma vez que a capacidade de inibição da atividade da enzima a-glicosidase pode ser um dos mecanismos que contribui para a ação hipoglicemiante da mesma. Além disto, os extratos apresentaram potencial antioxidante, uma característica importante para a reversão do quadro de estresse oxidativo presente no diabetes e não apresentaram citotoxicidade.

Palavras-chave: Diabetes Mellitus, Bidens pilosa L., Atividade antidabética, Atividade antioxidante, Citotoxicidade

Título: AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTI-HIPERGLICÊMICA AGUDA DO EXTRATO METANÓLICO DA CASCA DO CAULE DE CALOPHYLLUM BRASILIENSE CAMBESS EM RATOS DIABÉTICOS

Orientador: AMANDA MARTINS BAVIERA

Autor(es):


JULIANY TORRES SIQUEIRA


GIULLYANNO DE OLIVEIRA FELISBERTO

Resumo: A procura de plantas com a finalidade de cura de enfermidades ou alívio de seus sintomas vem desde os primórdios da humanidade. Esta procura levou à descoberta de espécies vegetais com ação medicinal e/ou tóxica, tendo assim um conhecimento empírico de suas ações farmacológicas. Neste sentido, cascas de caule de Calophyllum brasiliense Cambess, conhecida como “guanandi” ou “jacareúba”, têm sido popularmente utilizadas para o tratamento dos sintomas do diabetes, no entanto são necessários estudos que comprovem esta atividade farmacológica da planta. O presente trabalho objetivou avaliar a ação hipoglicemiante aguda do extrato metanólico da casca do caule de Calophyllum brasiliense. Foram utilizados ratos Wistar machos (180-190g). Os animais foram mantidos em jejum durante 15 horas para a posterior indução do diabetes, feita através da administração intravenosa de estreptozotocina (STZ), na dose de 40mg/kg peso corporal, sob efeito de anestesia. Sete dias após a indução do diabetes foram realizados os seguintes experimentos: teste de tolerância oral à glicose (TTGO) e efeito do extrato sobre a glicemia pós-prandial, que consistiu da divisão dos ratos diabéticos de acordo com três doses diferentes de extrato, 75mg/kg (DT75), 100mg/kg(DT100), 150mg/kg(DT150) e diabético não tratado (DC), que posteriormente receberiam extrato ou veículo (água) através de gavage orogástrica. Para a avaliação do efeito do extrato metanólico de Calophyllum brasiliense pelo TTGO, os animais receberam sobrecarga de glicose (2,5g/kg) por via oral juntamente com o extrato ou veículo após jejum de 15 horas, o sangue foi coletado antes (0 minuto) e nos tempos de 15, 30, 45, 60, 75, 90, 105 e 120 minutos após a administração do extrato. Para a avaliação do efeito do extrato metanólico de Calophyllum brasiliense na glicemia pós-prandial, os animais que receberam água e dieta comercial ad libitum receberam dose única de extrato ou veículo e o sangue foi coletado antes (0 minuto) e nos tempos de 30, 60, 90, 120, 150, 180, 210 e 240 minutos após a administração do extrato. Os resultados foram expressos como média ± EPM da área sob a curva (AUC) e analisados por ANOVA uma via (p<0,05). Não foram observadas diferenças entre os grupos estudados nos valores de AUC da glicemia pós-prandial (DC = 67825,71 ± 9756,56; DT75 = 67246,88 ± 10451,29; DT100 = 64767,50 ± 11847,41; DT150 = 77667,86 ± 14318,99 mg/dL), bem como nos valores de AUC da glicemia após sobrecarga de glicose no TTGO (DC = 31990,50 ± 3628,33; DT100 = 32562,50 ± 3000,07; DT150 = 31888,12 ± 2987,76 mg/dL). Através destes resultados podemos sugerir que o extrato metanólico da casca do caule de Calophyllum brasiliense não apresenta atividade anti-hiperglicêmica aguda. Novos estudos são necessários para confirmar o potencial hipoglicemiante da planta estudada, como por exemplo o estudo da atividade antidiabética subcrônica.

Palavras-chave: Atividade antidiabética, Calophyllum brasiliense Cambess

Título: AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA IN VITRO DO ÓLEO DE THEOBROMA GRANDIFLORUM

Orientador: LUCÉLIA CAMPELO ALBUQUERQUE DE MORAES

Autor(es):

RAFAELA DE FREITAS MARTINS FELICIO


Resumo: A árvore de cupuaçu (Theobroma grandiflorum,) pertence a familia Sterculiacea, é típica do Amazonas e sua fruta tem forma de cilíndrica com extremidades arredondadas. É usado na área alimentícia e cosmética. O ß -sitosterol principal componente presente do óleo confere-lhe propriedades bactericidas, anti-virais, fungicidas e anti-inflamatórias usadas para destruir a capa lipídica de vários microrganismos. Com o uso mais freqüentes de plantas medicinais pela população, é necessário comprovar cientificamente os seus efeitos.

O óleo foi extraído na aldeia indígena do Xingu, ao norte do Estado de MT, nas coordenadas geográficas de lat. 12°; 10’; 45.60” S e long. 53°; 08’; 49.86” W. Foi avaliada a capacidade antimicrobiana do óleo da T. grandiflorum contra cepas de S. aureus (ATCC 25923), P. aeruginosa (ATCC 27853) e E. faecalis (ATCC 29218). Os testes foram executados no laboratório de Análises Clínicas na UFMT e submetidos à avaliação pela técnica de difusão em Ágar e macrodiluição os quais são estabelecidos como padrão pelo NCCLS.

O teste de difusão em disco apresentou resultado extremamente significante (p<0,0001) contra P. aeruginosa quando comparado ao teste de difusão em poços, as demais cepas não apresentaram inibição. A atividade contra gram negativas pode ser justificada pela presença de ß –sitosterol, que destrói a barreira lipídica dos microrganismos. O crescimento de S. aureus e E. faecalis não foi inibido pelo extrato bruto do óleo.

O óleo de cupuaçu teve capacidade de impedir crescimento da P.aeruginosa e o método que melhor reportou este resultado foi o de difusão em disco.

Palavras-chave: Theobroma grandiflorum, ß -sitosterol, microrganismo

Título: AVALIACAO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE IN VIVO DO EXTRATO HIDROALCOÓLICO DA ENTRECASCA DE SIOLMATRA BRASILIENSIS (COGN.) BAILL. EM RINS DE RATOS DIABÉTICOS.

Orientador: AMANDA MARTINS BAVIERA

Autor(es):


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