Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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RUTE WITTER


Resumo: Witter, R.; Zanetti, C.C.; Melo, A.L.T.; Santos, L.G.F.; Pacheco, T.A; Aguiar, D.M.

As riquetsioses são enfermidades infecciosas transmitidas por artrópodes, causadas por bactérias gram-negativas, parasitas intracelulares obrigatórios associadas à transmissão por carrapatos. Pertencente à ordem Rickettsiales, a família Anaplasmataceae agrupa importantes patógenos transmitidos por carrapatos. Em se tratando do gênero Anaplasma, este contempla importantes espécies patogênicas à saúde humana e animal, como A. phagocytophilum e A. platys. Apesar de haver poucos dados a respeito das doenças transmitidas por carrapatos que acometem os animais da região pantaneira há estudos que relatam a presença de diferentes espécies de carrapatos nesta região. O presente estudo objetivou investigar a infecção por espécies do gênero Anaplasma em cães de Poconé, município situado no Pantanal do Estado de Mato Grosso. No ano de 2009 foram coletadas amostras de sangue de 160 animais da área urbana e 160 da área rural do município. Essas amostras foram submetidas ao processo de extração de DNA através do kit comercial UltraClean® Blood DNA Isolation (MO-BIO Laboratories Inc., Carlsbad, CA) conforme instruções do fabricante, sendo eluídas em 100 ml de tampão TE. Os DNA obtidos foram inicialmente processados pela Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), com o intuito de amplificar fragmentos dos genes 16S rRNA para espécies da família Anaplasmataceae, utilizando os primers GE3A (5’-CACATGCAAGTCGAACGGATTATTC-3’) e GE10R (5’-TTCCGTTAAGAAGGATCTAATCTCC-3’). Em seguida, as amostras foram testadas pela nested PCR (nPCR) específica para o gênero Anaplasma, utilizando os primers GE9F (5-AACGGATTATTCTTTATAGCTTGCT-3) e GE2 (5- GGCAGTATTAAAAGCAGCTCCAGG-3). Do total, 20 (12,5%) amostras do ambiente urbano e 07 (4,3%) do ambiente rural foram positivas para o gênero Anaplasma, totalizando 8,4% de infecção. Em suma, a confirmação da infecção por espécies do gênero Anaplasma na espécie canina demonstram a possibilidade de infecção em seres humanos, uma vez relatos de parasitismo humano por ixodídeos serem frequentes na região. Estes resultados podem subsidiar medidas de prevenção e controle para a infecção por agentes transmitidos por artrópodes. Este trabalho recebeu apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT).

Palavras-chave: Anaplasma, carrapatos, Poconé, cães.

Título: DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO EM ÁGUA E SEDIMENTO DA BACIA DO RIO CUIABÁ/MATO GROSSO.

Orientador: RICARDO DALLA VILLA

Autor(es):


TANIA LOPES DE OLIVEIRA


Resumo: A bacia do rio Cuiabá é composta pelo rio Cuiabá e seus afluentes, sendo que o mesmo possui uma extensão de 828 km, com uma área 16.000 ha de Preservação Permanente (APP), da qual aproximadamente 2.000 ha se encontram degradadas, por ocupação antrópica.

Na região da bacia do rio Cuiabá é desenvolvida atividades como a agricultura, pecuária, extrativismo mineral (garimpo de ouro, extração de areia e calcário), extrativismo vegetal, descarte de efluentes domésticos e industriais, sendo esses em alguns casos, não tratados adequadamente para serem descartados.

O aumento da atividade antrópica nas proximidades desta bacia tem sido objeto de grande preocupação, visto que aumenta a vulnerabilidade a contaminação, quer seja por compostos orgânicos, como os pesticidas, quer por metais, como o mercúrio, comum em lixo eletrônico e muito utilizado em garimpos. A contaminação por metais de transição é uma das formas mais preocupantes de poluição, pelo seu alto efeito tóxico e potencial de acumulação no organismo humano. Desta forma o monitoramento da qualidade da água destas bacias tona-se cada vez mais importantes.

Em virtude disso, o presente trabalho teve por objetivo determinar as concentrações de mercúrio em amostras de água e sedimento de fundo da bacia do Rio Cuiabá, por Espectrometria de Absorção Atômica, com um espectrômetro Varian modelo SpectrAA-220 com sistema de geração de vapor frio (Varian modelo VGA 77). Para isso foram feitas mensalmente, de agosto de 2011 a abril de 2012, coletas de amostras de água e sedimento, seguindo as recomendações do método 3112B do Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater (1998). Como agente redutor, na geração do vapor frio de mercúrio, foi utilizada uma solução de cloreto estanhoso a 10% (m/v). Todas as determinações foram em triplicatas e acompanhadas de um branco analítico.

O limite de detecção instrumental (LDI) foi de 0,23 µg/L. Para todas as amostras de água coletadas em agosto, setembro, outubro e dezembro de 2011, a concentração de mercúrio ficou abaixo do LDI. A concentração máxima de mercúrio em água permitida pela legislação para consumo humano é de 2 µg/L, para águas doce classe III.

Como não foi detectado mercúrio nas amostras de água coletadas nos meses de agosto, setembro e outubro de 2011, optou-se por fazer as demais determinações em meses alternados.

No meio aquático, a ocorrência do mercúrio é mais comum na matéria orgânica e em organismos vivos, o que pode justificar os resultados obtidos. No entanto, a determinação deste metal em água é de grande importância, pois pode indicar a ocorrência de fatores naturais e antrópicos capazes de alterar a concentração deste metal no ambiente. Em ambientes aquáticos, este metal pode interagir com a biota, complexos orgânicos e inorgânicos presentes na coluna d’água e sedimentos de diversas formas.

A quantificação de mercúrio nas amostras de sedimento assim como nas águas coletadas nos meses de fevereiro e abril, estão sendo feitas.

Palavras-chave: Bacia do Rio Cuiabá,Meio Ambiente,Metais

Título: DETERMINAÇÃO DE UMIDADE DO MEL DE APIS MELLIFERA PRODUZIDO NO NORTE DE MATO GROSSO E COLETADO EM DIFERENTES ETAPAS DE PROCESSAMENTO

Orientador: CARMEN WOBETO

Autor(es):


JULIANA APARECIDA DA SILVA


Resumo: O teor de umidade do mel é de fundamental importância na conservação e armazenamento, na manutenção da sua qualidade e no processo de comercialização. O objetivo deste trabalho foi avaliar os teores de umidade do mel coletado de três produtores de cada uma das quatro associações (Sorriso, Ipiranga do Norte, Nova Ubiratã e Sinop), foram coletadas três amostras de cada produtor em três fases distintas do processamento: no favo, logo após a colheita (A1); após a desoperculação e centrifugação (A2); e após o envase (A3). A umidade foi determinada pelo método refratométrico, utilizando o refratômetro de Abbé, onde o teor de umidade em porcentagem é correspondente ao índice de refração corrigido de acordo com tabela de Chataway. O teor de umidade das amostras em estudo variou de 16 a 21%. Segundo a legislação vigente (BRASIL, 2000) o conteúdo máximo de umidade permitido para méis de flores ou melado é de 20%, mas valores acima de 18% já podem comprometer sua qualidade final, ou reduzir seu tempo de armazenamento, devido a maior suscetibilidade a fermentação. Desta forma, os produtores 1 (P1) da Associação A e o P2 da Associação B apresentaram teores de umidade acima de 20%, desde a primeira fase de coleta (A1). Enquanto que, apenas o mel coletado após o envase (A3) do P1 da Associação D, também apresentou teores de umidade de 21%. Portanto, apenas 9 amostras de méis (25%) foram rejeitadas quanto ao teor máximo de umidade permitido pela legislação vigente e, de um modo geral, pode-se inferir que a contaminação pode ter ocorrido no apiário ou no seu transporte.

Palavras-chave: qualidade de mel; análise físico-química.

Título: DETERMINAÇÃO DO “PERFIL-PADRÃO” (NDVI) DAS PLANTAS DE SOJA NUMA FAZENDA DO SUL DO ESTADO DE MATO GROSSO COM EMPREGO DE IMAGENS MODIS E DADOS FENOLÓGICOS E CLIMÁTICOS MEDIDOS IN LOCO

Orientador: JEATER WALDEMAR MACIEL CORREA SANTOS

Autor(es):

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