Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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EVELINE DE MAGALHÃES WERNER


Resumo: O contexto de crise ecológica vivenciado atualmente torna clara a necessidade de adoção de instrumentos que favoreçam a durabilidade da vida, e sua própria dignidade. No entanto, um conceito de direito ao meio ambiente no qual a delimitação de seu conteúdo é influenciada apenas pela visão ocidental dominante, é insuficiente para garantir uma proteção satisfatória para as futuras gerações em uma sociedade plural. Tampouco é capaz de assegurar a dignidade da vida, entendida não em seu sentido puramente antropocêntrico, mas reconhecendo todas as formas de vida como dotadas de um valor em si mesmo. A pesquisa pretendeu propor uma interpretação do direito ao bem viver como elemento capaz de ampliar e fortalecer a proteção conferida pelo conceito de direito ao meio ambiente atualmente aceito. Para tanto, buscou-se identificar e sistematizar a jurisprudência relacionada com o direito a um projeto de vida, bem como do direito ao bem viver; analisar o nível de proteção ao meio ambiente conferido por uma leitura restrita do artigo 225 da Constituição Federal; e estudar a possibilidade de uma leitura do direito ao meio ambiente a partir da consideração de um ideal de bem viver. Fez-se uso da pesquisa bibliográfica, bem como da análise de jurisprudência de tribunais estrangeiros e internacionais. Discutiu-se que o direito ao bem viver, enquanto projeto de vida coletivo, é um elemento capaz de integrar a concepção de direito ao meio ambiente atualmente aceita. Isto porque o bem viver exige uma relação de complementaridade e harmonia entre diversas variáveis, e, assim, uma ideia de direito ao meio ambiente complementada pelo direito ao bem viver sugeriria uma proteção completa do meio ambiente, por não abordar o ser humano como finalidade última da proteção ambiental, mas como parte da natureza, que, de maneira integral, deve ser protegida. Considerando o contexto vivenciado na América do Sul, especialmente no Equador e na Bolívia, de reconhecimento do direito ao bem viver, como objetivo a ser alcançado por esses Estados, defende-se que a Constituição brasileira também pode ser interpretada de modo a possibilitar que o ideal do bem viver integre a definição de direito ao meio ambiente. Por fim, ressaltou-se que a leitura do artigo 225 deve ser integrada pelo artigo 231 da Constituição, a fim de garantir um nível de proteção suficiente para a dignidade e a durabilidade da vida, em todas as suas formas.

Palavras-chave: Estado plurinacional; bem viver; dignidade da vida.

Título: A CONCEPÇÃO DE ÉTICA DE ALUNOS DA EMEB PADRE AGOSTINHO COLLI

Orientador: MARIA DA ANUNCIAÇAO

Autor(es):

EDJANE DA SILVA BARBOSA


Resumo: CONCEPÇÕES DE ÉTICA DE ALUNOS DA EJA DA EMEB PADRE AGOSTINHO COLLI
BARBOSA, Edjane da Silva/UFMT

edjane.correa@hotmail.com

Orientadora: Prof. Drª. NETA, Maria Anunciação Pinheiro Barros

barrosneta@gmail.com


Este trabalho é o resultado de uma pesquisa de iniciação científica realizada com o apoio da CNPq, na EMEB Padre Agostinho Colli, localizado no Município de Cuiabá. Pretendeu-se com essa pesquisar compreender e interpretar: quais as concepções de ética dos alunos? Para buscar essa compreensão e de como esse trabalho está sendo desenvolvido na Instituição, visto que, a educação da EJA visa trabalhar a ética, pois de acordo o PCN, os temas transversais são conteúdos de caráter social que devem ser incluídos no currículo para serem trabalhados em todas as áreas de conhecimento. A ética é um desses temas e deve envolver assuntos da atualidade, pois são de urgência social: Questões graves como: drogas, prostituição infantil, desemprego, fome, violência, etc. de abrangência nacional. O objetivo desses conteúdos é favorecer a compreensão da realidade para que os alunos desenvolvam a capacidade de posiciona-se diante dessas questões que interferem na vida coletiva. Assim todas as disciplinas devem visar à formação do aluno para viver na coletividade de forma consciente e autônoma. A pesquisa teve uma abordagem qualitativa de cunho fenomenológico, visto que, o discurso é descritivo e pretende favorecer uma busca de compreensão do sentido das concepções fornecidas pelos alunos. Nas atividades ao longo do percurso realizou-se: visitas ao ambiente escolar, observações participantes, análise documental e questionário. Desse modo compreendeu-se que os alunos da EMEB Padre Agostinho Colli, ao pensar sobre ética e suas questões a relaciona com a ética moral centrada na sua conduta diante do outro.

Palavras-chave: ética, moral e EJA.

Título: A CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS E O MAL-ESTAR DA JUVENTUDE NA “COMÉDIA HUMANA” DE BALZAC

Orientador: FAUSTO CALAÇA GALVÃO DE CASTRO

Autor(es):

ARTHUR BERNARDINO DOMENE SENA


Resumo: Neste plano de trabalho individual, foi estabelecida uma comparação entre o tema “mal-do-século” presente em alguns episódios de romances de Honoré de Balzac e o tema “mal-estar na civilização” segundo Sigmund Freud. O objetivo foi de analisar um dos processos fundamentais da constituição do “psicológico”: o mal-estar psíquico. Como objetivo específico, propomos algumas discussões sobre as representações romanescas do mal-estar psíquico e sobre a história da constituição do sujeito contemporâneo. A metodologia teve como base a Sociocrítica, abordagem que propõe uma leitura histórico-dialética do texto literário pretendendo construir uma “poética da sociedade” que, por sua vez é considerada inseparável de uma leitura do ideológico nas produções textuais. O procedimento utilizado foi uma aproximação entre citações de episódios de três romances de Balzac nos quais se destaca a constituição de grupos de jovens entre 20 e 27 anos de idade: o Cenáculo (2º capítulo de “Ilusões Perdidas”, 1839), os Treze (Prefácio de “História dos Treze”, 1833) e os Cavaleiros da Malandragem (breve episódio de “Um Conchego de Solteirão”, 1841). Cada grupo de jovens se constitui como uma via alternativa de adaptação dos indivíduos na sociedade frente ao mal-estar decorrente da exclusão social da qual os membros se queixam (o “mal do século”, tema essencial do Romantismo na literatura do século XIX). Cada episódio foi analisado separadamente a partir da noção de “mal-do-século” de René Guise (autor que discute sobre o contexto social, político e literário da formação de grupos de rapazes na obra balzaquiana) e o texto “O mal-estar na civilização” (1930), de Freud. Percebemos que o “mal” abordado tanto em Guise (Romantismo) como em Freud (Psicanálise) é um fenômeno proveniente da sociedade civilizada a partir do século XIX. Embora sejam noções de áreas diferentes, “mal-do-século” e “mal-estar na civilização”, uma na literatura romântica e outra psicanalítica, e produzidas em épocas distintas, uma no século XIX e outra no século XX, ambas são complementares por tratarem basicamente do mesmo assunto: os conflitos humanos nas sociedades. Concluímos que as duas noções ainda fazem ressonância nos dias atuais e podem contribuir para os debates interdisciplinares sobre os conflitos sociais contemporâneos.

Palavras-chave: mal-do-século; mal-estar; Freud, Balzac.

Título: A CONSULTA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA MENOR DE DOIS ANOS EM CUIABÁ, MT

Orientador: MARIA APARECIDA MUNHOZ GAÍVA

Autor(es):

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