Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ROSA MARIA JACINTO


Resumo: O aleitamento materno tem inúmeros benefícios nutricionais e imunológicos, alem de estabelecer ligação emocional mães e filhos. Em relação ao hormônio melatonina vem sendo descrito propriedades imunomoduladoras e sua produção também pode ser através de leucócitos. Assim este trabalho tem como objetivo avaliar a concentração do hormônio melatonina no colostro de mães normoglicêmicas e hiperglicêmicas. Foram avaliadas 10 amostras de colostro como volume de 10 ml coletadas entre 48 a 72 h após o parto, as mães hiperglicêmicas foram diagnosticadas pelo Teste de Tolerância Glicemia (TTG 100 g-normal) e pelo perfil glicêmico (GP). A concentração do hormônio melatonina foi realizado através do método Elisa kit Melatonin Sulfate IBL Internacional®. Observou-se que a concentração do hormônio melatonina foi maior em colostro de mães diabéticas (46,7 ± 16,2 pg/ml) quando comparada aos valores de colostro de mães normoglicêmicas (24,0 ± 8,10 pg/ml). Estes dados sugerem que a concentração do hormônio melatonina, pode ser influenciada por alterações metabólicas ocasionadas pela hiperglicemia devido a alterações no metabolismo de glicose.


Apoio Financeiro: FAPEMAT, CNPq.

Palavras-chave: Aleitamento, Melatonina, Diabetes

Título: AVALIAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DOS POLIMORFISMOS PPARGAMA (PRO12ALA) E PPARALFA (LEU162VAL) PARA A PATOGÊNESE DA ESTEATOSE EM HEPATITES VIRAIS

Orientador: CARMEN LUCIA BASSI BRANCO



Autor(es):

CAMILA DE PAULA E SILVA


Resumo: A esteatose é uma lesão hepática comum que tem sido reconhecida como um co-fator capaz de afetar a gravidade, progressão e resposta ao tratamento de doenças hepáticas, tais como as hepatites virais. Sugere-se que as proteínas da família PPAR (peroxisome proliferated-activated receptors) tenham um papel chave na fisiopatologia das doenças do fígado gorduroso (ente elas a esteatose), por modularem o acúmulo de triglicerídeos hepáticos, entre outros efeitos. O polimorfismo Pro12Ala no gene PPARgama é a variante mais frequente desse gene, sendo que alguns estudos sugerem uma associação entre o genótipo Ala/Ala com menores níveis de triglicerídeos plasmáticos e o polimorfismo Leu162Val é um polimorfismo comum do gene PPARalfa, que tem sido previamente associado com dislipidemia e medidas de adiposidade. Este trabalho teve a finalidade de avaliar a freqüência dos polimorfismos Pro12Ala do gene PPARgama e do Leu162Val do gene PPARalfa em pacientes com hepatites B e C e também verificar a associação desses polimorfismos com o desenvolvimento da esteatose nesses pacientes. Foram investigados 233 pacientes, sendo 122 infectados com HBV e 111 com HCV, atendidos no ambulatório de Hepatologia do Hospital Universitário Julio Muller. A partir das amostras de sangue periférico foi realizada a extração de DNA e genotipagem por PCR-RFLP. Os resultados foram analisados pelo teste de Fisher. Dos 233 pacientes com hepatites virais, 44 apresentaram esteatose, cuja ocorrência foi significativamente maior (p=0,02) entre os pacientes HCV (28/111) do que entre os pacientes HBV (16/122). Considerando o grupo total e o polimorfismo Pro12Ala, o genótipo mais comum nos indivíduos com esteatose foi o Pro/Pro (86,4%, 38/44), seguido pelo Pro/Ala (9,1%, 4/44) e Ala/Ala (4,5%, 2/44), frequências semelhantes às observadas no grupo sem esteatose (84,1%, 15,4% e 0,5%). Embora os dados demonstrem um pequeno aumento da frequência de homozigotos Ala/Ala entre os indivíduos com esteatose, nenhum dos genótipos apresentou associação significativa com essa manifestação clínica. Com relação ao polimorfismo Leu162Val o genótipo predominante nos pacientes com esteatose foi o Leu/Leu representando 84% (37/43), seguido do Leu/Val 16% (7/43) e nenhum Val/Val. Já no grupo sem esteatose, 90,5% (170/189) dos pacientes eram Leu/Leu, seguidos de 9% (17/189) Leu/Val e 1 indivíduo Val/Val, 0,5% (1/189). Também não ocorreu associação significativa entre os genótipos e a esteatose. Resultados semelhantes foram obtidos quando a mesma análise foi realizada nos grupos com hepatite B ou C. Os resultados obtidos até o momento sugerem que os polimorfismos no gene PPAR não influenciam a esteatose nos pacientes com hepatites virais. No entanto, dado a baixa frequência dos alelos estudados nesta população (5,6% para o alelo Val e 8,4% para Ala), a ampliação do número amostral é necessária para uma melhor definição do papel dos polimorfismos nos genes PPAR para a estatose em hepatites virais.

Apoio: CNPq e FAPEMAT

Palavras-chave: PPAR (peroxisome proliferated-activated receptors); esteatose; hepatites virais.

Título: AVALIAÇÃO DA CURA DO EPS USADO COMO ADESIVO EM MADEIRA AGLOMERADA.

Orientador: NORMAN BARROS LOGSDON

Autor(es):


HEVELINE TRAJANO VASCONCELOS


Resumo: Do mesmo modo que locais alternativos, em particular as áreas de florestas plantadas, também surgem no mercado novos produtos para amenizar os problemas atuais, nesses casos se encaixam os painéis que se aproveitam do beneficiamento das madeiras para sua produção. São muito procurados, porém, apresentam certos tipos de restrições para a sua fabricação, o que implica na necessidade de pesquisa para o aproveitamento de seus benefícios. Almeida et al (2012) concluíram ser possível produzir painéis aglomerados utilizando serragem, com múltiplas espécies, como partículas, e EPS, dissolvido em gasolina, como adesivo. Essa assertiva baseou-se em painéis produzidos com 50% de serragem (partículas) e 50% de poliestireno expandido – EPS (adesivo) dissolvido em 2000 ml de gasolina com adição de 250 ml de água. A serragem, das espécies Peroba e Cedrinho, encontravam-se misturadas aleatoriamente e de tamanhos não selecionados. Na confecção desses painéis foi aplicada uma pressão a frio de 4 MPa, por um período de 12 minutos para, em seguida, manter os painéis em repouso, para cura do adesivo, por aproximadamente uma semana. Os resultados deste trabalho indicam que o período de cura de uma semana foi insuficiente para a completa cura do EPS dissolvido em gasolina. Após um período de cura bem maior, de seis meses aproximadamente, algumas características físico-mecânicas foram superiores às observadas para o período de cura de uma semana. O material ficou mais resistente e com maior rigidez. As características físicas de densidade, absorção de água após duas horas em imersão, inchamento em espessura após duas e mesmo após 24 horas em imersão, não foram alteradas com o período maior no tempo de cura do adesivo (EPS dissolvido em gasolina). Por outro lado, a absorção de água após 24 horas em imersão aumentou consideravelmente. O maior tempo de cura, aparentemente, permitiu a evaporação dos solventes (gasolina e água) de regiões mais internas do material, criando espaços vazios de difícil acesso à água. Assim, após 24 horas de imersão a água preenche esses vazios, que em apenas 2 horas não preenchia. Todas as características mecânicas avaliadas, à exceção da resistência ao cisalhamento, aumentaram com o período maior no tempo de cura do adesivo (EPS dissolvido em gasolina). A resistência ao cisalhamento, que não apresentou diferenças estatisticamente significantes, apresentou um valor médio de 3,96 MPa, para uma semana de cura do adesivo, e de 4,60 MPa, para seis meses de cura do adesivo. A resistência à compressão longitudinal, aumentou substancialmente, do valor médio de 2,04 MPa, para uma semana de cura do adesivo, para 9,09 MPa, para seis meses de cura do adesivo. O módulo de ruptura (MOR) aumentou significativamente, do valor médio de 4,52 MPa, para uma semana de cura do adesivo, para 6,65 MPa, para seis meses de cura do adesivo. O módulo de elasticidade (MOE), por sua vez, também aumentou significativamente, do valor médio de 417 MPa, para uma semana de cura do adesivo, para 796 MPa, para seis meses de cura do adesivo.

Palavras-chave: EPS, Aumento na resistência, Características físico-mecânicas

Título: AVALIAÇÃO DA DETERIORAÇÃO DE PINTADO HÍBRIDO (PSEUDOPLATYSTOMA RETICULATUM X RHAMNDIA QUELEM) AO LONGO DE ESTOCAGEM REFRIGERADA (GELO).

Orientador: EDIVALDO SAMPAIO DE ALMEIDA FILHO

Autor(es):

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