Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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LUANA MARIA DE ROSSI BELUFI


JÉSSICA APARECIDA NEVES DE ARAÚJO

Resumo: A Murcha de Fusarium ou fusariose, causada pelo fungo Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum, é a principal doença do algodoeiro de ciclo anual. Em consequência da sua disseminação houve a necessidade de obtenção de variedades resistentes, pois é esta a única maneira de controle economicamente viável. Com o objetivo de comparar o comportamento em condições controladas de uma variedade geneticamente modificada (Fiber Max 966 LL) à sua isolinha (Fiber Max 966 – convencional) quanto à reação a Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum, agente causal da Murcha de Fusarium, o trabalho foi realizado em casa de vegetação da FAMEVZ, em delineamento inteiramente casualizado , com quatro tratamentos, compostos pelas variedades Fiber Max 966, Fiber Max 966LL (transgênica), e duas variedades com reação de susceptibilidade e resistência à doença DELTAOPAL e NUOPAL, também isolinhas e cinco repetições. A unidade experimental foi composta com 10 vasos de oito litros com 5 plantas/vaso. Por se tratar de um patógeno de solo, o fungo foi inoculado no substrato de cada vaso 30 dias após o plantio com suspensão de conídios de F. oxysporum f sp vasinfectum na concentração de 2x105 conídios/ml. O inóculo inicial de F. oxysporum f.sp. vasinfectum foi obtido de raízes e caules de plantas com sintomas coletadas no campo e mantido no Laboratório de Fitopatologia da FAMEVZ. A multiplicação do inóculo foi realizada em placas de Petri incubadas em B.O.D por sete dias em temperatura de 20 ± 2°C e fotoperíodo de 12 horas. A avaliação foi realizada aos 60 dias após a inoculação através do sistema de notas. As plantas não apresentaram o sintoma externo, murcha das folhas, porém quando feito câmara úmida de caule e raiz todas as variedades apresentaram sintomas internos de escurecimento do feixe vascular. O que confirma a presença do fungo e que as variedades tanto transgênicas quanto convencional possuíam tolerância a doença.

Palavras-chave: Murcha de Fusarium, variedades resistentes, susceptibilidade

Título: COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA E DIGESTIBILIDADE EM SILAGENS INOCULADAS COM STREPTOCOCCUS BOVIS ISOLADO OU COMBINADO COM FARELO DE TRIGO

Orientador: ANDERSON DE MOURA ZANINE

Autor(es):

WANDERSON JOSÉ RODRIGUES DE CASTRO


Resumo: Os aditivos têm duas principais vantagens na silagem: influenciar a fermentação, favorecendo a preservação, e alterar a composição, melhorando o valor nutritivo. Por isso, aditivos alimentares e inoculantes microbianos têm sido utilizados com o intuito de melhorar o padrão de fermentação e a qualidade da silagem, através do desenvolvimento de microrganismos benéficos, como bactérias produtoras de ácido lático, e reduzindo os microrganismos indesejáveis, como as leveduras e bactérias do gênero Clostridium. Nesse contexto, objetivou-se nesse experimento avaliar os teores de matéria seca, proteína bruta, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, hemicelulose e digestibilidade in vitro da matéria seca. Utilizou-se um piquete de capim Tanzânia com 0,5 ha e após 65 dias de crescimento realizou-se o corte e ensilagem do capim-tanzânia, armazenados em silos experimentais com capacidade de 10 litros. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com seis tratamentos e seis repetições: silagem de capim-tanzânia; silagem de capim-tanzânia inoculado com 10% de farelo de trigo; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis JB1; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis JB1 mais 10% de farelo de trigo; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis HC5; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis HC5 mais 10% de farelo de trigo. A inoculação com ambas estirpes de Streptococcus bovis resultaram em maiores teores (P<0,05) de matéria seca nas silagens em relação ao tratamento sem inoculante, porém, os maiores valores foram registrados quando associou-se o inoculante microbiano com o farelo de trigo, fato que pode estar associado com a manutenção de uma fermentação homofermentativa, em que menores são as perdas de matéria seca. As silagens com Streptococcus bovis JB1 e HC5 com farelo de trigo proporcionou aumento superior a três pontos percentuais nos teores de proteína bruta em relação à silagem controle e de, aproximadamente, dois pontos percentuais em relação às silagens inoculadas com o JB1 e o HC5. As menores porcentagens (P<0,05) da FDN, FDA, HEM e a digestibilidade in vitro da matéria seca foram observados nos tratamentos capim-tanzânia inoculados com Streptococcus bovis adicionados de farelo de trigo e da silagem apenas com farelo de trigo. Conclui-se que a inclusão de 10% de farelo de trigo conjuntamente com o Streptococcus bovis é eficiente na melhora do teor de matéria seca, proteína bruta, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, hemicelulose e digestibilidade da silagem de capim-tanzânia.

Palavras-chave: Palavras-chave: aditivo, conservação de forragens, valor nutritivo

Título: COMPOSIÇÃO CORPORAL APÓS HIDRATAÇÃO INTRAVENOSA OU ORAL COM SOLUÇÃO SALINA 0,9%. ESTUDO RANDOMIZADO E CRUZADO EM ADULTOS SAUDÁVEIS.

Orientador: JOSÉ EDUARDO DE AGUILAR NASCIMENTO

Autor(es):

DANIELA CRISTINA DA SILVA DANTAS


Resumo: Infusões de soluções salinas estão associadas a ganho de peso e maior taxa de complicação pós operatória. O objetivo deste trabalho foi avaliar a variação da composição corporal após infusão intravenosa ou ingestão oral de solução salina 0,9% em adultos saudáveis.

Estudo clínico randomizado e cruzado incluindo 10 adultos jovens (18-28 anos) do sexo masculino, não obesos (IMC<30 kg/m2) e não portadores de nenhuma doença aguda ou crônica. Todos os voluntários receberam, em duas etapas diferentes distantes 4 semanas uma da outra, 2L de solução salina 0,9% por via intravenosa (grupo IV) ou via oral (grupo oral) em um período de 1 hora. Dentro do protocolo do estudo, todos os participantes em jejum (10 horas) esvaziaram a bexiga imediatamente antes de receberem a solução, sendo pesados, medidos e submetidos à avaliação da composição corporal pela bioimpedância elétrica (Body Stat, USA). Após receberem a solução, todos foram novamente pesados e avaliados pela bioimpedância. Durante o experimento e 2 horas após, coletou-se e mensurou-se o débito urinário dos voluntários. Após 24 horas, todos os participantes foram novamente pesados. Os resultados foram avaliados através da ANOVA de medidas repetidas. Estabeleceu-se em 5% o nível de significância estatística.

Não houve diferença clínica de relevância na frequência cardíaca que variou entre 55 e 90 bpm. Após a infusão, houve ganho de 2,0 kg em ambos os grupos (78,3±8,3 para 80,3±8,4 no grupo oral e 76,8±8,1 para 78,7±8,1 no grupo IV; p=0,01). Não houve diferença no débito urinário durante o experimento (544±267mL no grupo oral e 494±166mL no grupo IV; p=0,64). Após 24 horas, ocorreu uma queda no peso de ambos os grupos, porém o grupo oral permaneceu com 320g acima do peso inicial enquanto que o grupo IV permaneceu com 600g. O índice de massa corporal (IMC) também teve variação semelhante ao peso, com aumento significativo após a infusão (p<0,01) nos dois grupos e queda após 24 horas. Pela bioimpedância, houve aumento significativo (p<0,01) do percentual de água apenas no grupo IV, enquanto que o percentual de massa magra não apresentou variação entre os grupos.

Infusão de solução salina 0,9% associa-se a ganho de peso imediato independente da via. A infusão por via intravenosa associa-se a ganho imediato no compartimento hídrico. Esses resultados inferem que a infusão de solução salina determina ganho corporal, provavelmente de água, e pode ter implicações clínicas em pacientes cirúrgicos.

Palavras-chave: composição corporal; hidratação intravenosa; hemodiluição; hidratação

Título: COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DO ESTRATO ARBÓREO DA MATA DE GALERIA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA AZUL

Orientador: FERNANDO PEDRONI

Autor(es):


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