Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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MARINA GUIMARAES FREITAS




Resumo: O conhecimento das potencialidades da flora nativa é fundamental para o planejamento de ações que visam à conservação e uso da biodiversidade. Os levantamentos dendrológicos permitem distinguir as espécies desejáveis no conjunto de uma vegetação, nos diferentes estágios de desenvolvimento. Tais informações são indispensáveis para o adequado manejo florestal. As espécies do gênero Aspidosperma despertam interesse econômico, tanto pela produção de madeiras nobres quanto de substâncias de interesse industrial e medicinal. No presente estudo tem-se como objetivo principal analisar os caracteres dendrológicos na fase adulta da espécie Aspidosperma cylindrocarpon Muell. Arg., bem como seus usos e distribuição geográfica. Para isso, uma ficha dendrológica foi confeccionada. A espécie foi identificada no campo seguindo os mesmos procedimentos utilizados por Finger (2008). Para a descrição dendrológica, foram coletadas informações sobre as folhas, sistema de ramificação, casca, base do tronco, exsudações, porte, copa, flor, fenologia, fruto e semente. O nome científico foi conferido com o Missouri Botanical Garden. A espécie Aspidosperma cylindrocarpon Muell. Arg. (peroba rosa) pertence à família Apocynaceae. Possui ocorrência em Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal na floresta latifoliada semidecídua da bacia do Paraná. A espécie apresenta rápido crescimento, é ornamental, tolerante à insolação, podendo ser utilizada em reflorestamentos heterogêneos de áreas degradadas de preservação permanente. A madeira é moderadamente pesada e dura, apresentando grande durabilidade quando não em contato com o solo e umidade. Pode ser empregada na construção civil e na carpintaria. A peroba rosa é uma árvore que pode atingir de 8 a 18 m de altura e de 40 a 70 cm de diâmetro, na idade adulta. A partir dos estudos dendrológicos observou-se que a Aspidosperma cylindrocarpon Muell. Arg. (peroba rosa) apresenta tronco com forma cilíndrica, base reta, ramificação cimosa com tricotomia marcante e os ramos apresentam cicatrizes. A casca externa possui cor cinzenta a castanho-grisácea e a superfície interna possui cor rósea. A espécie apresenta sabor amargo na casca. Suas folhas são simples, longo pecioladas e com filotaxia do tipo alternas. Apresenta superfície do limbo glabro e liso na face dorsal, com consistência do tipo membranoso. A forma das folhas é do tipo elíptica oblonga obovada e bordo inteiro, com ápice agudo, base acunheada e nervação peninérvea. A peroba rosa possui exsudação do tipo latescente, de cor branca, com rapidez do fluxo lenta e ocorre somente na abcissão foliar. Apresenta pequenas flores brancas, dispostas em inflorescência terminal. Seus frutos são subcilíndricos, densamente lenticelosos e ferrugíneos. A semente elíptica acha-se rodeada por larga asa circular, cuja dispersão ocorre pelo vento. A Aspidosperma cylindrocarpon floresce nos meses de setembro até meados de novembro junto com o aparecimento das novas folhas. A maturação dos frutos verifica-se durante os meses de agosto e setembro. A peroba rosa é a espécie mais próxima de Aspidosperma polyneuron, da qual se separa pelo porte menor, folhas com pecíolo longo e nervuras laxas, inflorescências paniculadas e frouxas, e sobretudo pelos frutos semelhantes, porém, duas vezes maiores, quase cilíndricos (obtusos no ápice) e pedicelados.

Palavras-chave: Aspidosperma cylindrocarpon Muell. Arg. (peroba rosa), descrição dendrológica.

Título: DENSIDADE POPULACIONAL E DINÂMICA DO PERFILHAMENTO DE CAPIM MARANDU EM RESPOSTA A ESTRATÉGIAS DE APORTE DE NITROGÊNIO

Orientador: BRUNO CARNEIRO E PEDREIRA

Autor(es):

DALTON HENRIQUE PEREIRA


PATRÍCIA LUIZÃO BARBOSA



DHEYME CRISTINA BOLSON

Resumo: A intensificação do manejo para alcançar maiores níveis de produção animal tem sido feita com o aumento do uso de fertilizante nitrogenado (N) e das taxas de lotação, além de melhorias no manejo da pastagem. Nesse contexto, a capacidade de perfilhamento das plantas forrageiras é um ponto relevante que deve ser considerado. A compreensão do desenvolvimento de perfilhos, das variações na densidade populacional de perfilhos e como a população é formada por perfilhos de várias gerações e tamanhos, abre caminho para se entender a relação entre o acúmulo de biomassa em perfilhos individuais e em uma comunidade vegetal. O experimento será conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop–MT, região de transição Cerrado/Amazônia. O período experimental será de setembro de 2012 a setembro de 2013. O experimento seguirá um delineamento de blocos completos casualizados com três repetições. Os tratamentos consistem em quatro estratégias de adubação nitrogenada: sem fertilização, 80 kg de N.ha-¹, somente inoculante, e 80 kg de N.ha-¹ + inoculante. As parcelas serão cortadas sempre que atingirem 25 cm de altura do dossel (equivalente a 95% de interceptação luminosa) deixando um resíduo de 7 cm de altura. As unidades experimentais serão 24 parcelas, cada uma medindo 6 x 5 m. Em cada ciclo serão feitas quantificações da massa da forragem cortando-se, em cada amostragem, a forragem contida no interior de duas molduras retangulares (0,5 x 1 m) por parcela. As avaliações de densidade populacional e dinâmica de perfilhamento serão feitas no pós-corte. A dinâmica do perfilhamento será feita em três pontos por piquete, sendo que em cada ponto será alocado um anel de PVC (30 cm de diâmetro) fixado ao solo. Na primeira avaliação, todos os perfilhos serão marcados com um fio de determinada cor e, posteriormente, cada avaliação será feita utilizando uma nova cor para marcar os perfilhos novos, contabilizando e caracterizando cada geração. Assim, será possível calcular a taxa de aparecimento (TAP) e mortalidade (TMP) de perfilhos (perfilhos.perfilhos-1.dia-1). A densidade populacional de perfilhos será feita por meio da contagem dos perfilhos no interior de uma moldura (1,0 x 0,25 m) que será alocada em três pontos por parcela, em locais representativos da condição média do dossel (avaliação visual). Os dados serão analisados utilizando o método de modelos mistos com estrutura paramétrica especial na matriz de covariância, por meio do procedimento MIXED do software estatístico SAS. Para escolher a matriz de covariância será usado o critério de informação de Akaike. As médias dos tratamentos serão estimadas pelo “LSMEANS” e a comparação entre elas será realizada por meio da probabilidade da diferença (“PDIFF”) ajustada para o teste de “Tukey” e um nível de significância de 10%. O conhecimento do mecanismo da densidade populacional de perfilhos e dinâmica do perfilhamento podem ajudar a determinar alternativas de manejo que não comprometam a persistência do pasto e favoreçam os processos de produção e utilização da forragem.

Palavras-chave: Capim-Marandu, Densidade populacional de perfilhos, Adubação nitrogenada

Título: DERMATOFITOSE CANINA: ASPECTOS COMPARATIVOS ENTRE LÂMPADA DE WOOD E CULTURA FÚNGICA

Orientador: VALÉRIA RÉGIA FRANCO SOUSA

Autor(es):

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