Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ALESSANDRA ROSA DA SILVA


Resumo: A espécie Alibetia edulis, popularmente conhecida como marmelada bola, é uma frutífera comumente encontrada no cerrado brasileiro. Desponta com elevado potencial para aproveitamento alimentar e econômico, apresentando peculiaridades sensoriais de cor, aroma e sabor intensas, podendo ser consumida tanto na forma in natura quanto na forma de sucos, doces, licores, sorvetes e geleias. Nesse contexto, o objetivo do presente trabalho foi a caracterização física e química da polpa e da casca de frutos maduros de marmelada bola (Alibertia edulis) do cerrado brasileiro. Os frutos foram coletados numa área de pastagem nativa com formação típica do cerrado, localizada próxima ao município de Cuiabá, Mato Grosso. Após seleção dos frutos, estes foram lavados com água corrente e sanificados com NaClO 200mg.L-1 por 15 minutos, seguindo com a separação do epicarpo (casca) e do mesocarpo (polpa). Em seguida, procedeu-se com a determinação da umidade (%) e dos teores de proteína, cinzas e lipídeos (% na matéria integral) na polpa e na casca da marmelada bola, além dos sólidos solúveis (SS) (%) e acidez titulável (AT) (mL de NaOH 0,1M) na polpa. O teor de umidade encontrado na polpa e na casca da marmelada bola foi de 60,12% e 49,69%, respectivamente. Os valores de proteína encontrados na polpa do fruto (2,56%) foram superiores aos encontrados na casca (1,63%). Os teores de cinzas foram de 1,22% na polpa e 0,71% na casca de marmelada bola. Teores baixos de lipídeos foram encontrados tanto na polpa quanto na casca de marmelada bola, representando 0,72% e 0,92%, respectivamente. O teor de SS da polpa do fruto foi de 22,48% enquanto o volume gasto de NaOH 0,1M utilizado na titulação para a AT foi 4,9mL. Assim, mais estudos são necessários para a caracterização nutricional da polpa e da casca de marmelada bola, contudo, com os resultados preliminares obtidos a partir desse estudo, pode-se inferir acerca da utilização do fruto como alimento, além do possível aproveitamento da casca no desenvolvimento de produtos.

Palavras-chave: Alibertia edulis; aproveitamento alimentar; potencial nutricional; cerrado.

Título: CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUÍMICA DA POLPA E DA CASCA DE MARMELADA ESPINHO DO CERRADO

Orientador: LUIZ JOSÉ RODRIGUES

Autor(es):

MAYARA LIMA RIBEIRO RODRIGUES


ALESSANDRA ROSA DA SILVA

Resumo: O cerrado brasileiro, com vasta extensão territorial, ocupa cerca de 25% do território brasileiro, constituindo-se num bioma com um grande número de espécies frutíferas nativas. São subutilizadas como alimento devido, sobretudo, à falta de informações acerca desses frutos. Nesse contexto, cabe destacar a presença da marmela espinho (Alibertia Verrucosa), frutífera com sabor exótico e agradável, além de aspectos sensoriais de aparência e cor muito atrativos aos consumidores. Associado ao desconhecimento sobre o fruto está o elevado índice de perdas pós-colheita. O objetivo do presente trabalho foi a caracterização física e química da polpa e da casca de frutos de marmelada espinho (Alibertia verrucosa) do cerrado brasileiro. Os frutos foram coletados numa área de pastagem nativa com formação típica do cerrado, localizada próxima ao município de Cuiabá, Mato Grosso. Após seleção dos frutos, estes foram lavados com água corrente e sanificados com NaClO 200mg.L-1 por 15 minutos, seguindo com a separação do epicarpo (casca) e do mesocarpo (polpa). Em seguida, procedeu-se com a determinação da umidade (%) e dos teores de proteína, cinzas e lipídeos (% na matéria integral) na polpa e na casca da marmelada espinho, além dos sólidos solúveis (SS) (%) e acidez titulável (AT) (mL de NaOH 0,1M) na polpa. A marmelada espinho apresentou teores de umidade de 75,39% na polpa e de 60,59% na casca. Os valores de lipídeos encontrados na polpa da marmelada espinho foram inferiores aos encontrados na casca do fruto, representando 0,24% e 0,7%, respectivamente. A proteína da polpa de marmelada espinho foi de 0,84% na polpa e de 1,73% na casca. Os teores de resíduo mineral fixo (cinzas) foram de 0,55% na polpa e de 1,15% na casca de marmelada espinho. O valor de sólidos solúveis da polpa do fruto foi de 14,48% e a acidez titulável foi 1,16mL de NaOH 0,1M gasto na titulação. A marmelada espinho apresenta potencial de utilização como alimento em função dos dados preliminares observados no presente trabalho, além da casca que pode vir a constituir-se em fonte de nutrientes, principalmente em regiões que carente como o cerrado.

Palavras-chave: Alibertia verrucosa; potencial nutricional; fruteira nativa; aproveitamento alimentar.

Título: CARACTERIZAÇÃO FISIOGRÁFICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO GONÇALVES NO PLANALTO DOS PARECIS - MUNICÍPIO DE SORRISO - MT

Orientador: DEOCLECIANO BITTENCOURT ROSA

Autor(es):

NATÁLIA SILVA PINTO


Resumo: Este artigo apresenta os resultados de estudos acerca de uma caracterização fisiográfica que foi levada a efeito na bacia hidrográfica do córrego Gonçalves, também conhecido regionalmente, como Dois Tubos e sua área de influência. Estas áreas estão inseridas no município de Sorriso. Localmente foram levantados os dados climáticos, a constituição rochosa, o relevo, os solos, a hidrologia e a cobertura vegetal. O clima não é uniforme sendo do tipo tropical a estações contrastadas, sendo uma seca (abril a setembro) e outra chuvosa (outubro a março). A constituição litológica está relatada às rochas do Grupo Parecis (Cretáceo Superior), onde predominam arenitos, as Coberturas Detrito-Lateríticas (Lateritas) referidas ao Terciário, e as Aluviões Recentes. As formas de relevo são planas a parcialmente onduladas se descortinando como o a unidade geomorfológica conhecida como Planalto dos Parecis. Os solos são predominantemente arenosos, com alguma contribuição argilosa, assim como, concreções ferruginosas e cascalhos. Ocorrem também organossolos referidos as margens e ao leito do córrego Gonçalves. Hidrograficamente a área é drenada pela bacia hidrográfica do córrego Gonçalves, afluente do rio do Lira. O córrego Gonçalves tem suas nascentes no Distrito de Caravágio e drena a parte sul da cidade de Sorriso, enquanto que o rio do Lira o limite norte desta cidade. A cobertura vegetal ainda apresenta remanescentes das Florestas, mais Matas Ciliares e Galerias, e Cerrado com presença de Campo Cerrado, Campo Sujo, Campo Limpo, Cerradão, Áreas Desmatadas (Pastagens e Cultivos) e Áreas Reflorestadas.

Palavras-chave: BACIA HIDROGRÁFICA - CLIMA - RELEVO - SOLO - CÓRREGO

Título: CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DA MADEIRA DE PAU-DE-BALSA, OCHROMA PYRAMIDALE (CAV. EX LAM.) URB. - MALVACEAE, PROCEDENTE DO MUNICÍPIO DE QUATRO MARCOS, MT

Orientador: ZENÉSIO FINGER

Autor(es):

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