Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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KAROLINE BAUER DA SILVA


Resumo: A ferrugem asiática da soja (FAZ), causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é uma das principais doenças da soja. Mediante a importância do controle da doença para a sustentabilidade do agronegócio da soja, o presente trabalho formulou-se os seguintes objetivos avaliar cultivares de soja com resistência parcial à Phakopshora pachyrhizi, estudar a melhor época de semeadura no controle ao patógeno e obter o número necessário de aplicação de fungicida. O delineamento utilizado foi de blocos casualizados em esquema parcelas subdivididas 15x3. Cada tratamento foi composto por três repetições, sendo cada constituído por quatro linhas de 4 m de comprimento espaçadas entre si 0,5 m. As avaliações consistiram na contagem de pústulas/cm² e severidade da ferrugem asiática na planta. As contagens das pústulas/cm² foram realizadas no folíolo central, no terço médio da planta. Quanto à severidade avaliou-se a porcentagem de área foliar infectada de acordo com a escala diagramática Polizel (2004). Avaliaram-se três plantas por parcela quinzenalmente, totalizando três avaliações. Os dados foram submetidos aos cálculos das áreas abaixo das curvas de progresso da doença estes foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Scott-Knott, a 5% de probabilidade. De acordo com a análise de variância e o teste de médias, as cultivares BRS Gralha e UFUS Xavante apresentaram maior resistência ao patógeno quanto à severidade na planta. As cultivares UFUS Xavante, BRS/ MT Pintado, P98Y11, UFUS Milionária, TMG 123 RR, UFUS 8710 (Impacta), UFUS Riqueza, BRS Gralha, NK 9074 RR, CD 242 RR, UFUS Carajás e BRS 217 (Flora) foram resistente ao patógeno em relação ao número de pústulas/cm². Quanto a produtividade as cultivares P98Y11, NK 9074 RR, BR/ MG 46 (Conquista), UFUS 8710 (Impacta), UFUS Milionária, CD 237 RR, CD242 RR, BRS Gralha e BRS 217 (Flora) apresentaram as maiores produtividades. Houve eficiência no controle da ferrugem asiática nos tratamentos com aplicação do fungicida Tebuconazole.

Palavras-chave: soja, doença

Título: CORPO, CULTURAS JUVENIS E ENSINO MÉDIO: A DINÂMICA CURRICULAR E PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA EM CUIABÁ-MT

Orientador: MÁRCIA CRISTINA RODRIGUES DA SILVA COFFANI

Autor(es):

MARCIA CRISTINA RODRIGUES DA SILVA COFFANI


Resumo: O estudo é uma investigação da dinâmica curricular e pedagógica da Educação Física no Ensino Médio, buscando extrair o lugar da Educação Física no projeto de formação cultural da juventude, construído no contexto da escola, no qual se insere e são tratados pedagogicamente os conhecimentos concernentes ao corpo em movimento. Estes são tomados como práticas corporais que expressam um sentido de construção cultural e linguagem presentes nas diferentes formas de expressão corporal. O objeto de estudo são as práticas corporais ensinadas e aprendidas nas aulas de Educação Física do Ensino Médio, entendendo-as como construídas, vivenciadas e (re) significadas cotidianamente pelos seus sujeitos socioculturais (professores e escolares), praticantes de experiências corporais, repletas de significados simbólicos, que se constituem em saberes corporais, e materializam um dado projeto de formação cultural da juventude, consequentemente de homem e sociedade. Trata-se de uma pesquisa social, de foro qualitativo, perspectiva etnográfico-descritiva que enseja a observação sistemática do universo da pesquisa, as escolas de Ensino Médio situadas no município de Cuiabá/MT. Elege-se como sujeitos da pesquisa, professores e escolares, como elementos indissociáveis para significação das ocorrências nas aulas de Educação Física no Ensino Médio, a partir das práticas corporais experienciadas. Os instrumentos da pesquisa são: revisão literária; análise de documentos oficiais e técnicos relacionados aos aspectos históricos e culturais das escolas-campo de pesquisa e das realidades das comunidades presentes no contexto escolar; observações diretas in loco participantes das aulas, das escolas selecionadas por região, a fim de perceber a apropriação e a manifestação pedagógica da Educação Física na escola de Ensino Médio; entrevistas semi-estruturadas com os sujeitos da pesquisa. Espera-se contribuir com a produção do conhecimento no campo da Educação Física no Ensino Médio, a partir da investigação, tematização e problematização do acervo cultural das práticas corporais produzido pelos homens, que podem ser experienciadas no processo de formação desses sujeitos, agregando sentido e significado às práticas corporais na juventude

Palavras-chave: Ensino Médio. Educação Física Escolar. Práticas Corporais.

Título: CORPOS GRANÍTICOS COM QUARTZO AZUL DA SUÍTE RIO DO SANGUE, JUARA-MT: ASPECTOS PETROGRÁFICOS MACRO E MICROSCÓPICOS.

Orientador: ANA CLÁUDIA DANTAS DA COSTA

Autor(es):

BARBARA NANDA TOMAZ FERREIRA


Resumo: Na região de Juara-MT, a ocorrência do aspecto azulado do quartzo é descrita no Granito Teles Pires, por Lacerda Filho (2004). Segundo dados mineralógicos da literatura, a cor azul se deve provavelmente a impurezas na rede cristalina ou mesmo por pequenas e finas inclusões de magnésio riebeckita ou turmalina. No caso dos granitos deste estudo, é muito comum encontrar epidoto e algumas turmalinas associadas à metassomatismo.

A Suíte Intrusiva Rio do Sangue é uma suíte de idade Mesoproterozóica, de grande expressão na porção norte do Mato Grosso, região de Juína-Juara (MT), encaixada nas rochas metassedimentares do Grupo Roosevelt, porção Sul do Cráton Amazônico. Em campo ocorre como grandes blocos e morrotes de granito, por vezes levemente foliados e cortados por fraturas de direção NW. Muitos destes granitos possuem xenólitos de rochas básicas, com formas subcirculares. Uma característica importante dos granitos estudados pertencentes a esta suíte é a presença de fenocristais de feldspato alcalino com até 8 cm de tamanho e cristais de quartzo de cor azul que ressaltam na matriz, quando a rocha está intemperizada.

Macroscopicamente são rochas de cor rósea a acinzentada, holocristalinas e porfiríticas. Ao microscópio petrográfico são caracterizadas como granitos de textura inequigranular, com matriz de granulometria fina a média, compostas por microclina em fenocristais, quartzo, plagioclásio, biotita, como acessórios: apatita, allanita, epidoto, e como minerais de alteração sericita e mica branca. A microclina ocorre em fenocristais destacados da matriz, sendo caracterizada pela geminação em grade (xadrez). É comum ocorrer o intercrescimento pertítico, bem como níveis de alteração dentro dos grãos, evidenciando processo de sericitização. O quartzo ocorre em toda lâmina com cristais inequigranulares, hábitos anédricos, extinção ondulante típica. A biotita é o máfico principal, ocorre em palhetas que mostram os halos pleocroicos. O plagioclásio ocorre na matriz, sendo bastante comum o processo de sericitização. Outra amostra da mesma unidade, de granulação fina, apresenta resquícios de piroxênio envoltos por epidoto, podendo representar uma textura de reação do tipo “corona”.Nesta rocha ocorre plagioclásio (oligoclásio) em maior proporção, com muitos dos grãos saussuritizados e com uma relativa quantidade de epidoto proveniente desta reação. Comum ocorrer intercrescimento gráfico e mirmequítico.

Palavras-chave: Granitos, Quartzo, Suíte Intrusiva Rio do Sangue.

Título: COSMOVISÕES: A RELAÇÃO DIALÉTICA ENTRE O PENSAMENTO COSMOLÓGICO E A VIDA UNIVERSITÁRIA E INTERÉTNICA DOS ESTUDANTES INDÍGENAS BORORO DO PROIND

Orientador: CARMEN LUCIA DA SILVA

Autor(es):

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