Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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AMANDA FAVARETTO CAIRES


Resumo: A utilização da madeira em estruturas requer o conhecimento das características mecânicas, que variam com a umidade da madeira. Em geral a resistência diminui com o aumento de seu teor de umidade, atingindo um valor mínimo para umidade acima do limite de saturação. A antiga norma brasileira, NBR 7190: 1982, recomendava considerar madeira verde no projeto, os ensaios eram realizados em madeira verde e o dimensionamento subestimava a resistência em serviço. A nova versão da norma brasileira, NBR 7190: 1997, adota a umidade de referência de 12%, na qual os resultados de ensaios devem ser apresentados. Por outro lado, o resultado de um ensaio em madeira verde, cujo teor de umidade é incógnito, não pode ser reportado a exatos 12%. Assim, para aplicação da NBR 7190: 1997, todos os ensaios realizados em madeira verde foram perdidos e torna-se necessário recuperar o conhecimento das características mecânicas de todas as espécies florestais brasileiras. O objetivo deste trabalho é fazer a caracterização mínima de resistência e simplificada da rigidez da madeira de PAU-DE-BALSA, Ochroma pyramidale (Cav. ex Lam) Urb.. Para isto foram coletadas, em um plantio homogêneo do município de Quatro Marcos – MT, três árvores dessa espécie, das quais foram retirados 12 corpos-de-prova, 4 de cada árvore, para cada tipo de ensaio: compressão; tração e cisalhamento, todos paralelamente às fibras. A metodologia utilizada foi a descrita na atual NBR 7190: 1997. Foram obtidos os valores característicos de resistência à compressão paralela às fibras, fc0,k = 18,27 MPa, à tração paralela às fibras, ft0,k = 29,95 MPa, e ao cisalhamento paralelo às fibras, fv0,k.= 3,89 MPa, além do valor médio da rigidez, ou módulo de elasticidade, Ec0,m = 6205 MPa. Concluiu-se tratar de madeira de baixíssima resistência mecânica, que não se enquadra em nenhuma das classes de resistências definidas na atual norma brasileira, ou seja, possui resistência inferior às madeiras da classe de resistência C 20 das dicotiledôneas, portanto, não deve ser utilizada em estruturas de madeira.

Palavras-chave: PAU-DE-BALSA; características mecânicas.

Título: CARACTERIZAÇÃO MÍNIMA DE RESISTÊNCIA E SIMPLIFICADA DA RIGIDEZ PARA MADEIRA DE MAÇARANDUBA, MANILKARA HUBERI (DUCKE) CHEVAL - SAPOTACEAE

Orientador: NORMAN BARROS LOGSDON

Autor(es):

MIRELLA RIVA


Resumo: A utilização da madeira em estruturas requer o conhecimento de suas características mecânicas, que variam com o teor de umidade da madeira. Em geral a resistência diminui com o aumento da umidade, atingindo um valor mínimo e invariante para umidade acima do limite de saturação. A antiga norma brasileira, NBR 7190: 1982 recomendava considerar madeira verde no projeto, os ensaios eram realizados em madeira verde e o dimensionamento subestimava a resistência em serviço. A nova versão da norma brasileira, NBR 7190: 1997 adota a umidade de referência de 12%, na qual os resultados de ensaios devem ser apresentados. Por outro lado, o resultado de um ensaio em madeira verde, cujo teor de umidade é incógnito, não pode ser reportado a exatos 12%. Assim, para aplicação da NBR 7190: 1997 todos os ensaios realizados em madeira verde foram perdidos e torna-se necessário recuperar o conhecimento das características mecânicas de todas as espécies florestais brasileiras. O objetivo deste trabalho é fazer a caracterização mínima de resistência e simplificada da rigidez da madeira de MAÇARANDUBA. Para isto foram coletadas, em Cotriguaçu – MT, três árvores dessa espécie, das quais foram retirados 12 corpos-de-prova, 4 de cada árvore, para cada tipo de ensaio: compressão; tração e cisalhamento, todos paralelamente às fibras. A metodologia utilizada foi a descrita na atual NBR 7190: 1997. Foram obtidos os valores característicos de resistência e médio da rigidez e concluiu-se tratar de madeira de elevada resistência mecânica podendo ser utilizada em estruturas de madeira de grande porte, posicionando-a na classe de resistência D60 das dicotiledôneas.

Palavras-chave: MAÇARANDUBA, características mecânicas.

Título: CARACTERIZAÇÃO TAXONÔMICA DE LAGARTOS DE GÊNERO MABUYA (SAURIA, SINCIDAE) DE POPULAÇÕES DO PANTANAL E LOCALIDADES DE ENTORNO

Orientador: CHRISTINE STRÜSSMANN



Autor(es):

FERNANDA SIMIONI


Resumo: Estudos apontam a situação taxonômica caótica de alguns grupos de espécies do gênero Mabuya na América do Sul e a necessidade de revisões taxonômicas dos mesmos. Uma das espécies que merece atenção é Mabuya frenata. Descrita originalmente de áreas sob influência do rio Paraguay e tipicamente associada aos biomas Chaco e Cerrado, a espécie está distribuída pela Argentina, Bolívia, Paraguai e em diversos estados do Brasil. Em Mato Grosso, os registros abrangem não só o Pantanal e Cerrado adjacentes, mas, também, localidades na Amazônia meridional. Este fato, aliado à variação morfológica observada em exemplares atribuídos à espécie em sua ampla área de ocorrência, leva à suspeita da existência de possíveis espécies crípticas. O objetivo do presente trabalho foi investigar esta suspeita, por meio da caracterização morfométrica de exemplares previamente coletados no Pantanal e outras localidades de entorno. Foram examinados 47 exemplares de Mabuya cf. frenata depositados na Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso, provenientes de 17 localidades distintas. Os exemplares foram medidos e examinados quanto à morfologia externa, tendo sido analisadas 27 variáveis merísticas e 45 características morfológicas. Os dados obtidos foram organizados em planilha eletrônica. Para investigar a existência de táxons distintos na amostra foi verificado se um determinado padrão estava presente em uma única ou em várias populações, e realizada uma análise de componentes principais (PCA). O número de escamas cefálicas não variou, exceto em alguns poucos casos. O formato das escamas cefálicas, bem como o padrão de colorido do corpo e da palma das mãos apresentaram grandes variações, não tendo sido observado, no entanto, qualquer padrão populacional consistente. O mesmo pode ser dito quanto à disposição das escamas nucais, parietais, loreais, geniais, supralabiais, pós-nasais, frenoculares, pós-suboculares, infralabiais e pós-mentais, que também apresentou grande variação. Os padrões morfológicos encontrados não ocorreram de forma diferenciada e consistente em uma única população, mas sim distribuídos de forma aleatória entre as populações analisadas. A análise de componentes principais também não evidenciou a presença de táxons distintos na amostra. Entretanto, alta frequência (80%) de ocorrência de apenas uma escama nucal, ao invés de um par, foi registrada apenas na amostra oriunda do município de Cláudia (n=5), médio-norte de Mato Grosso. Estudos anteriores realizados com exemplares de Mabuya frenata de outras localidades também apontam para a grande variação fenotípica e genética inter e intrapopulacional desse taxon. Por outro lado, a literatura especializada indica que características folidóticas podem ser diagnósticas em espécies do gênero Mabuya. A presença de apenas uma nucal em 80% dos indivíduos de Cláudia pode indicar que se trate de um novo táxon. Outras características morfológicas que possam corroborar esta hipótese devem ser investigadas, a exemplo de caracteres osteológicos, miológicos e moleculares.

Palavras-chave: Mabuya frenata, taxonomia, Mato grosso, pantanal

Título: CARACTERIZAÇÃO TAXONÔMICA DE LAGARTOS DO GÊNERO KENTROPYX (SAURIA, TEIIDAE) DE POPULAÇÕES DO PANTANAL

Orientador: CHRISTINE STRÜSSMANN



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