Universidade federal de mato grosso caderno de resumos


SANDERSON FIGUEIREDO DOS SANTOS



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SANDERSON FIGUEIREDO DOS SANTOS


ANA CLARA ABADIA R DE SOUSA



Resumo: Nas áreas interfluviais do bioma cerrado são predominantes as formações savânicas e campestres, enquanto as matas de galeria, encaixadas nos fundos dos vales, acompanham pequenos cursos d’água. As matas de galeria são muito importantes para a diversidade fanerogâmica do bioma cerrado, uma vez que contribuem com 33% do número total de espécies apesar dessa fitofisionomia possuir uma área correspondente a apenas 5% dos cerca de dois milhões de Km² do Cerrado. O presente estudo foi realizado nas matas de galerias do córrego do Peixinho e do córrego Pitanga no Parque Estadual da Serra Azul (PESA) no município de Barra do Garças-MT, e teve como objetivos estudar a composição florística e fitossociológica do componente arbóreo. Em dez parcelas permanentes (20 × 50 m), cinco por córrego, foram marcados, medidos (altura e diâmetro) e coletados todos os indivíduos com perímetro a altura do peito (PAP) = 15 cm. Foram amostrados 645 indivíduos compreendendo 90 espécies, 75 gêneros e 43 famílias. As famílias com maior riqueza de espécies foram Fabaceae (17 espécies), Sapotaceae (5), Myrtaceae, Vochysiaceae e Sapindaceae (4 cada). As famílias Fabaceae, Anacardiaceae, Melastomataceae, Urticaceae, Sapindaceae, Siparunaceae e Lythraceae representam 54,6% do total de indivíduos amostrados. Tapirira guianensis foi a espécie de maior IVI (índice de valor de importância) 29,80. As espécies mais abundantes foram Tapiririra guianensis (66 indivíduos), Siparuna guianensis (49), Physocalimma scaberrimum (43), Cecropia pachystachya (43), Tibouchina candolleana (35) e Sclerolobium rubiginosum (29) que juntas representam 41,1% do total de indivíduos amostrados. O índice de diversidade de Shannon foi estimado em 3.67 nats. ind-1 e equabilidade 0.816. As matas de galeria dos córregos Peixinho e Pitanga são muito diferentes, em relação à riqueza de famílias e espécies. Na mata do córrego Peixinho foram amostradas 44 famílias e 83 espécies, enquanto na mata do córrego Pitanga foram amostradas 26 famílias e 36 espécies. Fabaceae foi a família com maior riqueza de espécies nas matas dos dois córregos, 14 espécies no córrego Peixinho e 4 espécies no córrego Pitanga. No córrego Peixinho a espécie mais abundante foi Tapirira guianensis (50 indivídos), no córrego Pitanga a espécie mais abundante foi Siparuna guianensis (45 indivíduos). O número de indivíduos amostrados na mata do córrego Peixinho foi 464 indivíduos, enquanto no córrego Pitanga foram amostrados 181 indivíduos. Os resultados indicam que as matas de galeria do PESA possuem composição florística similar aquela encontrada em outras matas de galeria com destaque para Fabaceae, considerada uma das famílias mais importantes nas formações florestais do bioma Cerrado. A estrutura diamétrica revela uma comunidade composta principalmente por árvores pequenas. A mata de Galeria do PESA possui expressiva riqueza, com 90 espécies arbóreas, e elevada diversidade florística, o índice de diversidade de Shannon (3.67) foi considerado elevado quando comparado com outros estudos realizados em matas de galeria.

Palavras-chave: Cerrado, diversidade, florística

Título: COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA DO ESTRATO HERBÁCEO–ARBUSTIVO EM MATAS DE GALERIA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA AZUL.

Orientador: FERNANDO PEDRONI

Autor(es):

SANDERSON FIGUEIREDO DOS SANTOS


ANA CLARA ABADIA R DE SOUSA



Resumo: O estrato herbáceo-arbustivo das matas no Cerrado apresenta grande riqueza de espécies e ainda é pouco conhecido quanto à sua composição e estrutura. O objetivo desse trabalho foi realizar um levantamento florístico e fitossociológico do componente herbáceo-arbustivo em duas matas de galeria que ocorrem no Parque Estadual da Serra Azul (PESA), localizado em Barra do Garças, Mato grosso. Foram delimitadas 10 parcelas de 20 × 50 m – (5 por córrego) sendo estabelecidas 10 sub-amostras de 3 × 3 m distribuídas de forma sistemática no interior de cada parcela. Em cada sub-parcela, foram marcados (com plaquetas de alumínio numeradas) todos os indivíduos herbáceos e arbustivos (exceto plântulas de arbóreas e lianas lenhosas) e tomadas medidas de altura. Para evitar a coleta/remoção dos indivíduos marcados nas parcelas, sempre que possível, indivíduos de cada espécie foram coletados fora das unidades amostrais, sendo que todas as plantas herbáceas e arbustivas que estavam em estágio fértil (com flores e/ou frutos) foram coletadas, prensadas e secas em estufa. Foram encontrados 721 indivíduos distribuídos em 24 famílias e 43 espécies. As famílias com maior riqueza de espécies foram Poaceae e Rubiaceae (6 espécies cada), Cyperaceae (4), e Marantaceae (3). As famílias Marantaceae, Poaceae, Cyperaceae, Sapindaceae e Araceae juntas representaram 69,5% do total de indivíduos amostrados. As espécies mais abundantes foram Calathea panamensis (92 indivíduos), Philodendron imbe (91 indivíduos), Ischnosiphon sp. (85 indivíduos) e Serjania erecta (61 indivíduos), totalizando 45,6% do total de indivíduos amostrados. O índice de diversidade de Shannon foi estimado em 2.982 nats. ind-1 e equabilidade 0.793. O valor do índice de diversidade de espécies de Shannon foi similar a outros trabalhos sobre matas de galeria. As matas de galeria dos córregos Peixinho e Pitanga diferiram. A mata do córrego Peixinho apresenta uma riqueza muito maior, tanto em número de famílias, quanto de espécies, nela foram amostradas 23 famílias e 42 espécies, enquanto na mata do córrego Pitanga foram amostradas 10 famílias e 11 espécies. A famílias com maior riqueza no Córrego Peixinho foram Poaceae e Rubiaceae (6 espécies cada), no Córrego Pitanga foi a Marantaceae (2 espécies). No córrego Peixinho a espécie mais abundante foi Calathea panamensis (81 indivíduos), no córrego Pitanga a espécie mais abundante foi Philodendron imbe (43 indivíduos). Outra diferença significativa foi o número de indivíduos amostrados na mata de cada córrego, enquanto no córrego Peixinho foram amostrados 627 indivíduos, no córrego Pitanga foram amostrados apenas 95 indivíduos. Os resultados indicam que o estrato herbáceo-arbustivo das matas de galeria do PESA possuem composição florística similar as encontrada em outras matas de galeria com destaque para família Poaceae, considerada entre as mais ricas em número de espécies no estrato herbáceo do Cerrado. A mata de Galeria do PESA possui riqueza (43 espécies) e diversidade florística (Índice de Shannon 2.982 nats. ind-1) similares às encontradas em outros estudos realizados em matas de galeria.

Palavras-chave: Florística, Herbácea, Cerrado

Título: COMPOSICÃO FLORÍSTICA EM ÁREA DE MANEJO FLORESTAL DA REGIÃO NORTE DE MATO GROSSO

Orientador: LARISSA CAVALHEIRO DA SILVA

Autor(es):



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