Universidade federal de mato grosso caderno de resumos



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MONALISA MUHL


Resumo: RESUMO: A herpetofauna é um importante componente da fauna de liteira nas florestas tropicais servindo de alimento para vários grupos e alimentando-se de artrópodes. A falta de conhecimento sobre a diversidade, riqueza, composição, distribuição geográfica e relações evolutivas das espécies de liteira é um fator limitante para o planejamento e tomada de decisões sobre estratégias de conservação destes animais. Este trabalho tem por objetivo determinar aspectos taxonômicos e ecológicos da herpetofauna de liteira em uma área da Amazônia Meridional, fomentando a ampliação da Base de Conhecimento sobre a Biodiversidade Amazônica. O estudo foi desenvolvido em uma área na Amazônia Meridional localizada na Fazenda São Nicolau, Cotriguaçu-MT. As amostragens foram realizadas entre 8 e 16 h. Três pessoas percorreram lentamente a parcela num tempo mínimo de 1 horas. Os animais foram procurados visualmente abaixo e acima do folhiço através do revolvimento da camada de liteira numa faixa de 1 m ao longo da linha central de cada parcela. Nas parcelas foram realizadas medidas das seguintes variáveis: proporção de argila, espessura da camada de liteira, abertura do dossel, disponibilidade de presas e cada parcela serão tomadas amostras de solo a cada 50 m a uma profundidade de 5 cm. Foi realizada uma análise de correlação de Pearson para avaliarmos a relação entre as variáveis. Retirou-se das análises as variáveis com correlação igual ou maior que 40%. Portanto, foram testadas as variáveis: pH, Argila, serrapilheira, Altitude. Ao total foram amostrados 34 indivíduos. Deste, 20 indivíduos foram contabilizados no período da seca (agosto/2011), enquanto que no período da chuva (dezembro/2011), foram amostrados 14 indivíduos. Coleodactylus amazonicus cf. foi a espécie mais encontrada (41,18). Dentre as espécies de anfíbios, o maior número de indivíduos amostrados ocorreu na parcela doze com um total de sete indivíduos, possivelmente por esta se encontrar em uma área alagadiça. As espécies de Rhinellacastaneotica,Leptodactylus andreae,Cercossauraeigenmannie Kentropixcalcarata tiveram pouca representatividade nas amostras, indicando serem raras, ou com baixa densidade populacional. O modelo de análise de regressão múltipla (R2= 0,539; F4,12= 2,047; P=0.192) mostrou que a riqueza de espécie não foi afetada pela Argila (P= 0,45), serrapilheira (P=0,121), Altitude(P=0,168) e argila (P=0,068).Ao compararmos o levantamento da composição e riqueza da herpetofauna realizado em nosso trabalho, com levantamentos feitos nos módulos inseridos no município de Cláudia/MT, constatamos resultados semelhantes. No município de Cláudia, as principais espécies foram Leptodactylus cf. andreae, Pristimantissp, Leposomasp, Rhinellacastaneotica,AmeivaAmeiva e Kentropixcalcarata). Para estas localidades, foi observado efeito positivo da serapilheira sobre a composição das espécies. O registro de um pequeno número de espécies de liteira ocorre, principalmente, pela presença de poucos corpos d’água na área. As espécies encontradas são típicas de áreas florestadas e desempenham um papel fundamental nos ambientes estudados.

Palavras-chave: Anfíbios, répteis, biodiversidade, amostragem

Título: DIVERSIDADE E GRAU DE PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE CHARACIDIUM ZEBRA NOS CÓRREGOS DE RONDONÓPOLIS, MT.

Orientador: SIMONI MARIA LOVERDE-OLIVEIRA



Autor(es):

PLACIANO VIANA DE LIMA


Resumo: O objetivo deste trabalho foi conhecer a composição da dieta de Characidium zebra e caracterizar o grau de preferência alimentar da espécie em função da sazonalidade e das regiões amostradas em riachos urbanos. O estudo foi realizado em seis córregos (Lajeadinho, Lourencinho, Arareau, Queixada, Escondidinho e Macaco) de Rondonópolis, em duas regiões (rural e urbana), nos períodos de estiagem (agosto à setembro/2010) e chuvoso (abril à maio 2011). Os peixes foram coletados com rede de arrasto de 3 a 5 mm e passagem de peneira por 5 minutos. Depois de identificados, 329 indivíduos de Characidium zebra tiveram seus dados biométricos amostrados, os estômagos eviscerados e seu conteúdo pesado e armazenados em álcool 70%. Para análise dos conteúdos estomacais utilizou-se o método de frequência de ocorrência e grau de preferência alimentar (GPA). Os Characidium analisados apresentaram em média comprimento total de 35 mm, comprimento padrão de 28 mm e pesaram em média 0,63 g. Quando comparadas as regiões rurais e urbanas não houve diferença significativa no comprimento e peso dos peixes (p<0,001), sendo que no córrego Queixada (rural/urbano; estiagem/chuvoso) em média os indivíduos foram maiores (37 mm) e mais pesados (1,14 g). Os alimentos ingeridos por C. zebra tanto no trecho rural quanto urbano consistiram predominantemente de larvas de insetos de variadas ordens, zooplâncton (copépodos), tecamebas e raramente representantes do fitoplâncton. No período chuvoso no córrego Arareau rural, Characidium zebra apresentou elevado grau de preferência por larvas de insetos (42,9%) e secundariamente por ácaros. Nesse mesmo córrego (zona urbana) os peixes ingeriram preferencialmente larvas de insetos (46,9%) e fitoplâncton (34,5%). Nos córregos Lajeadinho (rural) e Queixada (rural/urbano) os indivíduos tiveram preferência por larvas de insetos e restos animais; no córrego Macaco rural preferiram insetos (66,5%), e na região urbana ingeriu diferentes itens alimentares. No córrego Escondidinho (rural) a preferência foi por restos animais (30,9%), fitoplâncton (24,7) e zooplâncton (19,5%) e na área urbana por restos animais (65,7%) e larvas de insetos (25,6%). No período de estiagem C. zebra no córrego Arareau rural preferencialmente ingeriu larvas de insetos (91,5%) e na região urbana alimentou-se especialmente de restos animais. Os córregos Queixada e Lajeadinho (rural/urbano) apresentaram indivíduos com preferência secundária por larvas de insetos. No córrego Macaco rural alimentaram-se secundariamente de fitoplâncton, e na região urbana somente itens ocasionais foram encontrados. No córrego Escondidinho rural o zooplâncton (60,7%) foi o principal item alimentar, já na região urbana preferiu larvas de insetos (71,7%). Os espécimes de Characidium tiveram grau de preferência alimentar ocasional, sendo que o item larvas de insetos (Díptera) foi comum ao longo dos períodos e locais, compondo 46,58% do total dos itens ingeridos. Esses resultados corroboram com a literatura que atribui-lhe um caráter oportunista com tendência a invertívoria (invertebrados bentônicos) apresentando restos animais como segunda categoria dominante.

Palavras-chave: Characidium zebra, Córregos urbanos, Diversidade, Grau Preferência Alimentar, Hábitos alimentares, Ictiofauna.

Título: DIVERSIDADE EDÁFICA DE COLEOPTERA (ARTHROPODA, HEXAPODA) EM UMA ÁREA DE FLORESTA PRIMÁRIA DA AMAZÔNIA MERIDIONAL EM COTRIGUAÇU-MT

Orientador: LEANDRO DÊNIS BATTIROLA

Autor(es):

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