Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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ANDRESSA MIDORI YAMAUCHI BAUFLEUR


Resumo: A exploração de florestas nativas, em Mato Grosso, só é permitida por meio do manejo florestal, apenas as árvores maduras podem ser retiradas. Com a escassez de madeiras tradicionais outras espécies começaram a ser introduzidas no comércio. A maioria destas espécies tem suas características desconhecidas ou pouco conhecidas. A presente pesquisa foi realizada com o objetivo de fazer uma caracterização preliminar reunindo dados sobre as principais características físicas e dendrológicas, bem como traçar diagramas de retração e inchamento da madeira de MAÇARANDUBA, Manilkara huberi Ducke. - SAPOTACEAE. Para descrição dendrológica e identificação da espécie foram utilizados os métodos tradicionais da taxonomia. Para caracterização física utilizou-se a metodologia proposta por Logsdon (2002) para revisão da atual NBR 7190, da ABNT (1997). A partir de três árvores desta espécie foram coletados, no norte do Mato Grosso - MT, 12 corpos-de-prova, sendo quatro por árvore. Essa espécie ocorre com grande frequência no norte do Mato Grosso, Pará, Roraima, Amazonas, Rondônia Acre e nordeste do Maranhão, também podem ser encontrados nas Guianas, Venezuela, Colômbia e Peru. Pode alcançar altura superior a 60 m. Nesta espécie o fuste é muito cilíndrico, a copa é capitata umbeliforme. Suas folhas são oblongas, discolores: verdes na face adaxial, e ferrugíneas na face abaxial (em folhas jovens a face abaxial é prateada). Sua casca é marrom-escura ou avermelhada, com profundas fissuras cujos dentes de formato quadrado, formam placas alongadas regulares de difícil desprendimento; a casca viva é fibrosa e muito vermelha. Por meio de ensaios de estabilidade dimensional obtiveram-se: densidade aparente, ao teor de umidade de 12%, de ?ap,12%= 1,0193 g/cm3; densidade básica de ?bas= 0,8348 g/cm3; coeficientes de anisotropia dimensional, no inchamento, de Ai= 1,7183, e na retração, de Ar= 1,6501. Estes resultados sugerem elevada resistência mecânica, posicionando-se na classe de resistência C 60 das dicotiledôneas e pode ser utilizada em estruturas de madeira de grande porte. Os coeficientes de anisotropia, por sua vez, sugerem madeira de qualidade normal, que apresenta alguns defeitos oriundos da secagem, mas pode ser usada na fabricação de móveis que aceitem pequenos empenamentos (mesas, cadeiras estantes etc.).

Palavras-chave: retração/inchamento, densidade

Título: DESCRIÇÃO DENDROLÓGICA E CARACTERIZAÇÃO FISICO-MECÂNICA DA MADEIRA DE GARAPA, APULEIA MOLARIS SPRUCE ET BENTH.

Orientador: ZENESIO FINGER



Autor(es):

JULIANA DALILA AMORIM PEREIRA LEITE


Resumo: O presente trabalho objetivou estudar as características dendrológicas, físicas e mecânicas da madeira de GARAPA, Apuleia molaris Spruce et Benth. Para descrição dendrológica e identificação da espécie foram utilizados os métodos tradicionais da taxonomia. Para caracterização física utilizou-se a metodologia proposta por LOGSDON (2002). Para caracterização mecânica utilizou-se a metodologia descrita na atual NBR 7190 (ABNT, 1997). A espécie, Apuleia molaris Spruce et Benth., pertence à família Leguminosae - Papilionoideae, distribui-se naturalmente nos cerrados, nas florestas latifoliadas semidecíduas, nas florestas ombrófilas abertas e densas, nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Goiás, Mato Grosso do sul e Paraná, preferindo geralmente os solos mais argilosos e frescos, alcançando altura de até 30 m e diâmetro de até 1 m. Nesta espécie o fuste é geralmente cilíndrico e irregular, a ramificação é cimosa e a copa, em árvores adultas, adquire a forma corimbiforme. Suas folhas são compostas penadas inparipenadas com até 11 folíolos alternos, glabros e coriáceos. Sua casca é rugosa e cancerosa, ferrugíneo-alaranjado-pardacenta, com ritidoma de deiscência em placas arredondadas. A madeira dessa espécie é muito pesada e dura; varia de bege-amarelado a róseo-acastanhado; difícil trabalhá-la devido ao alto teor de sílica que apresenta; alburno e cerne distintos; apresenta textura fina, grã entrecruzada, de alta resistência ao ataque de fungos e organismos xilófagos, mesmo quando em uso externo, com cheiro e gosto é indistintos. Floresce de agosto a setembro e frutifica de setembro a outubro. Sua madeira é utilizada em construção civil e naval para estruturas externas, como vigas, caibros, moirões e lascas de cercas, obras hidráulicas, dormentes e cruzetas, pontes; em carpintaria como cilindros e moendas de cana e carrocerias; em marcenaria com batentes, esquadrias em geral, móveis, e assoalhos. Na Amazônia a madeira desta espécie é muito apreciada para fabricação de canoas. A espécie apresentou: resistência característica à compressão paralela às fibras de fc0,ke=e57,50eMPa; resistência característica à tração paralela às fibras de ft0,ke=e74,31eMPa; resistência característica ao cisalhamento paralelo às fibras de fv0,ke=e11,62eMPa; módulo de elasticidade, médio, obtido no ensaio de compressão paralela às fibras, de Ec0,me=e16139eMPa; densidade aparente, ao teor de umidade de 12%, de ?ap,12%e=e0,8290eg/cm3; densidade básica de ?base=e0,6991eg/cm3; coeficiente de anisotropia dimensional, no inchamento, de Aie=e2,0644; e coeficiente de anisotropia dimensional, na retração, de Are=e1,9918. As características físicas da madeira de GARAPA, Apuleia molaris Spruce et Benth., sugerem uma madeira de qualidade ruim, que apresentará muitos defeitos oriundos do processo de secagem, não sendo recomendável sua utilização em móveis sem algum tratamento tecnológico, como por exemplo, condicionamento prévio do material ao teor de umidade de utilização. Já as características mecânicas indicam que a madeira de GARAPA, Apuleia molaris Spruce et Benth., possui elevada resistência mecânica e pode ser utilizada em estruturas de madeira de médio a grande porte.

Palavras-chave: Palavras-chave: GARAPA, estabilidade dimensional, características mecânicas

Título: DESCRIÇÃO MORFOLÓGICA DAS FASES GERMINATIVAS, DA ESPÉCIE MEDICINAL DO CERRADO CARNE-DE-VACA (COMBRETUM LEPROSUM MART. – COMBRETACEAE).

Orientador: JOANA MARIA FERREIRA ALBRECHT

Autor(es):

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