Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ISADORA AGUIAR VELOSO


Resumo: O projeto “Comunicação Social e Educação para os Jovens: um desafio para o SUS” visa estudar como o assunto saúde é visto e tratado em alguns bairros de Cuiabá, e a importância da comunicação em sensibilizar a comunidade sobre temas relacionados à saúde. Com isso buscamos uma melhor relação entre profissionais da saúde e comunidade. Após estudos no município de Livramento, passamos agora para o Bairro Canjica, surgido na década de 70, na região leste de Cuiabá. O nosso público alvo é formado por jovens de 12 a 18 anos.

Por meio de palestras, rodas de conversas e oficinas, busca-se entender a concepção e percepção dos jovens, para assim mostrar a relevância de se trabalhar com a prevenção e promoção da saúde, e com isso quebrar o paradigma existente de saúde sempre relacionada à doença. Esse novo modo de tratar a saúde nasce de uma preocupação no indivíduo, reflexo do Programa Saúde da Família, uma das estratégias do SUS para alcançar a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar social. A base do programa está na ação dos agentes provedores de saúde, organizados em Unidades Básicas de Saúde, como acontece no bairro Canjica.

Para a realização desse estudo, realizo uma pesquisa bibliográfica em livros e sites, com o objetivo de conhecer aspectos sócios e históricos do bairro Canjica, sua origem, dados socioeconômicos e políticos. Esta pesquisa é fundamental para a compreensão do contexto não só do bairro, mas também das novas estratégias de promoção de saúde. Ao visualizar como é feito e visto, o trabalho ganha um foco e, por consequência, sabemos melhor em que ponto comunicação e saúde têm falhas. Outra metodologia adotada é a realização de debates com médicos, enfermeiros e agentes de saúde que atuam no bairro Canjica sobre as diferentes mídias e como eles interpretam o tema saúde nos meios de comunicação. A minha participação nestes debates em oficinas e o contato direto com profissionais de saúde enriquecem o trabalho, na medida em que posso vivenciar essa experiência com eles e aos olhos deles.

Ao nos envolvermos com a realidade do bairro, compartilhar um pouco da nossa experiência e também aprender as diferentes experiências de profissionais de saúde e jovens, consigo conhecer melhor as barreiras, estereótipos, quebrar conceitos sobre a saúde e compreender melhor como a comunicação pode contribuir para o desafio da conscientização.

Palavras-chave: Comunicação; Saúde.

Título: COMUNICAÇÃO E SAÚDE: JOVENS NÃO PROCURAM SERVIÇOS PREVENTIVOS DE SAÚDE

Orientador: MARIA ANGÉLICA SPINELLI

Autor(es):


LAURA MEIRELES DE JESUS FERREIRA


Resumo: O projeto de pesquisa “Comunicação Social e Educação Popular de Jovens: Um desafio para o SUS”, desenvolvido pelos Núcleos de Desenvolvimento em Saúde (NDS), do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) e de Estudos em Comunicação, Infância e Juventude (Necoij), do Departamento de Comunicação Social, ambos da UFMT.

Contou com o apoio Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e do Ministério da Saúde. Objetivou-se apreender como são realizados os processos de interação comunicacional entre os jovens (12-18anos), suas famílias e os profissionais das equipes saúde na família (ESF), em Nossa Senhora do Livramento.

O projeto caracteriza-se por ter um componente pesquisa e um, de intervenção. Na pesquisa, utilizou-se de entrevistas com profissionais de saúde e de outros procedimentos de coleta de informações. Na intervenção, foram realizadas oficinas de mídia e saúde. No trabalho saúde da família, os profissionais entrevistados valorizaram os serviços oferecidos pelas equipes (três) às comunidades. Consideram os jovens arredios aos serviços de saúde, embora as ESF participem das ações educativas nas escolas. O jovem busca os serviços de saúde, seja para obterem preservativos, seja em caso de se perceberem doentes (os jovens), ou grávidas (as jovens), mas não como uma fonte de informação. Os problemas de saúde referidos aos jovens, pelos profissionais foram: consumo de álcool, gravidez na adolescência e droga. Quanto aos produtos das oficinas de mídia e saúde com os jovens, destaco: a realização do jornal - noticias sobre saúde em Livramento; fotografias das condições de saúde no município; programa de radio- dicas sobre estilo de vida saudável e músicas; cartazes sobre a prevenção da dengue; blogs sobre saúde e ambiente, vídeo sobre alcoolismo. Conclui-se sobre a importância de ações que levem o jovem a decodificar as mensagens de saúde veiculadas pelos meios de comunicação, que faça isso de maneira consciente e clara, e que não fique preso à mentalidade de achar que saúde é sinônimo de doença, quando na verdade saúde é, acima de tudo, prevenção e bem-estar.

Palavras-chave: comunicação, saúde, jovem, baixa renda.

Título: COMUNICAÇÃO, MÍDIAS E DISCURSOS: A PRODUÇÃO DE CORPOS E SUBJETIVIDADES NA CONTEMPORANEIDADE

Orientador: DEYVISSON PEREIRA DA COSTA



Autor(es):

AUGUSTO FLAMARYON CECCHIN BOZZ




Resumo: Assistimos a ascensão da vida e do corpo na espessa superfície do cuidado. Hoje, é responsabilidade de cada um gerir sua própria saúde – patrimônio irredutível e insacrificável. O valor estético, social e biológico que o corpo adquiriu na contemporaneidade pode ser compreendido ao observar o nascimento da sensibilidade moral de preservação da espécie; melhor, dos múltiplos feixes de Assistimos a ascensão da vida e do corpo na espessa superfície do cuidado. Hoje, é responsabilidade de cada um gerir sua própria saúde – patrimônio irredutível e insacrificável. O valor estético, social e biológico que o corpo adquiriu na contemporaneidade pode ser compreendido ao observar o nascimento da sensibilidade moral de preservação da espécie; melhor, dos múltiplos feixes de investimentos do poder sobre a vida. Como aponta Foucault, é a partir do século XVI que surge um tipo de poder que tem por função majorar e ampliar a vida ao máximo. Este biopoder investiu, inicialmente, no corpo máquina: sua disciplina e seu adestramento; adiante, investiu no corpo-espécie: regular a população e seus desdobramentos. Os modernos, de suas alturas, avistaram uma vida frágil dentro do corpo e um corpo extenso, que perpassava de um ponto à outro da população. Mas nós, contemporâneos, avistamos uma vida flexível, modulável e difusa: ela está em todos os lugares, ao lado e dentro do corpo. A disciplina, cada vez mais obsoleta, dá entrada a um biopoder de controle: mais eficaz, rápido e econômico. Nesta perspectiva, desenvolvemos a pesquisa com o objetivo de compreender os modos de como os sujeitos são levados a se reconhecerem como sujeitos de um corpo – tendo em vista que o “modo de reconhecimento” variou com a variação do biopoder. Esta afirmação de variação é, em si mesma, uma justificativa metodológica: primeiro que observamos os modos de assujeitamento em sua descontinuidade histórica; segundo que observamos as redes e os dispositivos que ligam um objeto a um conceito, um campo de saber, uma prática institucional, etc.; terceiro que observamos o processo, sempre aberto e mutável, dos elementos e não suas estagnações imutáveis. Nesta mesma esteira, outros pesquisadores vêm de debruçando sobre os cenários científicos, tecnológicos e comunicacionais. Dentro do campo da Comunicação, essas pesquisas vêm sendo acolhidas e, sobretudo, intensificadas devido aos novos fenômenos de mediação dos saberes sobre a saúde e midiatização do corpo. As formas de cuidado com o corpo circulam pelas tecnologias de comunicação. Os sintomas, os diagnósticos e os cuidados são construídos pelos sujeitos, em sua grande parte, com a participação dos meios de comunicação. Aprendemos que temos um corpo e que temos que cuidá-lo, esculpi-lo e plastificá-lo com informações distribuídas e fornecidas pelas mídias. Na atual sociedade de controle, os veículos de comunicação servem de guia e conselheiro de nossos hábitos, gestos, nossa moral e sensibilidade. Os riscos da doença e da morte se solidificam, nos meios de comunicação, num pavor e numa pavorice das ações não pensadas: no risco difuso está a minha vida em imanência com a vida do outro: o melhor é ouvir (assistir) os conselhos da mídia e não entrar em pânico com as descobertas científicas da obsolescência (ou apoptose) do corpo.
Palavras-chave: Biopoder; Dispositivo Midiático; Subjetividade.

Título: COMUNICAÇÃO, MÍDIAS E DISCURSOS: IDENTIDADES MASCULINAS EM “CRISE”

Orientador: DEYVISSON PEREIRA COSTA

Autor(es):


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