Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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DOUGLAS SANTOS GONÇALVES


Resumo: Combretum leprosum Mart. É uma planta semidecídua, heliófita, seletiva xerófita é uma espécie pioneira de ocorrência natural conhecida popularmente como carne-de-vaca, ocorre nos estados do Nordeste Brasileiro, na Caatinga e no Pantanal Mato-grossense. Pertence a família combretaceae, as folhas e as raízes da carne-de-vaca são empregadas na medicina caseira em todas as regiões onde esta planta é encontrada, com base na tradição popular, mas sua eficácia e segurança não foram, ainda, comprovadas cientificamente. O conhecimento dos aspectos morfológicos das sementes e plântulas das espécies florestais é usado em estudos relacionados à ecologia das espécies. O presente estudo teve como principal objetivo descrever os caracteres morfológicos de sementes plântulas e planta jovem. O trabalho foi realizado em uma sala experimental, no município de Cuiabá, estado de Mato Grosso, nas coordenadas (15°36’55,10’’ S e 56°07’41,09’’ O). As sementes foram coletadas No Campus da Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá no estado de Mato Grosso, na região Centro-Oeste do Brasil, logo após o seu processo de maturação. Depois de beneficiadas foram iniciados o processo de germinação e procurou-se analisar detalhadamente cada fase, para posterior descrição das etapas diagnosticadas em seu desenvolvimento. Para o estudo do fruto, os seguintes aspectos foram observados: tipo, cor, dimensões, textura e consistência do pericarpo, deiscência e número de sementes por fruto. Na semente foram observados: coloração, forma, tegumento, endosperma e embrião. O estádio de plântula foi considerado até o momento em que tinha apenas os cotilédones e a partir da emissão de folhas passou a ser considerada planta jovem. Os aspectos vegetativos descritos e ilustrados foram: raiz, hipocótilo, epicótilo, cotilédones, caule, folhas e gema apical. Fruto sâmara, normalmente tetra-alada, raramente tri-alada ou penta-alada, de coloração palha, quando madura. Semente de coloração marrom ou acinzentada em forma ovoide ou elipsoide. Após a emergência o hipocótilo e a raiz primária são brancos e com passar do tempo se tornam mais escuros. Caule de coloração verde-escura, folhas pecioladas; com nervura principal e secundária e limbo com margem inteira.

Palavras-chave: Semente, fruto, planta, morfologia.

Título: DESEMPENHO DE NOVILHAS LEITEIRAS SUPLEMENTADAS COM MISTURA MINERAL ADICIONADA OU NÃO DA COMBINAÇÃO DE FONTES DE URÉIA DE RÁPIDA E LENTA LIBERAÇÃO E VIRGINIAMICINA MANTIDAS EM PASTAGENS NO PERÍODO DA SECA

Orientador: DANIEL DE PAULA SOUSA

Autor(es):

JEAN CARLOS ASSIS VITAL


Resumo: As novilhas leiteiras são os animais que menos recebem atenção no plantel, no entanto são de fundamental importância para melhorar os indices produtivos do rebanho. Alternativas para melhorar o desempenho sem aumentar os custos tem sido propostas, entre elas a suplementação a pasto com suplementos minerais proteinados (uréia) e aditivos (virginiamicina) que melhorem a fermentação ruminal e consequentemente o ganho de peso. Sendo assim, objetivou-se avaliar os efeitos da suplementação mineral adicionadas ou não de fontes de uréia de rápida e lenta liberação e virginiamicina para novilhas leiteiras mantidas em pastagens de capim Tanzania no período de transição águas-seca. Em delineamento inteiramente casualizado, foram utilizadas 32 novilhas leiteiras holandes/gir com aproximadamente 12 meses de idade e peso vivo médio inicial de 200 kg, distribuídas aleatoriamente entre as diferentes estratégias de suplementação. Os tratamentos utilizados foram os seguintes: (controle)- apenas sal mineral; (SU)- sal mineral adicionado de uréia; (SUULL)- sal mineral adicionado de uréia e uréia de lenta liberação e SUULLV- sal mineral adicionado de uréia e uréia de lenta liberação e virginiamicina. Os animais foram mantidos em pastagens de capim Tanzania, em sistema de lotação rotacionada, apresentando em média uma disponibilidade de 7,28 toneladas de MS/ ha, com um teor médio de 39% de matéria seca (MS), 7,14% de proteína bruta (PB) e 67,87% de fibra em detergente neutro corrigido pra cinzas e proteina (FDNcp). Não foram observadas diferenças quanto ao consumo do suplemento (em média 40g/dia) e do pasto (em média 4,5kg/dia) entre as dietas experimentais. Resultados semelhantes entre as dietas experimentais foram encontrados em relação a digestibilidade da MS, em torno de 40,58%. O consumo e digestibilidade de nutrientes como a PB e a FDNcp não apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos. O ganho médio diário das novilhas leiteiras não diferiram quanto aos tratamentos, apresentando em média ganhos de 227 gramas/dia.

Palavras-chave: antimicrobiano, suplementação a pasto, nitrogênio não proteico

Título: DESEMPENHO DE VACAS LEITEIRAS ALIMENTADAS COM FONTES DE PROTEÍNA

Orientador: MARINALDO DIVINO RIBEIRO



Autor(es):

ANNA LUZ NETTO MALHADO


Resumo: A intensificação da produção na cadeia leiteira brasileira, baseada na maior produtividade dos animais, evidencia a utilização dos insumos alimentares que sejam capazes de atender as exigências nutricionais dos animais e que ao mesmo assegurem a viabilidade econômica da cadeia produtiva. Considerando que o leite produzido por esses animais é um subproduto de sua função reprodutiva e ambos são dependentes de uma dieta controlada, manter uma alimentação adequada é de fundamental importância, tanto do ponto de vista nutricional quanto econômico. Em função do custo, uma alternativa que se torna viável é a utilização de coprodutos oriundos do processamento de grãos para redução dos custos com a alimentação do rebanho leiteiro, visto que os bovinos são bem adaptados para utilizar alimentos que não são consumidos por animais não ruminantes, em função das intensas transformações que ocorrem com os constituintes dietéticos no ambiente ruminal. Dentre estes, destaca-se o resíduo do beneficiamento do feijão comum (Phaseolus vulgaris L.). Objetiva-se, avaliar o desempenho produtivo de vacas leiteiras alimentadas com resíduo de feijão em comparação a outras fontes convencionais. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Risoleta Neves, pertencente à Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), unidade de São João Del Rei – MG, durante os meses de fevereiro a abril de 2012. Foram utilizadas 8 vacas mestiças (Holandesas x Zebu) em lactação, com peso médio de 500 kg, entre o 60º e o 90º dia de lactação e produção média de 15 kg de leite/dia, distribuídas em dois quadrados latinos 4x4 (quatro tratamentos x quatro períodos), com períodos experimentais de 15 dias, sendo os animais mantidos numa área de 5 ha de pastagem mista, dividida em 10 piquetes de 0,5 ha providos de saleiro e bebedouro, mantidas nos piquetes sob forma de manejo rotacionado com intervalo de 3 dias. Os tratamentos foram constituídos por dietas contendo diferentes fontes proteicas, sendo os alimentos utilizados como fonte de proteína: resíduo de feijão, farelo de soja, farelo de algodão 38% e farelo de girassol. Os ingredientes das dietas foram: milho moído e os alimentos proteicos supracitados ofertados na relação volumoso concentrado de 60:40, sendo as dietas formuladas para serem isoproteicas. A produção de leite dos animais foi mensurada por medidores automáticos durante cinco dias consecutivos, entre o 11º e 15º dia de cada período experimental, com o somatório da produção das duas ordenhas diárias, sendo o valor total corrigido para 3,5% de gordura. O experimento encontra-se em fase de processamento das amostras e realização de análises laboratoriais, entretanto os resultados numéricos encontrados para produção de leite indicam a viabilidade do resíduo de feijão como fonte proteica para bovinos leiteiros, embora tenha havido uma pequena redução na produção, possivelmente em consequência ao menor consumo da ração em comparação as fontes tradicionais, devido á presença de fatores antinutricionais.

Palavras-chave: produção, leite, dieta

Título: DESEMPENHO E RENDIMENTO DE CARCAÇA DE OVINOS SUBMETIDOS A DIETAS COM NIVEÍS DE TORTA DE ALGODÃO

Orientador: LUCIANO DA SILVA CABRAL

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