Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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WANDERSON JOSÉ RODRIGUES DE CASTRO


MARCOS ROBERTO CADIDE DE OLIVEIRA

RENAN MARVILA DA SILVA SANTOS
Resumo: No Brasil central em virtude das boas condições climáticas registradas durante o período de verão, observa-se uma grande produção de plantas forrageiras perenes. No entanto, em decorrência da sazonalidade climática, faz-se necessário a conservação do excedente de forragens perenes oriunda do crescimento no período favorável, a fim de atender o requerimento animal durante todo o ano. Objetivou-se nesse experimento avaliar a degradabilidade ruminal in situ da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) das silagens de capim-tanzânia. Utilizou-se um piquete de capim Tanzânia com 0,5 ha e após 65 dias de crescimento realizou-se o corte e ensilagem do capim-tanzânia, armazenados em silos experimentais com capacidade de 10 litros. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com seis tratamentos e seis repetições: silagem de capim-tanzânia; silagem de capim-tanzânia inoculado com 10% de farelo de trigo; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis JB1; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis JB1 mais 10% de farelo de trigo; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis HC5; silagem de capim-tanzânia inoculado com 106 ufc/g de estirpes de Streptococcus bovis HC5 mais 10% de farelo de trigo. As amostras de cada silagem foram incubadas no rúmen de dois novilhos com peso médio de 300 kg, durante os períodos de 0, 2, 4, 8, 16, 24, 48, 72, 96 e 144 horas. As silagens inoculadas com Streptococcus bovis adicionadas de farelo de trigo resultaram nos maiores valores de degradabilidade ruminal da matéria seca, 32,76 e 32,17%, e da proteína bruta 38,28 e 37,89%. Para a degradabilidade efetiva e potencial da MS e da PB, os maiores valores ocorreram para as silagens também nessas silagens, em todas as taxas de passagem. Conclui-se que há uma similaridade de respostas entre o Streptococcus bovis JB1 e o HC5, e o farelo de trigo potencializou a aficácia do aditivo microbiano.

Palavras-chave: Palavras-chave: aditivo, conservação de forragens, valor nutritivo

Título: DEMANDA DE ENERGIA NO SEMEIO DA CULTURA DO TRIGO IRRIGADO EM MATO GROSSO

Orientador: ALOISIO BIANCHINI

Autor(es):

RODRIGO FERNANDES DAROS


Resumo: O modelo de agricultura atual exige um rígido controle dos fatores que influenciam no rendimento econômico da área de produção. Dentre esses fatores estão os custos com as práticas mecanizadas que são influenciadas, principalmente, pela condição do solo. No entanto o sistema de cultivo praticado pelo produtor é determinante no rendimento econômico das maquinas. O objetivo deste trabalho foi determinar a demanda energética do conjunto trator - semeadora no preparo do solo e semeio de trigo nos sistemas convencional, mínimo e plantio direto. O experimento foi executado na estação experimental da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural - EMPAER situada no município de Tangará da Serra - MT. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso em parcelas subdivididas, com 4 repetições. Os tratamentos construíram-se em: preparo convencional (PC) com 2 gradagens (1 pesada e uma leve) com revolvimento a ± 150 mm; preparo mínimo (PM) com uma gradagem leve, revolvimento ± 100 mm e o sistema de plantio direto ou semeadura direta (SD). Avaliam-se o desempenho do conjunto trator/semeadora dentro de cada sistema de cultivo. A semeadora utilizada foi a Tatu Marchesan PSA3, com 15 linhas. As grades utilizadas eram da marca Baldan, sendo a leve de 52 discos de 530 mm e a pesada de 14 discos de 680 mm de diâmetro. As variáveis analisadas foram consumo em L/ha e L/h, velocidade em km/h, capacidade de campo efetivo (CCE), índice de patinagem (%), tempo de demanda (h/ha), força em kgf, potência em watts e demanda de potencia em w/ha/h. Não ouve diferença estatística para as variáveis velocidade, capacidade de campo efetivo, índice de patinagem e tempo de demanda. No semeio, o plantio convencional exigiu mais do sistema trator/implemento do que o semeadura direta no que se refere a força de tração, potência e demanda de energia. O cultivo mínimo demandou maior força de tração (148,6 kgf) e potência (9.143,705 Watts) em relação à semeadura direta (118,8 kgf); 7.554,036 Watts), no entanto o consumo de combustível não foi significativamente superior; o consumo foi maior no plantio convencional (3,676 l/ha) do que na semeadura direta (3,102 l/ha). A demanda de energia exigida pelo trator foi maior no plantio convencional (5.740,530 W/ha/h) e no cultivo mínimo (5.360,948 W/ha/h) em relação a semeadura direta (4.285,224 W/ha/h).

Palavras-chave: Trator, Triticum aestivum, força de tração

Título: DENDROCRONOLOGIA DE QUATRO ESPÉCIES TÍPICAS EM FLORESTA RIPÁRIA DO RIO CUIABÁ

Orientador: PIERRE GIRARD



Autor(es):

DIOGO DIOGENES RIBEIRO BARBOSA


SYDNEY VIANNA PINTO JÚNIOR

Resumo: O pantanal está entre o ecossistema úmido mais ameaçado e frágil do mundo. Trata-se de uma imensa área alagável cujos pulsos de inundação e seca variam enormemente no gradiente espacial. A dendrocronologia, que estuda o desenvolvimento de anéis em função da sazonalidade, oferece uma alternativa aos clássicos estudos hidroclimáticos já realizados no Pantanal. Sabe-se que diversas espécies arbóreas reagem às variações climáticas anuais que refletem, entre outras características, na espessura da parede das células do xilema, formando anéis. Como num ciclo anual que alterna estação chuvosa e seca assim como estiagem e enchente, cada anel formado representa um ano de vida da árvore. Entretanto, ainda não é bem esclarecido quais espécies arbóreas respondem melhor à sazonalidade climática ou aos pulsos de inundação. Este trabalho tem como objetivo identificar quais espécies respondem melhor à determinadas condições climáticas e fazer uma reconstrução histórica da dinâmica de inundação da região. A área de estudo compreende um trecho de floresta ripária do Rio Cuiabá, localizado na Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) SESC Pantanal. Uma região com mata preservada há mais de 10 anos e ciclos de inundação e seca bem distintos e já conhecidos. Em 2011, foram coletadas nesta área 109 amostras representando 19 espécies. Com um trado dendrológico, foi extraído um cilindro correspondente à metade do diâmetro da árvore. Em laboratório, com a ajuda do sistema digital LINTAB associado ao software TSAP (Time Series Analyses and Presentation) os anéis de crescimento foram contados e sua largura medida na precisão de 0,01mm. Os dados de fluviometria e pluviometria foram obtidos à partir do site da agência nacional de águas (http://www.ana.gov.br). Com base na quantidade/qualidade das amostras dendrochronológicas obtidas, foram selecionadas quatro espécies; cabaceira (Crataeva tapia – 5 indivíduos), Chico magro (Guazuma ulmifolia – 5 indivíduos), Leiteiro Branco (Pseudolmedia cf. Laevis – 9 indivíduos) e Falso Ingá (Zygia inaequalis – 14 indivíduos), que foram agrupadas segundo a profundidade de inundação levantada a partir da marca deixada no tronco de cada árvore na última inundação (30-40cm; 40-50cm; 50-60cm e <70cm). O diâmetro e a serie cronológica de crescimento anual de cada indivíduo selecionado foi estimado a partir das series dendrocronológicas brutas. As series cronológicas de incremento anual foram correlacionadas (Coeficiente de correlação de Pearson - r) com os dados hidro-climáticos da área de estudo. Os seguintes indicadores hidroclimáticos foram utilizados para correlação: cota máxima, mínima do Rio Cuiabá e duração da enchente em Porto Cercado; vazão máxima, mínima do Rio Cuiabá e duração da enchente em Cuiabá; pluviometria anual total, pluviometria da seca (maio-setembro) e número de dias sem chuva durante a seca em Porto Cercado. Para os fins deste estudo, somente r2 superior a 0,25 foi considerado. Os indivíduos ficam inundados entre 30-40cm correlacionaram positivamente com a cota mínima em Porto Cercado (r²= 0,37). A duração da cota em Cuiabá e os dias de seca na estação seca estão positivamente correlacionados com os indivíduos localizados nas cotas de inundação de 60 a 70cm (r²= 0,36 e 0,47, respectivamente).

Palavras-chave: Dendrocronologia; cota de inundação; pulso hidrico

Título: DENDROLOGIA DE PEROBA-ROSA, ASPIDOSPERMA CYLINDROCARPON MUELL. ARG. – APOCYNACEAE

Orientador: ZENESIO FINGER



Autor(es):
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